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Preços no comércio eletrônico caem após 5 meses de alta



Os preços de itens no comércio eletrônico voltaram a ter queda em fevereiro, após cinco meses sucessivos de elevação.

Em fevereiro, os preços recuaram 0,38% na comparação com janeiro, de acordo com o índice Fipe/Buscapé.

Na comparação com fevereiro de 2015, porém, ainda houve elevação de preços, de 10,7%. É a décima primeira vez que os preços sofrem aumento na comparação anual.

Essa sequência de altas é atípica no setor, que entre 2012 e o início de 2015 registrava reduções consecutivas nos preços, fruto da característica promocional e de competição intensa entre vendedores online.

O estudo considera que esta reversão de tendência reflete a aceleração da inflação geral e também o câmbio. Algumas categorias que têm peso significativo no e-commerce são influenciadas de forma defasada pela depreciação do real, diz o levantamento.

É o caso de eletrônicos, informática, fotografia e telefonia.

Dos dez grupos de produtos que compõem o Índice Fipe/Buscapé, sete apresentaram queda de preço no mês de fevereiro, incluindo brinquedos e games, eletrônicos e moda e acessórios.

Já entre as categorias coma alta de preços estão casa e decoração, fotografia e informática.



Descubra se você tem perfil para empreender


O que motiva um empreendedor a seguir em frente?

Muitas são as razões pelas quais as pessoas decidem empreender: mudar de vida, não ter mais chefe importunando, maior liberdade de horário, dificuldade em arrumar um novo emprego, insatisfação com o salário, assumir o negócio da família e implementar uma ideia estão entre elas.

As razões equivocadas seguem o padrão chamado pelos psicólogos de “fuga de negativo”, baseado na perspectiva de que as pessoas têm, geralmente, duas maneiras de tomar uma decisão: por fuga/medo de algo negativo (não ter mais chefe, por exemplo) ou por um ideal, por amor a uma causa.

É neste ponto que a maioria dos empreendedores de sucesso se diferenciam: eles empreendem não para fugir de algo, ou até mesmo porque tiveram uma ideia genial, mas porque veem o empreendedorismo, a atividade em si, como seu propósito de vida. Eles se identificam e sentem prazer com os ingredientes da vida empreendedora, como riscos, incertezas, altos e baixos, mercados, metas e sonhos.

O verdadeiro empreendedor não sabe viver e ser feliz de outra maneira, e é isso, de forma intrínseca e natural, que gera energia e automotivação que parecem inesgotáveis, sempre disponíveis para motivá-lo a se levantar, seguir em frente e manter a certeza inabalável de que chegará lá!

Vou compartilhar um pouco da minha experiência de vida. Aos 17 anos, estudava em uma escola militar e, pela própria natureza da atividade, estava com uma carreira segura e garantida no oficialato. Foi no fim da ditadura, quando a carreira militar ainda conferia muito status. Sem saber a razão, eu estava muito incomodado com aquela carreira, e depois de muitas conversas acaloradas com amigos - que não conseguiam entender a vida fora da caserna - entendi que chegara o momento de decidir pelo meu futuro.

Fui até a biblioteca do quartel, dividi uma folha em branco ao meio, e passei algumas horas anotando as vantagens e desvantagens da carreira militar, desde aquele presente dia até a aposentadoria, abordando todos os aspectos possíveis e imagináveis.

Ao final, li de forma desapegada todos os pontos e imediatamente decidi que pediria o meu desligamento. Sabe qual foi o fator chave para essa decisão? Uma palavra apenas: previsibilidade.

Na carreira militar praticamente tudo já está definido: os anos de estudo, os salários, as promoções...os limites! E aquilo era a morte para mim, eu queria poder sonhar grande, arriscar, sentir frio na barriga! Sem nada saber sobre empreendedorismo, já havia decidido por ele aos 17 anos.

Era meu jeito de encontrar alegria e ver beleza na vida. Hoje, quando olho para trás, independentemente do sucesso que consegui, vejo que foi a decisão mais acertada da minha vida! Optei por um ideal, por amor a um estilo de vida.

Por outro lado, há empreendedores que abrem um negócio por razões equivocadas e, apesar disso, conseguem manter a motivação em alta e conquistar enorme sucesso. O que ocorre, nestes casos, é que o DNA empreendedor estava lá, adormecido, mas a pessoa não tinha consciência dele. Ao experimentar a vida empreendedora, tudo veio à tona. O motivo equivocado apenas criou a oportunidade para que a vocação verdadeira pudesse aflorar.

Para aqueles que não têm afinidade com os ingredientes da vida empreendedora, nem tudo está perdido. Se conviver diariamente com riscos, incertezas, falta de recursos, altos e baixos, mantendo a esperança e automotivação, sem perder o sono, não é da sua natureza, não se desespere, porque mesmo assim você poderá se tornar um empreendedor de sucesso.

Você precisará, entretanto, desenvolver uma resiliência acima da média, um espírito de luta incomum, para não sucumbir aos desafios do início da empreitada. Ao longo do tempo, vivenciando o dia a dia da vida empreendedora com resiliência, tudo poderá se tornar natural e o seu DNA terá sido transformado! Caso isso não ocorra, empreender se tornará um sofrimento e você deverá considerar seriamente a possibilidade de mudar de atividade. Bons negócios.

Escrito por Antônio Carlos Guarini Perpétuo é dono da rede de franquias Supera Ginástica para o Cérebro, especialista em empreendedorismo



Vamos empreender?
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Faturamento de pequenas empresas de SP tem maior queda desde 2002



Recuo foi de 14,3% em 2015 na comparação com 2014, diz Sebrae-SP.
Receita ficou R$ 100 bi menor, perda equivalente a PIBs do RN e PB juntos.

As micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo registraram queda de 14,3% no faturamento real (já descontada a inflação) no acumulado de 2015 ante igual período de 2014, de acordo com a pesquisa Indicadores Sebrae-SP. Trata-se da maior queda no faturamento anual desde 2002. 

Em 2015, a receita total das MPEs paulistas foi de R$ 597,2 bilhões. Em relação ao ano anterior, houve uma perda de R$ 100 bilhões. Segundo o Sebrae, essa redução equivale à soma do Produto Interno Bruto (PIB) anual dos Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba (dados do PIB referentes a 2013, conforme IBGE).

A desaceleração da economia e a queda no consumo das famílias contribuíram para o resultado ruim, de acordo com a entidade. "A piora no mercado de trabalho, a baixa confiança dos brasileiros e a retração nos investimentos contribuem para explicar a redução vista nas compras feitas pela população, das quais as MPEs têm forte dependência", diz o Sebrae-SP.

O desempenho também foi fraco em todas as regiões do Estado. Na comparação de 2015 com 2014, o município de São Paulo registrou uma redução de 18,7% no faturamento; no Grande ABC, a queda foi de 16,2%; na Região Metropolitana de São Paulo, a perda ficou em 15,7% e no interior, o recuo chegou a 12,9%. 

No acumulado de janeiro a dezembro de 2015, houve aumento de 1,3% no total de pessoal ocupado nas MPEs ante igual período de 2014. Por outro lado, a folha de salários paga por elas caiu 3,4% e o rendimento real dos empregados ficou 2,6% menor. 

Expectativas
A pesquisa também mostra que, em janeiro, a maioria dos donos de MPEs do estado, ou 52% do total, disse esperar estabilidade no faturamento de seus negócios para os próximos seis meses. Em janeiro de 2015, 55% tinham essa percepção.

Houve aumento dos que não sabem como ficará a receita: de 5% em janeiro de 2015 para 10% em janeiro deste ano. Quanto à economia do País, 41% falam em manutenção no nível de atividade nos próximos seis meses ante 46% de um ano antes. Outros 33% aguardam piora nesse aspecto, igual porcentagem registrada em janeiro de 2015. 

Microempreendedor Individual
Os Microempreendedores Individuais (MEIs) de São Paulo registraram queda de 21,8% no faturamento real de dezembro de 2015 sobre o mesmo mês de 2014. A receita total dos MEIs em dezembro foi de R$ 2,7 bilhões, o que representa R$ 763,9 milhões a menos do que no mesmo mês de 2014.

Quanto aos setores, os MEIs da indústria viram o faturamento no período cair 29,5%; os do comércio registraram recuo na receita de 20,3% e os de serviços tiveram redução de 19,6% na mesma comparação.

Os MEIs se mostraram mais otimistas que os proprietários de MPEs em relação ao futuro. Em janeiro deste ano, a maior parte (38%) deles disse esperar aumento para seu faturamento nos próximos seis meses. Em janeiro de 2015 eram 28%. Já 35% aguardam estabilidade no faturamento, ante 40% um ano antes. O porcentual dos que esperam piora passou de 31% em janeiro 2015 para 22% em janeiro deste ano.

Quanto à economia brasileira, a expectativa dos MEIs muda: eles estão relativamente mais pessimistas do que os donos de MPEs. Em janeiro, a maior parte dos MEIs (34%) disse esperar piora para a economia brasileira nos próximos seis meses (eram 33% um ano antes). Outros 33% acreditam em estabilidade (ante 26% em janeiro do ano passado). Diminuiu a parcela dos que esperam melhora na economia: de 40% em janeiro de 2015 passaram para 28% em janeiro 2016.




Quanto custa um consumidor desinformado?


Você vai a uma farmácia atrás de aspirina. Lá encontra a aspirina genérica e a aspirina (de fato aspirina, o nome é propriedade da Bayer) da Bayer. As duas estão lado a lado na prateleira. A dosagem, o uso, os ingredientes são os mesmos. Em termos de eficácia, portanto, não há diferença alguma entre genérico e Bayer. A aspirina genérica custa 1/3 do preço da aspirina de marca, da Bayer. Você compra a aspirina Bayer ou a genérica? E, se você compra Bayer, por que você compra a aspirina da Bayer ao invés da aspirina genérica?

Um working paper (NBER, 2014) recente (link aqui) de alguns professores da escola de negócios da Universidade de Chicago tenta responder esta questão. O trabalho analisa uma base de dados Homescan da Nielsen sobre compra de remédios e alimentos e mostra que: (i) Um número grande de consumidores prefere o produto de marca ao genérico e (ii) que a decisão de comprar marca ao invés de genérico está relacionada ao grau de informação que o consumidor tem sobre o produto que está comprando – isto é, consumidores mais informados compram genérico; consumidores menos informados compram marca. Os dados utilizados são referentes ao mercado norte-americano.

Para medir o grau de informação sobre o produto os autores utilizam características observáveis dos compradores. A principal proxy para grau de informação é a ocupação do comprador. De acordo com os autores, tudo o mais constante, um médico ou um farmacêutico tem mais informação do que um economista no tocante a decisões de compra de medicamentos; analogamente, um chef de cozinha é mais informado do que um advogado que não sabe cozinhar no tocante a decisões de compra de alimentos.

Intuitivamente, esta proxy parece ser boa para medir o grau de informação do consumidor sobre o produto que ele quer comprar. Usando dados da Nielsen os autores confirmam esta suposição: Farmacêuticos ou médicos acertam muito mais o ingrediente ativo de um tipo de medicamento do que indivíduos com renda similar, nível educacional similar, idade similar, etc. mas com formação em outra área.

Os autores então comparam a decisão de comprar medicamento de marca ou genérico entre diferentes grupos de consumidores. O consumidor tipo “A” é igual ao tipo “B” em tudo que é observável (renda, anos de estudo, idade, etc.) exceto pelo fato de que “A” é informado (ele é um médico ou um farmacêutico) e “B” não é informado (ele é um economista) – diferenças entre estabelecimentos de compra, período da compra, etc. também estão controladas.

O trabalho mostra que os médicos e farmacêuticos compram medicamentos genéricos mais frequentemente do que consumidores parecidos mas com formação em outra área. Da mesma forma, chefs de cozinha  preferem comprar açúcar com a marca do supermercado do que o açúcar de uma marca nacionalmente conhecida – quando comparados, por exemplo, a um sujeito com características muito similares mas que não sabe nada de cozinha. Para reforçar estes resultados os autores mostram que chefs não preferem medicamentos genéricos a medicamentos de marca e que médicos não preferem açúcar com a marca do supermercado a açúcar de marca.

A ideia por trás do resultado é a seguinte: Para os produtos analisados no trabalho não existe diferença alguma entre a marca e o genérico – açúcar do Carrefour adoça o café do mesmo jeito que o açúcar União. O pessoal informado sabe que esta diferença não existe e, portanto, não paga mais pela marca. Os desinformados não percebem que marca e genérico são a mesma coisa, exageram sua percepção a favor do produto de marca e isso os torna mais propensos a pagar mais pela marca.

Segundo os cálculos apresentados, o custo desta desinformação é grande. Os autores estimam que os consumidores norte-americanos poupariam US$44 bilhões anualmente se comprassem genérico ao invés de marca. Não é possível dizer se o “exagero” do desinformado a favor da marca – o que explicaria o custo acima – é devido aos US$140 bilhões anualmente gastos em publicidade nos EUA.  Neste caso, a publicidade estaria “enganando” o consumidor e gerando custos para a sociedade. Medidas de regulatórias seriam justificáveis.

Fábio Miessi
— Professor do Departamento de Economia FEA-USP



8 passos para abrir o próprio negócio sem largar o emprego


Você não precisa largar o emprego para empreender. Saiba como dar conta de uma jornada dupla



Tornar-se um empreendedor pode ser bastante difícil. Isso acontece porque abrir o próprio negócio pode ser arriscado, já que é impossível saber se a empreitada vai ser bem-sucedida. Ao mesmo tempo, permanecer no emprego pode parecer uma escolha mais realista. Afinal, apesar de o trabalho não trazer nenhuma fortuna, as probabilidades de uma demissão e da consequente falta de dinheiro são menores.

Segundo o especialista em empreendedorismo Ryan Robinson, em muitos casos é possível empreender sem largar o trabalho. Assim, se a empresa der errado, você ainda terá uma fonte de renda.

É importante ressaltar que alguns negócios exigem atenção exclusiva. É difícil listar quais deles precisam de um gestor em tempo integral. Robinson recomenda que, antes de tentar ter uma "jornada dupla", o empreendedor analise sua situação e veja se é possível conciliar as duas atividades. Se der para ser funcionário de dia e empreendedor à noite (ou vice-versa), siga as dicas do especialista, publicadas originalmente no site da revista "Inc.":

1. Pergunte-se se empreender é realmente o que você quer
Ao conciliar trabalho com o próprio negócio, você terá que priorizar as duas atividades, em detrimento da sua vida pessoal. Não adianta se comprometer a enfrentar esse desafio duplo se sua cabeça estiver em outro lugar.

Robinson recomenda que, para tomar uma decisão, você escreva todas as atividades e compromissos da sua agenda semanal em um papel. Feito isso, veja se há alguma atividade mais importante para você que o sonho de empreender. Se houver, talvez seja melhor continuar somente como empregado.

2. Domine os conhecimentos necessários


Quem administra uma empresa precisa ter conhecimento em várias áreas. Não é necessário ser um especialista nesses assuntos, mas é preciso ter noção suficiente para você mesmo não ser a razão do eventual fracasso do seu negócio.

Antes de abrir o próprio negócio, aprenda um pouco sobre administração e gestão de pessoas. Não é preciso fazer uma faculdade. Uma mescla de cursos de curta duração já pode ajudar bastante, de acordo com Robinson.

3. Valide suas ideias
A inspiração para a abertura de uma empresa normalmente vem de uma ideia. Muitos empreendedores acreditam ter projetos revolucionários nas mãos. Só que, muitas vezes, a ideia em questão é ruim. Antes de abrir uma empresa, valide seu negócio: converse com especialistas em empreendedorismo e com seu público-alvo e veja se as pessoas realmente comprariam o que você criou. Se sim, pode prosseguir. Do contrário, pense em outra coisa.

4. Tenha algum diferencial
Para superar a concorrência, você deve ter algum diferencial. Basicamente, você tem duas opções: vender mais barato ou ter um produto melhor. Ao oferecer o mesmo que outras companhias, é mais difícil atrair e fidelizar seus clientes, segundo Robinson.

5. "Terceirize" atividades
Você precisa de ajuda em sua empresa por duas razões: você não é um especialista e vai faltar tempo para dar conta de tudo. Por isso, tenha funcionários ou empresas que auxiliem na gestão da empresa. As áreas que serão "terceirizadas" devem ser escolhidas a partir do conhecimento do empreendedor e da quantidade de dinheiro em caixa.

6. Procure feedback
Você deve saber o que está indo bem e o que deve ser corrigido na sua empresa. E, para isso, tem que ouvir seu cliente. Deixe um telefone, um endereço de e-mail e as redes sociais à disposição deles. Robinson afirma que todos os contatos devem ser respondidos.

7. Divida as coisas
Robinson afirma que empreendedores que ainda têm um emprego não podem resolver assuntos do próprio negócio durante o expediente. Ao não se dedicar ao emprego e empreender no momento errado do dia, são maiores as chances de você ficar desempregado em um momento ruim.

8. Saia do trabalho no momento certo
Se você decidiu conciliar emprego e empreendedorismo, supõe-se que sua prioridade é ter o próprio negócio. Espera-se, então, que você peça demissão em um determinado ponto.

Robinson diz que a dedicação exclusiva ao próprio negócio deve acontecer em dois casos: quando o empreendedor tiver confiança suficiente que sua empresa vai dar certo ou quando os ganhos do negócio forem suficientes para ser a única fonte de renda.

A partir da saída do emprego, é a hora de crescer ainda mais. Com dedicação exclusiva, você terá tempo para aperfeiçoar processos e poderá gerenciar melhor sua equipe e torná-la mais produtiva, de acordo com o especialista.


Opção de franquia de baixo investimento:


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Enquanto banco dificulta financiamento, construtora facilita

Casa e moedas: PDG promete complementar o valor financiado pelo 
banco e devolver o valor do contrato caso o crédito não seja aprovado

Com a piora da economia e o aumento dos níveis de inadimplência dos consumidores, bancos como a Caixa passaram a restringir a concessão de crédito imobiliário. Na tentativa de evitar o desaquecimento do mercado imobiliário, construtoras têm facilitado as condições de pagamento para compra do imóvel e chegam até a bancar parte do valor do financiamento.

É o caso da PDG, que realiza até o dia 17 de julho uma campanha que oferece descontos e facilidades na compra de imóveis residenciais e comerciais localizados em 69 empreendimentos pelo país.

Ao comprar um apartamento na planta, a empresa promete devolver aos clientes as parcelas recebidas durante a construção do imóvel se o financiamento não for aprovado pelo banco por insuficiência de renda na entrega das chaves. O benefício é válido por dois meses após o término do contrato com a construtora e, para utilizá-lo, é necessário estar com os pagamentos em dia.

Se o banco não conceder crédito equivalente a 80% do valor do imóvel, a construtora também se propõe a financiar durante três anos a diferença de valor necessária para alcançar esse porcentual, limitado a até 20% do preço da unidade. Já quem quiser investir em imóveis comerciais agora pode financiar a unidade diretamente com a construtora. 

Essas facilidades serão oferecidas para clientes que comprarem imóveis durante uma campanha realizada pela PDG nesta semana. Para mais informações sobre o evento, basta acessar o site da campanha. 

Os apartamentos vendidos no evento têm de um a quatro quartos, medem entre 40 metros quadrados e 250 metros quadrados e estão localizados nas cidades de São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Campinas (SP), Curitiba (PR), Santo André (SP), Guarulhos (SP), Barueri (SP), Ribeirão Preto (SP), Diadema (SP), Piracicaba (SP), Jundiaí (SP), Taboão da Serra (SP), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), Caxias do Sul (RS), Marituba (PA), Belém (PA), São Luís (MA), Ananindeua (PA), Salvador (BA), Manaus (AM), Lauro de Freitas (BA) e Brasília (DF).

Momento é de oportunidades:
A restrição do crédito imobiliário reduz a demanda pela compra de casas e apartamentos. Como consequência, a queda nas vendas das unidades amplia a possibilidade de o comprador negociar descontos nos preços das unidades e realizar um bom negócio.

Por outro lado, financiar um imóvel agora não é indicado para compradores que estejam inseguros em relação à manutenção do seu emprego nos próximos meses. Para quem não tem reservas financeiras para suportar o pagamento das prestações da dívida diante de uma eventual perda de renda, pode ser melhor adiar a compra.



As vantagens do segmento de beleza no e-commerce


O segmento de cosméticos no e-commerce tem conquistado destaque nacional. As lojas virtuais direcionadas a este ramo estão conquistando espaço, principalmente, no gosto das consumidoras, uma vez que cerca de 70% das compras são feitas por mulheres.

O público feminino encontrou no e-commerce a facilidade e comodidade para comprar seus produtos; e as oportunidades para quem deseja investir nesse nicho são ótimas. Destacamos a seguir características desse modelo de negócio:

Frete simplificado. Como os produtos cosméticos, normalmente, são pequenos e leves; isso facilita a política e o processo logístico da sua empresa.

Alta frequência de compra. Por serem produtos de recompra, seus clientes tendem a sempre a voltar a comprar em sua loja. Para isso, vale garantir um bom atendimento ao consumidor e uma experiência completamente agradável.

Público-alvo feminino. Como falamos, as mulheres são as grandes consumidoras de cosméticos, e não podemos desconsiderar que sua participação em compras virtuais permanecem crescentes.

Clusterização. É claro que concorrer com os e-commerces já consolidados é uma tarefa difícil. Por isso, vale personalizar e filtrar ainda mais seu público, valendo-se de produtos específicos para características específicas, por exemplo, produtos apenas para mulheres acima de tal idade; itens apenas para gestantes, etc.

Se o seu objetivo é apostar em uma loja virtual no segmento de beleza, atente-se às vantagens e dicas. Sucesso!



Preços de tarifas cobradas pelos bancos variam até 447,5%

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O banco que mais aumentou tarifas foi o Itaú, que reajustou 29 serviços cobrados dos clientes

 A diferença entre as taxas que os bancos cobram para a realização de serviços bancários prioritários pode chegar a 447,50%, aponta pesquisa do Procon.

Para o serviço pagamento de contas com cartão de crédito, por exemplo, os valores ficam entre R$ 4,00, pelo Banco do Brasil, e R$ 21,90 pelo Santander.

Foram analisadas sete instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, CEF, HSBC, Itaú, Safra e Santander. A pesquisa analisou quais as taxas foram adicionadas entre junho de 2014 e junho deste ano. Os valores foram coletados nos próprios sites dos bancos. A pesquisa completa pode ser conferida aqui.

Os preços não incluem eventuais descontos dados pelos bancos para clientes que possuem aplicações financeiras, e que em alguns casos podem garantir até a isenção das tarifas pelos pacotes.

O banco que mais aumentou tarifas foi o Itaú, que reajustou 29 serviços cobrados dos clientes. Os maiores aumentos foram no saque no terminal e consulta de extrato (no mês e movimento), todas com alta de 9,38% no custo.

Em seguida, a Caixa Econômica Federal e o Bradesco foram os que mais aumentaram tarifas, 23. Em ambos os bancos, o que ficou mais caro foi a consulta do extrato, que foi elevada em 51,72% na Caixa e em 25,93% no Bradesco.

Serviços prioritários

O Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou que os bancos devem oferecer pacotes padronizados de serviços prioritários. Por meio da Resolução nº 4.196 de 15 de março de 2013, as instituições financeiras deverão oferecer mais três novos pacotes como opção para os clientes.

Os pacotes não incluem os serviços gratuitos obrigatórios (10 folhas de cheque, 4 saques, 2 extratos dos últimos 30 dias e 2 transferências entre contas da própria instituição).

A pesquisa confirmou que todos os pacotes padronizados praticados pelos bancos tiveram aumento em seu valor total, o maior aumento médio deles no pacote padronizado III, com alta de 9,41%. Já a maior diferença entre pacotes se deu no pacote II: o maior valor cobrado é do Banco Itaú, de R$ 16,40, e o menor deles do HSBC, R$ 11,90, diferença de 37,82%.

Consumidor atento

A dica do Procon é para que o consumidor fique atento aos serviços inclusos no pacote contratado e verificar se os serviços oferecidos atendem às necessidades do cliente, pois utilizar serviços fora do pacote tem uma tarifa individual mais elevada.

O Procon também chama atenção para o fato de que contratar um pacote não é obrigatório e o banco não pode impor este serviço ao cliente.



Em quantos anos você compra um imóvel em 35 cidades do mundo


Levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e pelo portal de classificados Zap Imóveis mostra o tempo que se leva para comprar um imóvel em 35 cidades de diversas partes do mundo.

Para chegar ao resultado, a pesquisa leva em consideração a relação entre o preço médio dos imóveis nas cidades e a renda média da população.

"O forte aumento dos preços observado no Brasil na última década nos deu a impressão de que comprar um imóvel no país era muito mais difícil do que em outras partes do mundo", diz o Boletim FipeZap de abril, relatório por meio do qual o estudo foi divulgado.

Segundo as conclusões do boletim, contribuía para essa sensação o real valorizado, que gerava uma impressão de que os preços estavam fora da realidade ao comparar o mercado imobiliário de lugares como São Paulo e Rio de Janeiro com cidades estrangeiras, como Chicago, Miami ou Berlim.

Com a desvalorização do real e a desaceleração dos preços dos imóveis no Brasil, os dados da pesquisa mostram que a situação não é mais tão discrepante e os preços lá fora continuam atrativos, mas não como antes.

"Notadamente, há grande diferença entre as cidades mundo afora e particularmente entre as cidades brasileiras. Enquanto Porto Alegre e Salvador podem ser consideradas cidades com imóveis ‘baratos’ para a população local, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife podem ser classificadas como cidades mais caras", afirma o Boletim FipeZap.

Ainda assim, o levantamento mostra que em cidades ícones do mundo em desenvolvimento, como Pequim, na China, e Moscou, na Rússia, e em outras capitais da América Latina como Bogotá, na Colômbia e Lima, no Peru, a população ainda leva mais tempo para comprar um imóvel do que em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Segundo o FipeZap, embora muito acelerado, o aumento dos preços no Brasil dos últimos anos não nos colocou em uma situação anormal para padrões internacionais.

"A notícia é ruim para as famílias brasileiras, que não devem esperar encontrar facilidades para a compra da casa própria nos próximos anos", diz o boletim.

Confira, na tabela abaixo, quanto tempo a população de cada cidade demora, em média, para conseguir comprar um imóvel de 70 metros quadrados.

CidadeTempo (em anos)*
Chicago (EUA)4,6
Miami (EUA)5,5
Cidade do Cabo (África do Sul)5,9
Montreal (Canadá)7,1
Porto Alegre (RS-Brasil)8,7
Berlim (Alemanha)9,6
Salvador (BA-Brasil)10,2
Cidade do México (México)10,4
Belo Horizonte (MG-Brasil)11,2
Sydney (Austrália)11,3
Nova York (EUA)11,5
Toronto (Canadá)11,6
Quito (Equador)12,8
Istambul (Turquia)12,9
Santiago do Chile (Chile)13,1
Lisboa (Portugal)13,3
Cairo (Egito)13,6
Recife (PE-Brasil)13,9
São Paulo (SP)14,7
Assunção (Paraguai)14,9
Buenos Aires (Argentina)15,7
Rio de Janeiro (RJ-Brasil)17,3
Seul (Coreia do Sul)18,2
Lima (Peru)19,2
Bogotá (Colômbia)20,2
Tel Aviv (Israel)20,4
Londres (Inglaterra)21,3
Paris (França)22,2
Beirute (Líbano)23,1
Cingapura (Cingapura)28,0
Moscou (Rússia)28,3
Roma (Itália)31,1
Caracas (Venezuela)33,1
Mumbai (Índia)41,8
Pequim (China)42,5
Fontes: Numbeo e FipeZap e IBGE (para as cidades brasileiras)

*A coluna tempo tomou como base a renda anual média do trabalhador para mostrar quantas vezes essa renda é necessária para pagar o imóvel.


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Será que aqui tem wi fi grátis?

Descubra como encontrar Wi-Fi grátis perto de você


Às vezes, ao chegar a um restaurante, shopping ou lugares com rede Wi-Fi aberta, enfrenta-se dificuldade em encontrar alguém para fornecer a senha ao usuário. Nisso, entre uma compra ou outra, uma pausa para lanchar ou mesmo para descansar, faz falta ter um atendente ou uma pessoa a informar a senha para compartilhar uma selfie, fazer check-in ou apenas passar o tempo.

Os aplicativos Mandic magiC (iOS e Android) e Free Zone Scanner (Android) podem ajudá-lo, em situações como as mencionadas acima, a encontrar Wi-Fi grátis perto de você, por meio de uma rede de compartilhamento de senhas.


Entretanto, fique tranquilo, porque nenhum dos dois são ilícitos. O Mandic magiC, app voltado às plataformas iOS e Android, funciona como uma rede social, na qual os usuários que passam por determinados locais e estabelecimentos comerciais compartilham as senhas da rede aberta de internet.


Ao sentar em uma padaria, por exemplo, é possível abrir o Mandic, fazer check-in e descobrir se alguém já passou pela mesma situação que você, ao precisar usar o Wi-Fi e não ter ninguém para informá-lo. Caso você seja o primeiro a usar a rede de internet, também é possível compartilhá-la no app. Outra funcionalidade dele é comentar o que mais ou menos gostou no ambiente frequentado.

Para usá-lo, primeiro faça o cadastro – o qual pode ser feito por meio de seulogin do Facebook.


Depois de se conectar, permita que o aplicativo use a sua localização para cadastrar a senha do lugar que estiver ou para verificar a disponibilidade dasenha do Wi-Fi.


Já o Free Zone Scanner é um aplicativo apenas direcionado aos usuários de Android. Ele possui cerca de 10 milhões de redes de Wi-Fi cadastradas no mundo inteiro. A vantagem de tê-lo, é que se você passar por algum lugar, o qual já tenha senha compartilhada, o seu smartphone conectará automaticamente. Prático, não é verdade?


Caso, você queira divulgar a senha de alguma rede, basta clicar no ícone em forma de nuvem do app e pronto! Quem tiver o Free Zone instalado poderá conectar-se sem problema.




Dicas vinda do site:  www.mundopositivo.com.br/





Mercado imobiliário em 2015: razões para acreditar em um mercado aquecido

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Há grandes motivos para o corretor de imóveis e compradores ficarem otimista com 2015, vamos à eles:

Calendário:
Diferente de 2014, este ano não terá grandes eventos marcantes, que embora importantes, acabam dividindo as expectativas de compradores entre pré e pós-evento. Este ano muitas empresas lançaram empreendimentos antes da Copa do Mundo e aguardaram a eleição para definir se fariam ou não novos projetos ainda este ano.
Por outro lado, 2015 será um ano corrido, sem grandes eventos que possam paralisar o mercado durante um tempo e sendo preciso começar tudo outra vez. Ter um calendário tranquilo, à disposição para o planejamento é uma grande vantagem para o mercado.

Demanda:
Uma enxurrada de notícias ruins, a maioria com previsões apocalípticas envolvendo o mercado imobiliário tomou conta da mídia durante todo o ano, contribuindo para o baixo volume de vendas.
E mesmo assim, mesmo com este clima ruim e o ambiente econômico desfavorável, o que vimos Brasil afora foram muitos empreendimentos sendo vendidos, muitas ações de marketing que impulsionaram a comercialização de casas e imóveis prontos através de campanhas que geraram milhares de interessados em comprar sua casa.
Por isto, ainda que o cenário macroeconômico seja ruim, ainda que as pessoas estejam cautelosas, ainda existe uma demanda muito grande por casas no Brasil. E ainda que muitos digam o contrário, muitas pessoas chegam a 2015 prontas para comprar seu imóvel e farão isto com mais segurança se encontrarem um corretor que cumpra suas expectativas.

Oportunidades:
A economia no Brasil andou para trás, juros altos, crescimento em queda. Diante disto, e em comparação com os anos anteriores o mercado imobiliário, assim como outros setores, apresentou retração. Porém nunca tantas oportunidades foram criadas para os clientes compradores. Dispostas a fazer negócio, muitas construtoras ofereceram descontos, imóveis semi mobiliados entre outras vantagens que deram ao comprador um senso de oportunidade e urgência, gerando negócios para corretores e empresas imobiliárias.
Em 2015, esta tendência deve se repetir e o corretor deverá estar atento a elas para ser ele o portador destas informações aos seus clientes, aumentando suas chances de negócios.

Consolidação da Internet:
A internet deixou de ser uma tendência para se consolidar como o principal meio por onde se prospecta clientes e se oferece imóveis para a venda. A grande notícia é que ela democratizou o acesso para os corretores de imóveis e pessoas interessadas em comprar.

Publicado Por: Juniele Chaves  via


10 novidades do mercado que você precisa saber


1- Aposentado perdeu US$ 1,5 mi com Petrobras. A petição entregue ontem ao juiz da Corte de Nova York pelo escritório americano Wolf Popper em conjunto com o Almeida Advogados destaca como exemplo um aposentado brasileiro que perdeu US$ 1,5 milhão recentemente com aplicações em papéis da Petrobrás, de acordo com o documento obtido pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

2- Sem interlocutor na Petrobras, Braskem pode parar produção. As denúncias de corrupção na Petrobras e a troca no comando da companhia deixaram a Braskem falando sozinha em um momento em que a maior petroquímica brasileira precisa renovar com a estatal um acordo de R$ 9 bilhões anuais, que envolve uma matéria-prima responsável por 70% dos custos da petroquímica no Brasil.

3- Petrobras exige que fornecedoras respeitem código de ética. A Petrobras determinou em revisão do seu manual para contratação que tanto a companhia como fornecedoras ou prestadoras de serviços devem respeitar seu código de ética, bem como seu guia de conduta e sua política de responsabilidade social, conforme despacho publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

4- Graça Foster se despede de funcionários "superguerreiros". A ex-presidente da Petrobras Graça Foster deixou uma mensagem de despedida aos funcionários, a quem chamou de "superguerreiros", pedindo que continuem trabalhando firme pela companhia.

5- Lucro da Galp salta com margem de refino de petróleo. A portuguesa Galp Energia registrou uma alta maior que a esperada no lucro líquido do quarto trimestre, de quase 50%, impulsionada por um salto acentuado nas margens de refino graças aos preços mais baixos do petróleo.

6- Morre o ex-presidente da Goldman Sachs John Whitehead. John Whitehead, ex-presidente da Goldman Sachs e um dos grandes artífices da expansão do banco de investimentos nos anos 70 e 80, morreu aos 92 anos.

7- BM&FBovespa deve lucrar R$ 254 milhões no 4º trimestre. O maior volume de negociação nos últimos três meses de 2014 deve impulsionar o resultado da BM&FBovespa.

8- Brasileiros depositaram US$ 7 bilhões em contas na Suíça. O banco HSBC abriu mais de 8,7 mil contas secretas para brasileiros na Suíça, onde foram depositados US$ 7 bilhões. Os dados fazem parte de documentos bancários que revelam como a instituição teve um papel ativo em facilitar a abertura de contas, sem perguntar a origem do dinheiro e que, em muitos casos, ajudou a evadir impostos. No mundo, o banco auxiliou mais de 100 mil clientes a levar para a Suíça suas fortunas, nem sempre declaradas em seus países.

9- Lucro líquido da Hypermarcas tem alta de 30,2% no 4º tri. A Hypermarcas registrou lucro líquido de R$ 71,5 milhões no quarto trimestre do ano passado, aumento de 30,2% ante o mesmo período de 2013.


10- Grécia anuncia programa de ajuda humanitária e recontratação. O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, anunciou um programa de ajuda imediata para fazer frente à crise humanitária e a recontratação dos empregados públicos que foram demitidos injustamente.



Imóveis no Brasil estão caros demais!

Brasileiro acha que imóvel está caro, mas compra mesmo assim



Mesmo considerando que os preços dos imóveis estão muito altos, a maioria dos brasileiros não deve desistir de comprar a casa própria por esse motivo.

Essa é a constatação de uma pesquisa realizada pela Ricam Consultoria e o Instituto ILUMEO com 1.455 pessoas entre os dias 18 e 19 de novembro. De acordo com o estudo, 70% dos entrevistados acham que os preços de imóveis estão muito altos, mas apenas 16% afirmam que devem desistir da compra por isso. Apesar de não acharem os imóveis baratos, apenas 16% acreditam que não existem oportunidades de compras com bons preços atualmente.

Fiquei surpreso com o resultado. Eu não esperava que um percentual tão grande de compradores julgasse que o preço não é um fator determinante na decisão de compra”, comenta Ricardo Amorim, economista e presidente da Ricam Consultoria.

Segundo ele, três fatores principais explicam o resultado da pesquisa. O primeiro seria o fato de que a maioria dos entrevistados fará a compra do imóvel pela primeira vez. "Para alguém que ainda não tem um imóvel e quer comprar, o preço não é a variável mais importante”, afirma.

O segundo fator diz respeito ao financiamento. A pesquisa mostrou que a maioria dos entrevistados (89%) pretende financiar o imóvel e, dentre esses, 61% planejam dar entrada de até 20% no valor do imóvel. 

"Como a imensa maioria dos entrevistados quer financiar o imóvel, isso faz com que o preço não seja tão importante, desde que o financiamento caiba no bolso. Isso significa que a disponibilidade de crédito é um ponto fundamental", diz o presidente da Ricam.

O terceiro fator que explicaria a intenção de compra a despeito dos preços altos seria a crença de que os preços podem subir ainda mais. “A maioria acha que os preços estão subindo e vão subir ainda mais. Então, por mais que eles achem que o imóvel está caro, como acreditam que no futuro ficará mais caro ainda, eles acham que faz sentido comprar”, diz Amorim.

O economista comenta ainda que, por trás da baixa influência do preço na decisão de compra está a importância que o brasileiro dá à aquisição da casa própria. 

Para o brasileiro, a casa própria é associada ao bem-estar e a um ganho de cidadania, além de representar segurança. Muitos pensam da seguinte forma: 'Aconteça o que acontecer no futuro, pelo menos minha casa eu tenho'”, diz o presidente da Ricam.

Diferentemente de outros bens de consumo, que têm sua demanda reduzida quando o preço aumenta, o imóvel seria interpretado mais como uma forma de investimento, segundo Amorim.

Por essa razão, quando a tendência dos preços é de alta, mais compradores são atraídos para o mercado imobiliário e o inverso ocorre quando o setor está em baixa, tal como acontece no investimento em ações.

Ainda que comprar um ativo em alta não seja a decisão mais razoável do ponto de vista estratégico, o comportamento é frequentemente verificado entre investidores, conforme demonstram pesquisas sobre o tema.

O levantamento da Ricam e do Instituto ILUMEO mostrou ainda que, dentre os participantes que têm intenção de comprar um imóvel, 46% disseram que o farão em até dois anos e 64% preferem comprar uma unidade nova a uma unidade usada.

O tema bolha imobiliária também foi abordado na pesquisa. Os resultados mostraram que o fenômeno é pouco conhecido ainda: 74% dos brasileiros não sabem seu significado e 60% nunca ouviram falar nisso.



Construir acima do limite pode render R$ 500 mi/ano a SP


Além de reorganizar o crescimento de São Paulo, o novo Plano Diretor também deve ajudar a Prefeitura a ampliar o caixa para investimentos.

A estimativa é de que a arrecadação com a taxa paga pelo mercado imobiliário para erguer prédios com metragem acima do limite permitido chegue a R$ 500 milhões por ano. Hoje, segundo o relator do plano, vereador Nabil Bonduki (PT), esse valor é de R$ 200 milhões.

O aumento na chamada outorga onerosa está previsto no texto aprovado na segunda-feira pelos vereadores e deve começar a ser observado no caixa quando novos empreendimentos forem protocolados.

A expectativa é de que isso ocorra em dois ou três anos. O Plano Diretor altera a fórmula usada hoje para o cálculo da outorga, tornando-a mais cara no miolo dos bairros e mais barata no entorno dos eixos de transporte, onde se pretende aumentar o adensamento.

"São recursos adicionais. Acreditamos que poderemos chegar a R$ 450 milhões ou até R$ 500 milhões por ano. Ou seja, mais ou menos dobrar o valor atual. Vai depender de como se comportar o mercado", afirma Bonduki.

Moradia

Se for concretizada a estimativa, a Prefeitura terá mais recursos para gastar com projetos de moradia popular e mobilidade. Isso porque cada uma dessas áreas terá direito a 30% do valor total arrecadado com a outorga.

O dinheiro deverá ser usado para compra de terrenos onde serão feitas habitações sociais e construção de corredores de ônibus. Outros 40% serão destinados a obras de drenagem, infraestrutura e proteção de áreas verdes, entre outras demandas da cidade.

De acordo com Bonduki, a fórmula que passará a ser utilizada segue o conceito principal do plano, que é incentivar a construção de prédios em avenidas dotadas de estações de metrô e corredores de ônibus - 5% da área urbanizada da cidade.

O objetivo principal é melhorar a mobilidade urbana, reduzindo deslocamentos individuais, feitos em carros, e aumentando o uso do transporte público.

"Se mais empreendimentos forem feitos nos eixos, que é o objetivo, vamos arrecadar menos. Se mais empreendimentos forem feitos nos bairros, vamos arrecadar mais. Isso porque a outorga, por metro quadrado construído, é mais cara no miolo do quarteirão e mais barata no eixo."

Segundo o vereador, a taxa vai custar o dobro nos bairros. "Isso reafirma que não tem apenas objetivo arrecadatório, mas visa a direcionar o processo de desenvolvimento da cidade", ressalta.

Na análise do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a alteração vai mesmo ajudar a Prefeitura a aumentar a arrecadação, mas também tornará os imóveis mais caros em toda a capital paulista.


Onde os preços dos imóveis caíram mais no Nordeste



A maioria das cidades onde houve queda do preço de casas e apartamentos no ano passado fica no Nordeste. A maior baixa, de pouco mais de 8%, ocorreu no mercado de imóveis usados em Aracaju. Em seguida, aparecem Maceió, com uma redução de quase 4%, e São Luís.

A queda de preço se deve ao excesso de construções dos últimos anos. Em Maceió, o total de lançamentos mais do que dobrou de 2010 a 2013 — em razão do excesso de oferta, 45% dos 1 800 imóveis disponíveis no Feirão da Caixa Econômica do ano passado não foram comercializados.

“Para vender, algumas incorporadoras têm feito promoções. Os imóveis novos passam a competir com os usados, e isso derruba os preços”, diz Sérgio Freire, presidente da corretora Brasil Brokers. Diante disso, as incorporadoras reduziram de forma expressiva os lançamentos na maioria das cidades do Nordeste.

Em Recife, o total de casas e apartamentos novos diminuiu 52% em 2013. Em Salvador, a queda foi de 38%. Com isso, as empresas vêm conseguindo diminuir a quantidade de imóveis desocupados, que havia batido recorde em 2012 — o que, em tese, pode levar a uma recuperação dos preços no ano que vem. A exceção é Fortaleza.

O número de lançamentos cresceu, e os preços continuam subindo — a valorização do metro quadrado dos imóveis usados foi de 14,5% no ano passado, e a dos novos, de 6,5%. Uma explicação é que boa parte dos novos imóveis é voltada para as classes C e D, que continuam comprando com subsídios do governo.

Além disso, as obras de infraestrutura para preparar a cidade para receber jogos da Copa do Mundo — por exemplo, o alargamento de avenidas, a construção de viadutos e túneis e a criação de mais linhas de ônibus — estão valorizando alguns bairros.

O metro quadrado mais caro do Nordeste continua sendo o dos imóveis novos em Recife, 5 804 reais. O mais barato é o de Parnamirim, cidade que pertence à região metropolitana de Natal: custa, em média, 2 007 reais, segundo a pesquisa da Fipe.

Imóveis usados - Salvador



Preço médio do metro quadradoBairros
De 1 500 a 2 250Cajazeiras, Iapi, Mata Escura, Mussurunga, Pau da Lima e Ribeira
De 2 300 a 2 550Bonfim, Caixa d’Água, Canabrava, Doron, Nazaré, Nova Brasília, São Marcos, São Rafael e Saúde;
De 2 600 a 2 8502 de Julho, Engenho Velho de Brotas, Itapuã, Jardim das Margaridas, Roma, Santa Tereza, Sussuarana e Trobogy
De 2 900 a 3 200Amaralina, Barbalho, Bonocô, Luís Anselmo, Matatu, Pernambués, Resgate, Saboeiro e São Cristóvão
De 3 300 a 3 700Barris, Brotas, Cabula, Centro, Costa Azul, Politeama, Praia do Flamengo e Stella Maris
De 3 750 a 4 000Acupe de Brotas, Av. Centenário, Campo Grande, Candeal, Chame-Chame, Garcia, Imbuí, Parque Bela Vista, Piatã, Stiep e Vila Laura
De 4 100 a 4 500Alto do Itaigara, Barra, Boca do Rio, Canela, Graça, Iguatemi, Jardim Apipema, Paralela, Pituba, Rio Vermelho e Tancredo Neves
De 4 600 a 5 250Cidade Jardim, Engenho Velho da Federação, Federação, Horto Bela Vista, Itaigara, Jardim Armação, Patamares e Pituaçu
De 5 300 a 5 600Alphaville, Caminho das Árvores, Le Parc, Morro do Gato e Ondina
De 5 700 a 5 900Aquarius, Garibaldi e Jardim de Alah
De 6 250 a 6 500Horto Florestal, Jaguaribe e Vitória


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