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Piscinas: quatro dúvidas respondidas por especialistas



1) Qual é o melhor piso para instalar na área da piscina?

O arquiteto Victor Oliveira Castro, do escritório paulistano ODVO, adverte para o primeiro cuidado a tomar: “Assegure-se de que o revestimento é antiderrapante, impedindo escorregões, já que a área estará sempre molhada“. Outro alerta vai para a eleição de um piso atérmico, ou seja, que não absorve calor e, consequentemente, não queima a pele. Há muitas opções com ambas as características, a exemplo de placas cimentícias, deques de madeira, cerâmicas e porcelanatos com coeficiente de atrito superior a 0,4 e algumas pedras, como a goiás verde e os quartzitos. Na linha do ecologicamente correto, a arquiteta Valéria Cândida Pedroso, de Ribeirão Preto, SP, elenca alguns produtos: Ecomadeira, feito de plástico e fibras vegetais, da Ecoblock; Ecowood, à base de materiais reciclados, da Portobello Shop; e Acquadreno, da Antigua, composto de pedriscos e resina que drena a água da chuva. “Evite acabamentos brancos, que incomodam os olhos por refletir os raios solares”, acrescenta.


2) Qual tipo de iluminação é aconselhável para piscinas?

O mais seguro é escolher lâmpadas de baixa voltagem, de 12 v, para não haver riscos de choques elétricos. Hoje existem vários sistemas, a exemplo da fibra óptica, capaz de conduzir a luz para dentro da piscina, e do led, de baixo consumo e alto ciclo de vida. Ambos proporcionam várias cores – você não só ilumina como também modifica a coloração da água.


3) Qual a melhor opção de árvores para colocar na beira da piscina?

“A maior preocupação é evitar a queda de folhas que dificultem a limpeza e danifiquem filtros”, afirma a paisagista Suzi Barreto, do escritório carioca Landscape. Por isso, palmeiras de folhagens largas são as mais comuns nesses locais.


4) Pastilha é a melhor opção para revestir uma piscina?

Para piscinas, a pastilha de vidro é conveniente porque não absorve água. Não existe o risco de o material se expandir e causar infiltrações. Há no mercado peças com cantos boleados (geralmente aplicadas em piscinas), que afastam o perigo de machucados. Mas não há problema em optar pelas placas de cantos retos desde que a colocação seja primorosa, sem saliências.