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O milionário que vendeu tudo para recomeçar do zero – e venceu outra vez

David Spencer-Percival nasceu em um subúrbio de Londres e abandonou a escola aos 16 anos, porque queria ver o mundo. Quase três décadas depois, ele começou não apenas um, mas dois negócios de recrutamento do zero e os transformou em empreendimentos multimilionários em apenas um ano.

Em 2000, quando começou sua carreira em recrutamento, Spencer-Percival, hoje com 44 anos, ajudou a criar a empresa Huntress e a transformou em um negócio com receitas de 100 milhões de libras (R$ 624 milhões) por ano.

Apesar de seu sucesso, menos de uma década depois, ele abandonou seu salário de seis dígitos e vendeu todas as suas posses, incluindo uma mansão do século 19 e suas coleções de automóveis clássicos, de antiguidades e de arte – que contavam com obras do artista Damien Hirst – para levantar fundos e começar um novo negócio.

Em 2010, ele criou a Spencer Ogden, empresa especializada em recrutamento para o setor energético. Agora, essa empresa também tem receitas na casa das 100 milhões de libras por ano, escritórios em todo o mundo e emprega 400 funcionários e 900 prestadores de serviço.

No ano passado, o negócio rendeu o maior prêmio britânico para empresas, por sua contribuição às exportações do país.

"Vender tudo e abandonar um salário de 350 mil libras (cerca de R$ 2 milhões por ano) na Huntress foi "emocionante e aterrorizante", segundo ele.
"Tive sucesso um tanto jovem e comprei muitos 'brinquedos', mas isso nunca me satisfez. Eu cheguei a passar um ano na Christie's (empresa de leilões) comprando antiguidades e, em uma semana, tudo foi embora."
"Me senti tão livre. Isso me permitiu ser muito mais flexível. Quando você tem muitas coisas é complicado cuidar delas, com essas mansões sempre há algo errado com o telhado ou o jardim."

Foto: Arquivo pessoalImage copyrightArquivo pessoal
Image captionSpencer-Percival vendeu uma mansão e coleções valiosas ao decidir abandonar sua primeira empresa...

'Eu não trabalho com o fracasso'

Trabalhando na Huntress, ele não teve um dia de folga durante sete ou oito anos, apesar de a companhia "ter ganhado quase todos os prêmios disponíveis". "Pra ser honesto, eu estava esgotado", afirma.

Por isso, Spencer-Percival deixou a empresa e decidiu viajar pelos Estados Unidos durante três meses com sua esposa, Bonita. Mas antes mesmo da viagem, o multimilionário Sir Peter Ogden, fundador da empresa Computacenter – que vale cerca de 3 bilhões de libras –, já o havia sondado sobre um novo negócio.

"Sir Peter Ogden me ligou e disse: 'Vamos fazer alguma coisa, eu te apoio. Então eu fui (para as férias) sabendo que tinha um plano de negócios. Era uma sensação tão maravilhosa – eu não tinha nada além de um monte de dinheiro no banco."
Como já havia trabalhado com recrutamento, o empresário sabia que havia necessidade deste tipo de serviço no setor energético.
"Eu queria trabalhar só com energia renovável, mas não é um mercado muito grande. Então expandimos para todo tipo de energia: nuclear, gás, petróleo, elétrica e renovável. E deu certo – foi simplesmente fenomenal", diz o empreendedor.
Ele diz que não ganhou um salário sequer por dois anos, o que "pode acabar sendo muito caro" e que construir a empresa foi amedrontador, já que "você sempre tem um fluxo de caixa apertado, porque está crescendo muito rápido". mas, após o sucesso da segunda, já está refazendo suas coleções e comprando propriedades;

Image copyright Arquivo pessoal 
"Mesmo assim, eu tinha uma confiança enorme no meu sucesso. Eu não trabalho com o fracasso", diz.
Por causa do crescimento da empresa, ele diz que sua vida está "voltando a ser como era", com uma coleção cada vez maior de carros clássicos e casas em Londres, no interior da Inglaterra e em Ibiza, na Espanha.

Uma jaqueta para Robbie Williams

A vida de Spencer-Percival hoje é bem diferente do que era no começo de sua carreira. Quando saiu da universidade, ele queria trabalhar em Londres, mas o banco em que trabalhava não queria transferi-lo. "Eu trabalhava em vilarejos pequenos nesses bancos. Era tão chato", diz.
"Aí eu fui trabalhar com moda. Larguei tudo – para o horror dos meus pais. Não ganhava dinheiro, mas usava roupas ótimas e ia às melhores festas", relembra.
Foi nesse período que conheceu a esposa, Bonita, uma dançarina no Royal Ballet britânico que também era consultora de moda da boy band britânica Take That, muito famosa na época.

"Ela foi na loja em que eu trabalhava e disse: 'essa jaqueta que você está usando vai dar em Robbie Williams, posso pegá-la emprestada?'. Eu emprestei."

Image copyrightArquivo pessoalImage caption

Quando jovem, Spencer-Percival trabalhou em bancos e com moda antes de dedicar-se ao ramo do recrutamento. Depois de um tempo trabalhando com moda, um amigo sugeriu que ele fosse trabalhar com recrutamento. Foi sua segunda grande mudança de carreira. Mesmo habituado aos desafios de começar algo novo, Spencer-Percival diz que, pelo menos por enquanto, vai ficar onde está.

"Acho que passaremos os próximos três ou quatro anos dobrando o tamanho da empresa. Há muito potencial (para crescer) porque é um mercado bem grande", afirma.



Afinal, o que é a terrível Lei de Murphy?


Entenda de onde vem essa expressão


"Se alguma coisa pode dar errado, dará". Foi com essa frase que Edward Murphy, um capitão da Força Aérea Americana, "criou" a Lei universal que assombra até hoje os azarados. 

 Tudo começou em 1949, quando Edward Murphy era um dos engenheiros responsáveis por um projeto que testava os efeitos da desaceleração rápida em pilotos de aeronaves. Para conseguir fazer essa medição, ele construiu um equipamento que registrava os batimentos cardíacos e a respiração dos pilotos. O aparelho foi instalado por um técnico, mas ocorreu uma pane e Murphy foi chamado para consertar o equipamento. Só naquele momento, descobriu que a instalação estava toda errada. E adivinhe qual foi a frase dita por ele nesse momento? Exatamente, aquela com a qual iniciamos essa matéria. Depois disso, durante uma entrevista, a frase foi repetida e ganhou o mundo. 

Mas embora a Lei de Murphy, sempre envolta em senso de humor, tenha se tornado praticamente uma lenda urbana e aparentemente seja uma verdade simples e indiscutível, existem algumas explicações científicas - principalmente ligadas à teoria da probabilidade - para diversas das teorias que compõem a Lei. 

Outro fator extremamente importante que nos faz pensar que as coisas sempre dão errado é a nossa memória seletiva, que geralmente lembra apenas dos momentos em que a Lei de Murphy funciona. Quando tudo sai da maneira como deveria ser, nós quase nunca percebemos... 

O pão cai sempre com a manteiga para baixo 


A chance do pão cair tanto com a manteiga voltada para baixo ou para cima é de 50%, fifty fifty! Tudo depende de uma série de fatores, como por exemplo, se você está em pé, sentado etc. A queda é imprevisível, porém, na maioria das vezes a torrada cai de cima de uma mesa, onde está com a manteiga para cima. Se pensarmos na força da gravidade e na altura das mesas comuns, uma torrada não tem tempo - nem energia - suficientes para dar uma volta completa em seu próprio eixo, ou seja, precisaríamos de uma mesa de uns três metros de altura para ela completar o giro de 360º e cair da mesma maneira que estava em cima do móvel. 

 A fila do lado sempre anda mais rápido 


Nem sempre é assim que funciona, geralmente é apenas impressão sua. O tempo é a variável igual para todos, mas uma coisa é o tempo físico e outra, o tempo percebido - aquela sensação de que o tempo demora para passar, por exemplo, quando são 17h e o seu expediente de sexta-feira acaba às 18h. 
No caso da fila, a sensação de ser ultrapassado é mais significativa para o nosso cérebro do que a de deixar as outras pessoas para trás, ou seja, quando você ultrapassa vários carros no trânsito geralmente não percebe, mas quando sua fila para por alguns minutos tem a sensação de que todos os carros da cidade passaram por você enquanto estava parado. 

Ruas escondidas no mapa


Ok, estamos em uma época na qual o GPS é rei, mas quando usávamos guias de papel para encontrar o endereço, o destino estava sempre na junção das páginas, no local mais difícil de visualizar. 

Culpa do Murphy? Nem sempre. 

Explicações matemáticas que unem a teoria da probabilidade e a geometria podem explicar. Pegue um mapa quadrado e isole as beiradas e a região em torno da dobra central. Considerando a área destacada e área total, os cálculos apontam que as chances de uma rua qualquer cair na "zona de Murphy" são de 52%. 

Guarda-chuva que espanta a chuva 



Quem nunca saiu de casa com aquele guarda-chuva gigante - e inconveniente - jurando que ia chover, mas acabou voltando para a casa com ele sequinho? O que acontece é que a chuva é um fenômeno mais raro do que se imagina. Matematicamente, a chance de chover em determinado horário é sempre menor que a de haver sol ou apenas céu nublado. Então, mesmo que o serviço meteorológico preveja chuva para o dia seguinte, a possibilidade de que chova no exato momento em que você sair à rua é bem pequena. E aí, sentiu-se um pouco menos azarado depois de ler essa matéria? Então pare de culpar Murphy por tudo de errado que acontece no seu cotidiano, afinal, o coitado também foi uma vítima da sua própria Lei!








A Carta




Certo dia, Thomas Edison chegou em casa com um bilhete para sua mãe.
Ele disse, -"meu professor me deu este papel para entregar apenas a você ."
Os olhos da mãe lacrimejavam ao ler a carta e resolveu ler em voz alta para seu filho: 
"Seu filho é um gênio. Esta escola é muito pequena para ele e não tem suficiente professores ao seu nível para treiná-lo. Por favor, ensine-o você mesmo!!"
Depois de muitos anos, Edison veio a se tornar um dos maiores inventores do século. Após o falecimento de sua mãe, resolveu arrumar a casa quando viu um papel dobrado no canto de uma gaveta. Ele pegou e abriu. Para sua surpresa era a antiga carta que seu professor havia mandado a sua mãe porém o conteúdo era outro que sua mãe leu anos atrás.
"Seu filho é confuso e tem problemas mentais. Não vamos deixá-lo vir mais à escola!!"
Edison chorou durante horas e então escreveu em seu diário: 

"Thomas Edison era uma criança confusa mas graças a uma mãe heroína e dedicada, tornou-se o génio do século."






Existem certos momentos da vida onde é necessário mudar o "conteúdo da carta" para que o objetivo seja alcançado! Não deixem que nada e nem ninguém ditem a história da sua vida! Pois, você e somente você é responsável pela sua jornada. Fomos criados para sermos extraordinários! 


Piscinas: quatro dúvidas respondidas por especialistas



1) Qual é o melhor piso para instalar na área da piscina?

O arquiteto Victor Oliveira Castro, do escritório paulistano ODVO, adverte para o primeiro cuidado a tomar: “Assegure-se de que o revestimento é antiderrapante, impedindo escorregões, já que a área estará sempre molhada“. Outro alerta vai para a eleição de um piso atérmico, ou seja, que não absorve calor e, consequentemente, não queima a pele. Há muitas opções com ambas as características, a exemplo de placas cimentícias, deques de madeira, cerâmicas e porcelanatos com coeficiente de atrito superior a 0,4 e algumas pedras, como a goiás verde e os quartzitos. Na linha do ecologicamente correto, a arquiteta Valéria Cândida Pedroso, de Ribeirão Preto, SP, elenca alguns produtos: Ecomadeira, feito de plástico e fibras vegetais, da Ecoblock; Ecowood, à base de materiais reciclados, da Portobello Shop; e Acquadreno, da Antigua, composto de pedriscos e resina que drena a água da chuva. “Evite acabamentos brancos, que incomodam os olhos por refletir os raios solares”, acrescenta.


2) Qual tipo de iluminação é aconselhável para piscinas?

O mais seguro é escolher lâmpadas de baixa voltagem, de 12 v, para não haver riscos de choques elétricos. Hoje existem vários sistemas, a exemplo da fibra óptica, capaz de conduzir a luz para dentro da piscina, e do led, de baixo consumo e alto ciclo de vida. Ambos proporcionam várias cores – você não só ilumina como também modifica a coloração da água.


3) Qual a melhor opção de árvores para colocar na beira da piscina?

“A maior preocupação é evitar a queda de folhas que dificultem a limpeza e danifiquem filtros”, afirma a paisagista Suzi Barreto, do escritório carioca Landscape. Por isso, palmeiras de folhagens largas são as mais comuns nesses locais.


4) Pastilha é a melhor opção para revestir uma piscina?

Para piscinas, a pastilha de vidro é conveniente porque não absorve água. Não existe o risco de o material se expandir e causar infiltrações. Há no mercado peças com cantos boleados (geralmente aplicadas em piscinas), que afastam o perigo de machucados. Mas não há problema em optar pelas placas de cantos retos desde que a colocação seja primorosa, sem saliências.




Dicas para comprar uma chácara



Depois de adquirir a primeira moradia, a compra de um refúgio para reunir a família é o sonho de consumo de muita gente. Afinal, não há nada melhor do que descansar em um local próximo à natureza para recarregar a bateria. Mas, para que a realização desse sonho não traga problemas, cautela nunca é demais.

Que critério usar na hora de escolher a localização?

Você pode optar por regiões onde familiares e amigos já tenham imóveis ou pode dar preferência à segurança e fazer opção por condomínios fechados. O mais importante é que o espaço lhe permita se desvincular do tumulto dos grandes centros urbanos, oferecendo tranquilidade e contato com a natureza.

Mas, essa distância não significa um isolamento das cidades. O ideal é evitar longos trechos de estradas, ficando atento à facilidade de acesso ao local. Atente-se também ao fluxo de trânsito na região escolhida.

Se possível faça uma visita ao imóvel em época de chuvas, assim será possível observar o acesso ao local nessas condições. Observe também a existência de algum córrego nas proximidades.

É preciso ficar atento à documentação e às obrigações ambientais. A documentação correta é a principal forma de garantir a segurança do comprador. Existe uma série de documentos que o comprador deve exigir e depois da compra da chácara a dica é única: Por pelo menos por dez anos, para precaver-se de eventuais e inoportunas surpresas, guarde as certidões negativas.

Outro fator de grande importância é o tamanho do imóvel. O ideal é algo em torno de mil metros quadrados, assim sua família terá o espaço suficiente e a manutenção do mesmo não terá um custo elevado no dia a dia. Claro que isso é uma escolha bem pessoal, mas tenha em mente que aquele prazer não pode se transformar no desprazer de ter que cuidar de uma enorme área.

As condições climáticas da região também devem ser levadas em consideração. Um local frio, por exemplo, não é indicado para pessoas mais sensíveis às mudanças climáticas, como os idosos.

Por fim, antes de fazer esse investimento minimize os riscos e avalie criteriosamente se o perfil do imóvel pretendido vai atender ao que deseja.

Aconselhamos que o negócio seja feito por uma imobiliária credenciada pelo CRECI. Nada melhor do que estar bem assessorado na hora de realizar um negócio.

Heládio Estevam
Canal Do Imóvel



7 dicas para vender na crise



O dólar subiu, a inflação está alta, os juros para financiamento imobiliário também subiram. O mercado está em crise. É bem provável que tudo isso que eu te falei até aqui não seja nenhuma novidade para você. Mas talvez o que você não saiba é que tem muito corretor vendendo, mesmo diante de todo este cenário, que mais parece enredo de filme de terror.

Duvida? Então, veja este depoimento do Filipe Rocha, ele fez 3 vendas em apenas 9 dias.

Fantástico, não é mesmo?

E você, o que está fazendo para enfrentar esse fantasma da crise? Eu confesso que, durante muito tempo, também deixei me amedrontar por esse fantasma. Como corretor, eu enfrentei uma das piores crises do mercado imobiliário, a de 2008, quando a desconfiança dos clientes e investidores era uma das principais barreiras que nós precisávamos ultrapassar no mercado imobiliário. O medo da crise, que assolava o mundo, chegar ao Brasil era grande e isso, de certa forma, impactou fortemente em nosso mercado.

Mas sabe o eu aprendi?

Eu aprendi que os melhores corretores não reclamam, eles são otimistas e vão para cima.
Eles não se escondem, eles enfrentam a crise. Enquanto os corretores medíocres, os que estão na média ou abaixo dela, ficam pensando na crise, os corretores campeões, que eu chamo de corretores Quebra-Regras (QR’s), agem.

Mas que atitudes são essas que diferenciam os corretores QR’s dos corretores medíocres?

Eu vou te revelar estas atitudes agora por meio de 7 dicas sobre como você pode vender em qualquer tempo, sobretudo, em tempos de crise.


1. Atualize-se sempre
Para atingir os resultados que você deseja, são necessárias algumas mudanças de atitude. E a mudança, por sua vez, exige capacitação, investimento em desenvolvimento profissional, em atualização constante.

Corretor que vive de passado, que insiste em continuar vendendo como há 50 anos, não tem espaço no mercado imobiliário de hoje e nem tão pouco no futuro.

2. Comprometa-se com os seus resultados
Eu não conheço nenhuma pessoa que realizou seu sonho sem estar verdadeiramente comprometida.
Querer algo não é suficiente para conquistá-lo. É necessário desejo e comprometimento para isso.
E comprometimento tem tudo a ver com a responsabilidade. É entender que você é responsável pela sua mudança, pelos seus resultados.

Não acredite ao mercado, ao cliente ou a quem quer seja a responsabilidade sobre os seus resultados. Os resultados são seus, portanto a responsabilidade é sua. Cabe a você se comprometer em alcançá-los, independente das dificuldades que possam existir no processo.

Esperar a maré baixar para começar a remar é o que todo mundo faz. Saia da manada e conquiste resultados diferenciados com comprometimento e práticas diferenciadas.

3. Foque nas pessoas
Hoje, os negócios não estão ligados mais à participação no mercado, mas estão ligados à participação em cada cliente. O ponto chave está em descobrir as necessidades dos clientes e trabalhar para proporcionar o que o cliente deseja. Portanto, o foco total é no cliente.

Acredito que, para o mercado continuar crescendo e evoluindo de forma sustentável, o foco deve estar nas pessoas. As construtoras, imobiliárias e corretores de imóveis devem voltar o seu olhar às pessoas, e prestar mais atenção em como o cliente está consumindo.

Isso não quer dizer que o objetivo final não seja a venda do imóvel, mas que as formas de se chegar a ela perpassam necessariamente pelo real entendimento do problema, da dor do cliente e sua consequente solução.

4. Não venda imóvel, gere insight

Uma máxima do marketing é bem apropriada para explicar essa dica. Essa máxima nos diz que o cliente não compra um produto, mas sim uma necessidade ou uma ideia.
Por exemplo: ninguém compra simplesmente uma moto Harley Davidson, o cliente compra a liberdade, a ideia por trás do produto. E gerar insight é exatamente isso, é trabalhar em cima de ideias, de novas perspectivas sobre o seu produto.

Eu defendo que o corretor Quebra-Regras não deve vender simplesmente o imóvel que o cliente pede, mas sim o que o cliente precisa, até porque muitas vezes, o que o cliente pede não é exatamente o que ele precisa, porque ele não sabe o que precisa.

Confuso? Calma, eu já te explico.

Certa vez, atendi a um cliente que queria um apartamento de 3 quartos. Porém, todos os apartamentos de três quartos que eu mostrei não o agradava, ora porque ele achava caro demais, ora porque precisaria de muitas reformas. E já cansado daquela situação, eu perguntei por que ele queria o imóvel de três quartos e ele me respondeu que queria um quarto a mais para montar um home office.
Quando ele me disse isso, eu realmente entendi o que ele precisava: ele não queria um apartamento com três quartos, ele queria um home office. Então, perguntei a ele:
- E se te eu mostrar um imóvel de dois quartos, mas como um espaço para Home Office, este tipo de apartamento lhe atenderia?
Ele disse que sim e eu mostrei para ele um imóvel pronto que eu tinha, de dois quartos e com um home office e fechei a venda.

Então, gerar insight é fazer o seu cliente pensar sobre outra perspectiva, fazendo uma abordagem estratégica que o ajude a encontrar respostas que sozinho o cliente não encontraria. Isso, além de gerar insigths, é também colocar o cliente como foco do seu negócio, e não o seu produto, como você viu na dica anterior.

5. Inove
Seja sincero com você e comigo!
Se observar bem, nos últimos meses você só vendeu o que o seu cliente pediu. InovAÇÃO, nada! Não é mesmo?

O que eu vejo é que a maioria dos corretores acaba se transformando em grandes “tarefistas”, que atendem os clientes apenas para tirar pedido. Eles não inovam, não geram insights, não fazem os clientes entenderem novas perspectivas de negócio, por isso não vendem tanto quanto gostariam e acabam alimentando ainda mais o fantasma da crise.

Portanto, inove, faça diferente, vá além do que o cliente lhe apresentar. Se comprometa em compreender novos cenários possíveis de atuação. Não fique preso a regras, quebre as regras, encontre as próprias regras do seu jogo.

6. Seja interessado para ser interessante
Lembro-me que uma vez estava atendendo um cliente dentista e ele falou que iria em um congresso. Eu não prestei atenção, não dei o devido valor.
O certo era falar: que legal, que bacana, como será este congresso? O que o senhor pretende aprender lá para trazer de novidade para o nosso estado?
Ou seja, me mostrar interessado para ser interessante também para o meu cliente e, assim, envolvê-lo para obter dele informações estratégicas que me ajudariam a alcançar os meus resultados. Isso porque o que vende, o que converte uma pessoa em cliente, é informação.

7. Não discuta preço, agregue valor
“Nossa! Mesmo na crise, este imóvel ainda está muito caro. Você não acha que pode melhorar um pouco mais esta oferta, afinal, você está precisando vender?”

Tenho certeza que você já se deparou com argumentos como esse ou bem próximo disso.
Parece que a crise aflora ainda mais no cliente o hábito de brigar por desconto.
Pedir desconto é uma prática comum numa negociação, nós já estamos acostumados a lidar com isso. Porém, o problema é quando o pedido de desconto faz você entrar numa briga desequilibrada por preço.

Eu entendo que, quando o cliente insiste em dizer que algo está caro e entra numa disputa por preço, é porque ele ainda não compreendeu o valor daquilo que você está vendendo, ou seja, ele só enxerga preço e não vê os benefícios.

Você pode ter certeza, todas as objeções criadas pelo ciente são por falta de informação.

Portanto, agregar valor ao seu atendimento é oferecer um atendimento único e diferenciado, que supere suas expectativas, que vá além da apresentação de “tijolos e cimento”, mas que apresente benefícios, soluções reais para as demandas de moradia ou de investimento dos seus clientes.


DICA BÔNUS. Eduque o seu cliente

Com a pulverização da informação, maior democratização de acesso à internet, nós lidamos com um cliente muito mais exigente e com alto nível de informações sobre o mercado e também sobre o imóvel desejado.

Por isso, hoje é preciso entender que o cliente toma a sua decisão de compra antes de procurar por um corretor para negociar, o que exige que o profissional esteja muito mais preparado e capacitado para lidar com este consumidor do mercado imobiliário.

No entanto, muitas vezes, esse excesso de informações pode mais atrapalhar do que ajudar, sendo necessário um filtro para separar aquilo que é real do que é especulação.

Portanto, corretor de imóveis, seja um filtro qualificado para o seu cliente, eduque-o sobre o mercado, trabalhe com pesquisas, com dados confiáveis, apresente ao seu cliente os desafios e as oportunidades que ele pode ter, e como o seu trabalho pode ajudá-lo a superar os desafios e aproveitar da melhor maneira as oportunidades para fazer o mais bem-sucedido negócio imobiliário para ele.

Diante de tudo isso, o que deve ficar mais evidente para você, seja no período de crise ou fora dele, é que o importante para ser um corretor campeão, um corretor QR, é parar de olhar para a crise, parar de olhar para você e começar a olhar para o seu cliente. É isso que vai fazer suas vendas decolarem.

Ao agir assim, você vai bater no peito e vai dizer: “Crise, ‘vem ni mim’, eu vou te atropelar”.




ATITUDE


Muitos funcionários já ouviram referências, positivas ou negativas, a algumas de suas atitudes. Tem gente que não consegue progredir na carreira porque não tem atitude. Tem gente que progride apesar das atitudes. E tem gente que usa a palavra como escapatória, como se ela fosse auto-explicativa, para não ter que dar maiores explicações.

Realmente, hoje em dia atitude é uma palavra abundante em sinônimos. Por exemplo:

De ‘decisão’: “Precisamos tomar uma atitude”.

De ‘comportamento’: “Não gostei nem um pouco dessa sua atitude”.

De ‘ação’: “São atitudes como essa que fazem um grande vendedor”.

De ‘determinação’: “O time voltou para o segundo tempo com mais atitude”.

De ‘posição’: “Ele está assumindo uma atitude preguiçosa”.

De ‘aceitação’: “Você precisa ter uma atitude menos crítica com relação à empresa”.

De si mesma: “Eu acho que tudo na vida é uma questão de atitude”.

De ‘sei lá’: “Ah, ela tem, assim, atitude, sabe?”.

Atitude é exatamente a mesma coisa que aptidão (a palavra original era ‘aptidude’). E significava ‘estar preparado, física e mentalmente, para executar uma tarefa’. O aluno que aprendeu a tabuada, e sabia multiplicar oito vezes nove, sem recorrer a uma calculadora, tinha uma atitude. Só que, aí, a palavra perde completamente o charme. Porque atitude dá a impressão de ser algo muito mais cósmico.

No Dicionário Houaiss, a primeira definição de atitude é “a maneira como o corpo (humano ou animal) está posicionado”. Atitude seria, portanto, a chamada ‘pose’ – e sei que muita gente concordará com isso. Na maioria dos casos, atitude é mais embalagem do que conteúdo. E, por falar em animais, o leão, por exemplo, é um que tem atitude. E, como todo chefe cheio de atitude, o leão vivia incomodado com os súditos que não mostravam atitude. Principalmente a tartaruga. E disse o leão: “Se você pensar bem, cara tartaruga, o ser humano nada mais é que um macaco que teve atitude. E veja onde ele conseguiu chegar na carreira”. Meia hora depois, a tartaruga moveu a cabeça, concordando.

E o leão continuou: “Não é que eu queira me gabar, mas veja o meu caso. Em minha casa, quem vai à caça é minha senhora, dona leoa. Além disso, ela cria nossos filhotes. O que eu sei fazer é rugir. Por isso, minha vida se resume a comer bem, a fazer sexo, e a dar ordens. Sabe por que? Porque eu tenho atitude”. E a tartaruga, após 45 minutos, assentiu. Já demonstrando impaciência com tamanha preguiça, o leão perguntou se a tartaruga tinha entendido o feedback.

E a tartaruga, uma hora depois, respondeu: “Sabe, Vossa Majestade? Eu não quero ser rei. Nem pretendo ser o mais veloz dos animais. Nem o mais bonito, nem o mais forte. Essa é a minha atitude: eu quero ser o que sou, e não o que os outros querem que eu seja. Eu já disse isso para o seu falecido bisavô. E, um dia, vou dizer para o seu bisneto”. E os dois ficaram se olhando, ambos convencidos de que o outro jamais entenderia o que é atitude. Do mesmo modo que alguns chefes e alguns subordinados se olham, todos os dias.Porque um sempre acha que atitude é o que já tem de sobra. E o outro sempre acha que atitude é o que está faltando.



Saiba o que mudou com as novas regras do Minha Casa Minha Vida



O Governo Federal fez alterações nas regras para financiar imóveis pelo Minha Casa, Minha Vida, em anúncio feito pelo Ministério das Cidades na última quinta-feira (10/09/15). As principais alterações no programa referem-se a criação de uma faixa intermediária de renda, entre R$ 1.800 e R$ 2.350, e o aumento dos juros cobrados para famílias que recebem a partir de R$ 2.350 por mês.

A proposta para o Minha Casa, Minha Vida 3 também traz mudanças nos limites do valor da prestação para a Faixa 1 do programa. Anteriormente, os beneficiários podiam comprometer somente 5% do seu salário com a parcela. E agora, as famílias que fazem parte da renda mínima, de R$ 800 mensais, deverão destinar 10% do que recebem ao pagamento da prestação. Esse percentual pode chegar a 20%, dependendo da renda familiar.

As novas regras terão validade apenas para novos contratos e devem fazer parte da terceira etapa do programa, ainda sem data definida para ser lançado. O programa Minha Casa, Minha Vida permite a beneficiários de várias faixas de renda financiar a casa própria a juros mais baixos que as taxas cobradas no mercado.

FAIXA 1
Na Faixa 1, com subsídio de até 95%, o limite de renda passará de R$ 1.600 para R$ 1.800 . As prestações continuarão a ser pagas em 10 anos, sendo que, para a renda de até R$ 800, a parcela será de R$ 80; entre R$ 800 e R$ 1.200, o valor será de 10% da renda; de R$ 1.200 a R$ 1.600 será de 15%; e de R$ 1.600 a R$ 1.800, 20%.

FAIXA 1,5
A nova faixa intermediária criada na terceira fase do programa, para famílias com renda até R$ 2.350, terá subsídio de até R$ 45 mil de acordo com a localidade e a renda, mais juros de 5%. O financiamento poderá ser feito pelas modalidades SAC (Sistema de Amortização Crescente) ou Tabela Price, num prazo de até 360 meses.

FAIXA 2
As taxas de juros dentro da Faixa 2 serão atualizadas. Famílias com renda de até R$ 2.700 terão juros de 6% ao ano e as com renda de até R$ 3.600, 7%.O financiamento nesta faixa também poderá ser feito pelas modalidades SAC (Sistema de Amortização Crescente) ou Tabela Price, num prazo de até 360 meses.

FAIXA 3
Na Faixa 3, cujo limite de renda sobe de R$ 5 mil para R$ 6.500, os juros anuais serão de 8%. O financiamento nesta faixa também poderá ser feito pelas modalidades SAC (Sistema de Amortização Crescente) ou Tabela Price, num prazo de até 360 meses.

ÁREA RURAL
Na modalidade do programa para áreas rurais, as faixas de renda e valores das unidades habitacionais serão atualizadas. Do Grupo 1 a renda anual passará de R$ 15.000 para R$ 17.000.


Problemas com Wi-Fi? Veja as principais causas dos problemas de conexão



Está tendo problemas com a sua conexão Wi-Fi? Confira nosso tutorial com as cinco principais razões para os erros, por que elas acontecem e como solucionar. O que pode estar atrapalhando sua rede sem fio pode ser desde danos no roteador, desatualizações do driver ou até mesmo a Internet do vizinho. Confira:

Problemas com o roteador
A principal causa de problemas com as redes Wi-Fi é relacionada aos roteadores, que podem estar funcionando de forma incorreta por estarem danificados ou desatualizados. Primeiro, verifique se a luz de sinal sem fio no aparelho está acesa e piscando. Caso não esteja, desconecte o aparelho, espere 10 segundos e conecte novamente.

Caso ela não retorne, pode ser que seja necessário resetar o aparelho. Porém, é importante verificar antes se o firmware do roteador está atualizado. Dependendo da fabricante, você recebe a mensagem de atualização ou precisa buscar no site da empresa.

Problemas com Windows

Vá em "Solucionar problemas" para diagnosticar o erro e normalizar a conexão (Foto: Reprodução/Juliana Pixinine)

Algum erro ou conflito com o próprio Windows pode ser o causador da falha na conexão, já que muitas vezes o computador não reconhece a rede sem fio. Isso pode acontecer por diversos motivos, como cabos conectados de forma errada ou falhas no adaptador de rede, por exemplo. Se, após testar se os cabos estão ligados corretamente o erro persistir, vá em “Solucionar Problemas”.

A ferramenta em questão pode localizar e corrigir automaticamente alguns problemas do seu computador que estejam prejudicando a conectividade. Para isso, clique no ícone da Internet no canto inferior direito da barra de tarefas, depois em “Abrir a Central de Rede e Compartilhamento” e, então, “Solucionar problemas”. Você primeiro precisa executar a solução de problemas de rede e, depois, poderá testar a conexão com a Internet.

Driver desatualizado

Abra o Driver Easy e acesse a aba de ferramentas (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Outro possível motivo para os problemas de conexão sem fio são os drivers, que podem estar com erro, desatualizados ou até mesmo faltando em seu computador. Eles são usados pelo aparelho para se comunicar com o adaptador de rede sem fio. Quando algum driver de adaptador de rede está desatualizado, corrompido ou incompatível, podem impedir a conexão ou fazer com que a rede se desconecte repentinamente.

Para verificar se existe algum driver desatualizando, ou se tem algum faltante no seu dispositivo, você pode usar alguns programas, como o Driver Easy. Ele faz uma varredura completa no seu computador, e pode ser considerada uma ferramenta essencial para mantê-lo funcionando perfeitamente. Ensinamos como instalar, ativar e usar o software.

Interferência de outros eletrônicos
Não só erros de aparelhos e programas relacionados ao computador são os responsáveis por tornar a conexão do Wi-Fi lenta ou inexistente, já que a interferência de outros dispositivos também pode causar o problema. O telefone sem fio, a babá eletrônica e até mesmo o microondas podem ser os causadores dos erros de conexão.

Alterar o canal da rede Wi-Fi pode aumentar a velocidade da sua Internet (Foto: pond5)

Isso acontece por causa da frequência na qual cada aparelho eletrônico doméstico funciona, que, muitas vezes, pode interferir na de outro dispositivo. A maioria dos problemas com os telefones sem fio, por exemplo, envolve produtos que operam em 2.4 GHz, o que pode atrapalhar redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

O mesmo problema de interferência pode ocorrer por causa da rede sem fio do seu vizinho. Isso porque a maior parte dos aparelhos Wi-Fi operam em uma faixa de frequência de 2.4 GHz, que pode acabar ficando “congestionada”. Nesse caso, troque o canal da sua rede para tentar solucionar o problema.

Distância entre aparelhos

Repetidores ajudam a melhorar sinal da internet (Foto: Divulgação/TP-Link)

Ainda, a distância entre o computador, notebook ou demais dispositivos e o roteador é outro fator importante a ser levado em conta. Quanto mais próximos, mais chances da conexão funcionar melhor e mais rápida. Isso porque quanto mais perto, mais forte será o sinal. Quanto mais longe, mais difícil será de captar um sinal com qualidade.

E vale lembrar que paredes também funcionam como interferência. Para solucionar esse problema, você pode investir em repetidores de sinal e conseguir uma melhor conexão para toda a sua casa.



6 hobbies que podem te tornar um empreendedor mais inteligente

Atividades prazerosas te ajudam a ficar mais esperto; confira quais



Dicas podem ajudar até seu cérebro a se readaptar a novas situações (Foto: ThinkStock)

Para se tornar uma pessoa mais inteligente, normalmente devemos aprender coisas novas na escola e no trabalho. No entanto, é possível ampliar seus horizontes fazendo o que se gosta.


Segundo Christina Baldassare, especialista em empreendedorismo americano, alguns hobbies são bastante úteis para te tornar mais inteligente. Confira algumas das habilidades que, de acordo com a ciência, podem ajudar. A reportagem foi publicada originalmente na "Entrepreneur".

1. Tocar um instrumento musical
Segundo estudos de neurologia, a prática musical leva ao aperfeiçoamento do corpo caloso, uma estrutura que conecta os dois hemisférios do nosso cérebro. Um corpo caloso mais forte permite a transferência mais rápida de informações entre cada parte do cérebro, o que faz com que quem pratique música tenha mais criatividade e coordenações analítica e motora, bem como habilidades acima da média em matemática.

2. Ler
O simples hábito de ler faz com que você seja menos estressado e tenha facilidade em resolver problemas, identificar padrões, aperfeiçoar processos na empresa e interpretar as sensações de outras pessoas. Além disso, você amplia seu vocabulário de palavras e tem mais chances de se expressar melhor, de acordo com Christina.

3. Aprender uma nova língua
Ao se dedicar a um novo idioma, você, basicamente, exercita a sua memória e associa palavras do português a sinônimos na língua que você está estudando. Ter uma boa memória e saber fazer associações são habilidades que também podem ser úteis no escritório. Pessoas que falam vários idiomas são melhores na resolução de problemas do que pessoas que não dominam outra língua.

4. Acumular conhecimento sobre alguma coisa
Também de acordo com a ciência, o acúmulo de conhecimento faz bem para a memória. Tal acúmulo pode ser de qualquer tema. Não é necessário nem saber muito sobre algo importante para os negócios. Se você gostar de pássaros, exemplifica Christina, aprenda muito sobre eles. Ela afirma que, por mais que você se dedique ao acúmulo de um único assunto, sua memória melhorará como um todo, em todos os aspectos da sua vida.

5. "Malhar" seu cérebro
Christina afirma que atividades que estimulem o raciocínio, como palavras cruzadas, charadas e jogos de estratégia, estimulam a neuroplasticidade do cérebro. Essa capacidade permite que, literalmente, seu cérebro possa reorganizar e remodelar suas conexões e se adaptar a novidades em sua vida. Como sempre precisamos aprender coisas novas e enfrentar mudanças, é bom deixar o cérebro preparado.

6. Meditar
Em 1992, o atual Dalai Lama convidou o cientista americano Richard Davidson para registrar sua atividade cerebral e a de monges que o seguem após sessões de meditação. A conclusão de Davidson é que os avaliados, ao meditar por muito tempo (algo como dezenas de milhares de horas, segundo ele) em busca de um objetivo, como ser mais tranquilo, conseguiram alterar a estrutura de seus cérebros. Ou seja, fechar os olhos e pensar nas mudanças que deseja para si também pode aumentar a sua neuroplasticidade, de acordo com Christina.



Corretor online: uma ferramenta estratégica para suas vendas


A popularização do acesso à internet alterou o comportamento do consumidor e esta realidade tende a ganhar cada vez mais força. Diante deste cenário, vemos surgir novas formas de interação entre os corretores e seus clientes e uma ferramenta pode se tornar um grande diferencial. Estou falando do corretor online.

Com uma plataforma de fácil utilização, o corretor online proporciona um contato rápido entre o cliente e o profissional da intermediação. Um dos seus principais benefícios está na flexibilidade na forma de atendimento.

O cliente pode estar em qualquer lugar, realizando até outras tarefas ao mesmo tempo em que faz a pesquisa sobre o imóvel. Estas características otimizam o tempo e qualificam a busca, pois o cliente pode contar com o auxilio de um corretor capacitado para atendê-lo.

Por isso, o corretor online deixa de ser apenas uma possibilidade a mais oferecida para se tornar uma ferramenta estratégica de relacionamento e, consequentemente, um catalisador de novos negócios.

Perante sua importância, esta ferramenta precisa ser bem planejada. No artigo de hoje vamos abordar algumas dicas que podem potencializar a gestão do corretor online. Vamos evoluir juntos.

1. Identificar o perfil do corretor real é essencial

O corretor online não é como uma secretária eletrônica que já vem com mensagens pré-programadas. Por trás da ferramenta há um corretor real que precisa estar capacitado para atuar no ambiente digital.

É importante que este corretor tenha habilidade com o computador e esteja acostumado com a rotina de uma conversa online, uma vez que o diálogo no chat tem um ritmo diferenciado de um encontro presencial.

Além disso, cada cliente tem um tempo de resposta diferenciado e não entender essa especificidade pode gerar ruídos na comunicação. Por isso, o corretor real responsável pelo atendimento online deve ter paciência e atenção redobradas.

E mais, este profissional precisa ter a capacidade de personalizar o seu atendimento, mesmo que ele seja feito no ambiente digital. Com isso, mais do que nunca, é fundamental compreender que o corretor online é uma pessoa, e que o cliente gosta de se relacionar com pessoas e não com máquinas.

O computador, neste caso, é apenas mais um canal de diálogo, mas o cliente quer um corretor real que o entenda e interprete seus sinais de compras e desejos. #ficadica

2. O português deve ser usado corretamente em qualquer circunstância

A plataforma do corretor online é muito parecida com as que usamos nas conversas informais com os nossos amigos, mas de maneira nenhuma podemos confundir estes espaços.

Não é porque você usa “pq” para perguntar algo ao seu amigo que terá a mesma atitude com o seu cliente. No momento do atendimento, o corretor está em seu espaço profissional e, como tal, deve se comportar. Portanto, nada de abreviações, gírias ou erros gramaticais.

Nas conversas informais estes detalhes não fazem diferença, mas no ambiente de trabalho qualquer deslize pode minimizar as chances de um atendimento bem sucedido.

3. Saber explorar bem o espaço digital é um diferencial

Se o cliente escolheu o corretor online como canal prioritário de interação, solicitar o número de telefone nos primeiros segundos de chat é um grande erro.

Construa um relacionamento e envolva o cliente, saiba explorar o ambiente digital. Caso haja a necessidade de transferir a conversa para o telefone, isso deve acontecer de uma forma natural, ao longo do atendimento.

E mais, as possibilidades de realizar a venda são aumentadas quando a conversa pelo telefone é demandada pelo próprio cliente.

Diante disso, é fundamental ter um departamento ou equipe específica para gerenciar o corretor online, estabelecendo, assim, parâmetros para o atendimento e garantindo mais qualidade e credibilidade ao serviço oferecido.

4. Crie expectativa e converta o atendimento em visita

A possibilidade de fazer um direcionamento de percepção em relação ao imóvel certamente é potencializado em um atendimento pessoal. Logo, o corretor precisa criar mecanismos que provoquem no cliente o desejo de visitar o imóvel.

Uma estratégia que usava era passar informações precisas, mas não completas. Isso aguçava a curiosidade e gerava a expectativa de conhecer pessoalmente o empreendimento.

Contudo, é importante estar atento. Se o seu cliente estiver em outro estado ou país, a probabilidade deste recurso não ser aplicável é muito grande. E neste caso, o diferencial será o conhecimento do corretor.

Por isso, é essencial ter estudos, matérias e análises que fundamentem os seus argumentos. Tal atitude passará mais credibilidade para o seu cliente.

5. Realizar plantões é fundamental

Com o advento da internet, o conceito de horário comercial sofreu certa ruptura. Um site não sai do ar quando o último funcionário apaga a luz, a página continua lá disponível para o acesso do cliente.

Desse modo, oferecer horários flexíveis de atendimento é um diferencial que tende a ganhar cada vez mais relevância. Muitas vezes, durante o dia, o cliente não tem tempo para ir ao salão de vendas e ter a possibilidade de contar com um atendimento em horários não convencionais pode ser um grande propulsor de novos negócios.

E eu garanto a você que é possível fechar um negócio durante a madrugada. Tive uma experiência muito interessante em uma imobiliária na qual era executivo. Certa vez, um atendimento por meio do corretor online teve início às 00h30 e às 08 horas da manhã seguinte o contrato estava assinado.

Quem não estiver atento a esta mudança de comportamento do mercado, corre o risco de ficar ultrapassado.

6. Monitorar para evoluir: este é o lema

Um dos grandes diferenciais de um site é a possibilidade de fazer um mapeamento mais assertivo do perfil do seu cliente. Por meio do monitoramento é possível saber de onde são os clientes, quais páginas ele visitou no site, que palavra-chave ele utilizou para encontrar o seu site, quanto tempo durou o acesso, entre outros.

Estes elementos permitem gerar indicadores que, se bem analisados, podem ser transformados em inteligência competitiva para, assim, otimizar o site e catalisar novos negócios.

Diante de todas essas possibilidades, não se pode negar que o corretor online é uma ferramenta que precisa de um olhar mais estratégico dos profissionais do mercado. Contudo, de nada vale compreender estas dicas e não colocá-las em prática.

Quando um cliente procura pelo atendimento online, ele espera um serviço diferenciado e bem feito. Não adianta ter um ícone no seu site direcionando para o corretor online e, no momento em que o cliente acessa o link, não tem ninguém para atendê-lo ou o corretor demora demais para responder ao chamado. A regra básica é a resposta rápida.

Outro comportamento ao qual o corretor precisar estar atento é quanto ao começo do contato. Não é porque o corretor consegue visualizar que um cliente está online que ele deve convidá-lo para o chat. A iniciativa de interagir com o corretor online deve partir do cliente.



Enquanto banco dificulta financiamento, construtora facilita

Casa e moedas: PDG promete complementar o valor financiado pelo 
banco e devolver o valor do contrato caso o crédito não seja aprovado

Com a piora da economia e o aumento dos níveis de inadimplência dos consumidores, bancos como a Caixa passaram a restringir a concessão de crédito imobiliário. Na tentativa de evitar o desaquecimento do mercado imobiliário, construtoras têm facilitado as condições de pagamento para compra do imóvel e chegam até a bancar parte do valor do financiamento.

É o caso da PDG, que realiza até o dia 17 de julho uma campanha que oferece descontos e facilidades na compra de imóveis residenciais e comerciais localizados em 69 empreendimentos pelo país.

Ao comprar um apartamento na planta, a empresa promete devolver aos clientes as parcelas recebidas durante a construção do imóvel se o financiamento não for aprovado pelo banco por insuficiência de renda na entrega das chaves. O benefício é válido por dois meses após o término do contrato com a construtora e, para utilizá-lo, é necessário estar com os pagamentos em dia.

Se o banco não conceder crédito equivalente a 80% do valor do imóvel, a construtora também se propõe a financiar durante três anos a diferença de valor necessária para alcançar esse porcentual, limitado a até 20% do preço da unidade. Já quem quiser investir em imóveis comerciais agora pode financiar a unidade diretamente com a construtora. 

Essas facilidades serão oferecidas para clientes que comprarem imóveis durante uma campanha realizada pela PDG nesta semana. Para mais informações sobre o evento, basta acessar o site da campanha. 

Os apartamentos vendidos no evento têm de um a quatro quartos, medem entre 40 metros quadrados e 250 metros quadrados e estão localizados nas cidades de São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Campinas (SP), Curitiba (PR), Santo André (SP), Guarulhos (SP), Barueri (SP), Ribeirão Preto (SP), Diadema (SP), Piracicaba (SP), Jundiaí (SP), Taboão da Serra (SP), Santos (SP), São Bernardo do Campo (SP), Caxias do Sul (RS), Marituba (PA), Belém (PA), São Luís (MA), Ananindeua (PA), Salvador (BA), Manaus (AM), Lauro de Freitas (BA) e Brasília (DF).

Momento é de oportunidades:
A restrição do crédito imobiliário reduz a demanda pela compra de casas e apartamentos. Como consequência, a queda nas vendas das unidades amplia a possibilidade de o comprador negociar descontos nos preços das unidades e realizar um bom negócio.

Por outro lado, financiar um imóvel agora não é indicado para compradores que estejam inseguros em relação à manutenção do seu emprego nos próximos meses. Para quem não tem reservas financeiras para suportar o pagamento das prestações da dívida diante de uma eventual perda de renda, pode ser melhor adiar a compra.



Multivacinação em Igaratá


A Secretaria da Saúde de Igaratá realiza, a partir do próximo sábado, dia 15, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Atualização de Caderneta de Vacinação, que será estendida até o dia 31 de agosto de 2015.

O Dia “D” da vacinação acontecerá no sábado (15) no Posto de Saúde do Centro, das 08h00 às 17h00, onde deverão ser vacinadas as crianças com idades entre 0 e 5 anos.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica Municipal de Igaratá, a meta para a vacinação contra a Poliomielite no município é atingir 95% do público-alvo (em torno de 550 crianças).

A imunização contra a poliomielite tem como objetivo manter elevada a cobertura vacinal contra a doença, de forma homogênea, em todos os municípios, visando evitar a reintrodução do vírus no país. Desta forma, garantindo a condição de país certificado internacionalmente para a erradicação da pólio.

No Brasil, o último caso de poliomielite foi registrado em 1989. Apesar disso, dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que opoliovírus ainda está presente em 19 países, o que é um fator de risco.

O objetivo da multivacinação tem como meta, resgatar crianças menores de cinco anos que estejam com a carteira de vacinação em atraso.

A Unidade Mista de Saúde “Antonia Ramos Prianti” fica na Avenida Benedito Rodrigues de Freitas, 300, no centro de Igaratá.




Consultor imobiliário: o que faz?


Ao andar pelas ruas do Brasil se você perguntasse qual é o sonho de consumo das pessoas, ouviria certamente muitas pessoas dizendo que a compra a casa própria é o sonho. Isso reflete a importância que as pessoas dão à aquisição do seu imóvel próprio, diante desse cenário a contratação de um profissional na área imobiliária torna-se interessante. O consultor imobiliário é o profissional mais indicado para essa importante decisão na vida de muitos.

O consultor imobiliário tem como funções efetuar a prospecção e análise do imóvel para o cliente, ele deve possuir conhecimentos nas áreas de arquitetura, engenharia, decoração, paisagismo e demais conceitos relacionados à estética e funcionalidade dos imóveis. Vale ressaltar que esse profissional deve possuir conhecimentos profundos de direito imobiliário e demais pormenores burocráticos que envolvam a compra/venda de um imóvel.

Adquirir um imóvel seja ele comercial ou residencial envolve uma série de fatores que o consultor deve estar esclarecido, como por exemplo, políticas públicas de asfaltamento, saneamento, segurança pública, incentivos fiscais e demais políticas que possam eventualmente valorizar ou desvalorizar a região. 

O consultor deve possuir conhecimento sobre o mapa comercial da região e demais índices que possam interferir no processo de compra, transparência é a palavra chave para que o consultor mantenha a credibilidade não apenas sua como de todo o setor.

O consultor imobiliário é o profissional mais indicado para auxiliar as pessoas em geral a tomarem uma decisão tão importante, que é a aquisição de um imóvel. Procure optar por profissionais bem conceituados em sua região, afinal de contas a compra de um imóvel é um investimento para a vida toda, nada mais sensato que contar com um auxílio qualificado para a tomada dessa decisão.



As vantagens do segmento de beleza no e-commerce


O segmento de cosméticos no e-commerce tem conquistado destaque nacional. As lojas virtuais direcionadas a este ramo estão conquistando espaço, principalmente, no gosto das consumidoras, uma vez que cerca de 70% das compras são feitas por mulheres.

O público feminino encontrou no e-commerce a facilidade e comodidade para comprar seus produtos; e as oportunidades para quem deseja investir nesse nicho são ótimas. Destacamos a seguir características desse modelo de negócio:

Frete simplificado. Como os produtos cosméticos, normalmente, são pequenos e leves; isso facilita a política e o processo logístico da sua empresa.

Alta frequência de compra. Por serem produtos de recompra, seus clientes tendem a sempre a voltar a comprar em sua loja. Para isso, vale garantir um bom atendimento ao consumidor e uma experiência completamente agradável.

Público-alvo feminino. Como falamos, as mulheres são as grandes consumidoras de cosméticos, e não podemos desconsiderar que sua participação em compras virtuais permanecem crescentes.

Clusterização. É claro que concorrer com os e-commerces já consolidados é uma tarefa difícil. Por isso, vale personalizar e filtrar ainda mais seu público, valendo-se de produtos específicos para características específicas, por exemplo, produtos apenas para mulheres acima de tal idade; itens apenas para gestantes, etc.

Se o seu objetivo é apostar em uma loja virtual no segmento de beleza, atente-se às vantagens e dicas. Sucesso!



KIT ESTAMPE SUA IDÉIA - DIA DOS PAIS

Ótima oportunidade para você presentear seu pai com um produto personalizado por você!

 



Este Kit é composto por:

1 CAMISETA BRANCA EM POLIÉSTER 

1 CANECA PLASTICA BRANCA DE 300 ML

1 AZULEJO 15 X 15 COM SUPORTE PARA MESA

1 MOUSE PAD ( CORAÇÃO, QUADRADO, REDONDO, OCTAGONO OU OVAL)

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BASTA ESCOLHER OS TAMANHOS DE CAMISETA, MODELO DO MOUSE PAD E NOS ENVIAR POR E-MAIL Á OU ÁS ARTES QUE DESEJA QUE SEJAM ESTAMPADAS NOS ITENS!

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