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Prefeitura de Igaratá adquire Minicarregadeira e Rolo Compactador


A cidade de Igaratá passa a contar com mais dois recursos que devem auxiliar nos serviços públicos municipais. Desta vez uma minicarregadeira e um rolo compactador foram entregues à cidade na manhã de ontem, 17. 

A minicarregadeira compacta BobCat, modelo S185 foi adquirida com recursos do Orçamento Geral da União (Ogu), pelo valor de R$ 90 mil, através de emenda do parlamentar republicano Valdemar Costa Neto.

Segundo informações do Setor de Serviços Públicos municipais, a máquina deverá ser utilizada para a realização da limpeza urbana, auxiliando na remoção de entulho, além de efetuar diversos serviços de limpeza nas vias municipais.
O rolo compactador adquirido pela Administração Municipal pelo valor de R$225 mil, também deve-se a verba oriunda do Ogu, através de emenda parlamentar do Deputado Federal Valdemar Costa Neto. A máquina da Marca Combat, modelo CB250 será utilizada para compactar solo, cascalho, concreto ou asfalto. Antes da aquisição, a prefeitura necessitava terceirizar o serviço.




Deixe o frio de fora 2

Sistemas de aquecimento residencial aumentam conforto térmico na parte interna da casa, além de poderem auxiliar no aquecimento da água de consumo e de piscinas

Texto: Helder Maldonado  - Fotos: Divulgação


Para casas com mais de 300 m² de área construída, o melhor é instalar o sistema hidráulico. "O motivo é simples: para funcionar, esse piso radiante necessita de uma fonte externa de geração de calor, como uma caldeira a gás", explica Cleverson Aislan Callera, da área de Vendas Técnicas da Astra.

Apesar de cara, a caldeira também pode ter outras funções na residência, como aquecer a água de consumo ou de piscinas. Se o piso hidráulico for instalado em casa já construída, pode diminuir o pé-direito em até 8 cm.

O funcionamento é semelhante ao do piso elétrico. Porém, necessita de distribuidores, bombas d'água e uma fonte externa para gerar calor. "Nesse caso, geralmente utiliza-se uma caldeira mural a gás. O custo dessa peça gira em torno de R$ 5 mil", informa Thyago Ferreira, consultor de assistência técnica da divisão de Termotecnologia da Bosch. Com consumo de 100 kWh por m² e custo de R$ 350 por m² instalado, esse sistema exige manutenção anual na caldeira, queimadores e bicos injetores, o que fica em torno R$ 1 mil.



O piso radiante hidráulico da Astra utiliza tubulação de polietileno para circular a água aquecida . Pode ser instalado sob qualquer tipo de revestimento e em áreas úmidas, como banheiros e beiras de piscinas. As linhas verticais de calor proporcionam temperatura uniforme em todo o piso e no ambiente. O modelo elétrico também pode ser instalado em paredes para diminuir umidade e mofo


Outra possibilidade do sistema hidráulico é aquecer a água por energia solar. Essa opção é indicada para instalação pelo fabricante de pisos da marca Emmeti. Segundo a empresa, a escolha é sustentável e econômica, pois não há custo mensal, apenas o inicial, de instalação. Uma facilidade oferecida pela Emmetti é o monitoramento à distância (via internet, computador ou celular), o que demonstra a preocupação em aumentar cada vez mais a tecnologia dos pisos hidráulicos.

Radiadores de paredes
Talvez um dos modelos de aquecimento mais antigos que existe, os radiadores de parede são facilmente notados nos ambientes, pois ocupam espaço na parte interna dos comôdos. Além disso, geralmente necessitam de fonte externa de geração de energia, como uma caldeira a gás, que é conectada aos radiadores por meio de canos. A água circula dentro dos radiadores, nos quais é aquecida, climatizando os ambientes por radiação. "Por isso, o sistema é indicado para construções com mais de 50 m², já que o investimento é alto", completa Rodrigo Lopes, da Ateliê do Clima.


Nos irradiadores de parede as linhas convectivas de calor não aquecem o ambiente por inteiro. A instalação requer planejamento, já que o aparelho ocupa espaço interno da casa e necessita de uma fonte de alimentação, como caldeira a gás, por exemplo O corte ilustrativo abaixo revela a malha de resistências elétricas e blindadas utilizadas no piso radiante elétrico da Astra



Fonte:  http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/

Ação Jovem beneficia jovens de Igaratá

 Em meio a era do conhecimento, cujas nações fomentam a erradicação do analfabetismo e o estímulo a formação contínua e o incentivo a cultura, o município de Igaratá galgou um importante passo em prol da educação engajando-se ao projeto Ação Jovem.



Segundo a assistente social Elimar Ferreira de Souza o programa atende a 30 jovens do município, número este que estendeu-se na última quarta-feira devido ao cadastro de mais 15 jovens  na secretaria de assistência social de Igaratá.

O programa Ação Jovem foi criado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social de São Paulo (SEADS) em 2004, e já beneficiou mais de 255 mil jovens, o programa almeja atender a jovens de baixa renda e vulnerabilidade social e propiciar a inclusão social, fornecendo um apoio financeiro temporário, que perdura 12 meses, podendo ser prorrogado em até 36 meses desde que o requerente atenda aos critérios do programa, no intuito de estimulara permanência na escola e a conclusão da escolaridade básica, consequentemente, a inserção social e o exercício da cidadania.

Os jovens interessados nas inscrições do programa devem cadastrar-se na localidade em que residem, nos postos credenciados pelo programa Ação Jovem, geralmente, situados em órgãos da prefeitura, como a Secretaria de Assistência Social do município. É importante salientar que o cadastro só será realizado se o candidato atender aos requisitos do programa, sendo elas a faixa etária de 15 a 24 anos, ensino fundamental e/ou médio ou EJA incompleto e estar matriculado numa instituição de ensino.

A iniciativa da Secretaria de assistência social de Igaratá em possibilitar o acesso ao programa Ação Jovem denota o cuidado no atendimento aos jovens de baixa renda, e o incentivo a políticas de inclusão social, explicitando o interesse da prefeitura em incentivar a conclusão da escolaridade básica e proporcionar oportunidades de ingresso no mercado de trabalho, o acesso a cultura e, principalmente, promover a igualdade social.


Fonte: Bruna Aparecida Nascimento  - Redação Santa Isabel On-line

Deixe o frio de fora

Sistemas de aquecimento residencial aumentam conforto térmico na parte interna da casa, além de poderem auxiliar no aquecimento da água de consumo e de piscinas.

Texto: Helder Maldonado Fotos: Divulgação

Esta ilustração simula um raio-x do piso, revelando a instalação dos tubos elétricos de calefação

Ventiladores e condicionadores de ar são indispensáveis nas residências brasileiras. Afinal, o calor impera durante quase o ano todo. Mas, principalmente no sul e no sudeste, ocorrem longos períodos de baixa temperatura. E não adianta procurar aconchego contra o frio dentro de casa, pois grande parte das residências dessas regiões é construída sem sistema de aquecimento.

Ainda hoje, a atitude mais corriqueira para diminuir o desconforto climático dentro dos imóveis é recorrer a aquecedores portáteis, que são paliativos nessa luta contra o frio. Mas por que não instalar sistemas fixos de geração de calor, como pisos radiantes, condicionadores de ar com ciclo reverso ou radiadores de parede?

A resposta é simples: muitos proprietários os desconhecem ou imaginam que a instalação será muito dispendiosa. Dependendo do modelo escolhido, o custo-benefício pode mesmo não ser favorável. Contudo, uma coisa é certa: se houver arrependimentos e a instalação de sistemas de calefação for realizada após a finalização da obra, os gastos e as dores de cabeça poderão ser bem maiores. Abaixo, conheça os diferentes sistemas de aquecimento existentes no mercado nacional, suas indicações, vantagens, preços e onde encontrá-los.

Esquema de instalação de piso aquecido hidráulico da EMETTI, com aquecedor de passagem a gás
Piso radiante

Imagine a cena: do lado de fora da casa, 15º C ou menos. E, apesar disso, o clima interno está aconchegante e você ainda pode andar descalço sobre um piso aquecido. Pois é. O piso radiante possibilita esse conforto. Popular na Europa e com grande procura nas regiões serranas brasileiras, o sistema é moderno e o único que distribui calor de maneira uniforme pelo ambiente. Disponível nas versões elétrica e hidráulica, não emite ruído e custa menos de 5% do valor da obra - em média, R$ 130 o m² já instalado.

A versão elétrica é indicada para áreas de até 300 m². "Para sua instalação, é necessário que seja criado um projeto conjunto entre arquiteto, engenheiro e empresa especializada no sistema. Para colocação em casa já construída, o contrapiso específico aplicado sobre as serpentinas elétricas diminui o pé-direito em até 5 cm", declara Rodrigo Lopes, proprietário da Ateliê do Clima.


Qualquer revestimento pode ser colocado sobre o piso radiante, porém, é mais usual optar por cerâmicas e pedras. Esse sistema de climatização não produz ruído. Ao ser ligado, a manta de serpentinas calefatoras aquece o piso. Após 20 minutos, no máximo, o calor é expandido para o ambiente, fazendo com que o ar frio (mais denso) desça e o ar quente (mais leve) ocupe seu espaço. Além do piso, é necessário instalar reguladores de temperatura, termostatos e compactadores no quadro de energia. "Pode também ser aplicado em paredes para diminuir a umidade e o mofo", comenta Lopes.

Com um consumo de 100 kWh por m² (o equivalente ao gasto de uma lâmpada incandescente), manter o piso elétrico ligado durante quatro horas por dia (período de funcionamento suficiente para o sistema proporcionar um dia todo de clima aconchegante) em um ambiente de 100 m² pode aumentar a conta de luz em até R$ 200 no final de um mês. Segundo o fabricante, esse piso não exige manutenção e tem vida útil de até 50 anos.

Nos sistemas a gás, a caldeira é conectada aos pisos radiantes hidráulicos ou radiadores de parede e pode ser reaproveitada para o aquecimento da água de consumo ou de piscinas   Com o cronotermostato da Astra é possível fazer o controle das temperaturas do ambiente e do piso de maneira independente e a programação semanal, com ajuste de hora em hora



Fonte:  http://revistacasaeconstrucao.uol.com.br/



Planta limitada é coisa do passado

Cômodos unidos, mais luz e cores vivas criaram um lar muito melhor. Para dar adeus ao estilo de 1970!
Por Roberta Benzati  - Fotos Pedro Abude


VOLUMES

A fachada frontal ganhou nova pintura e uma área coberta que funciona como garagem. Um volume, onde atualmente fica o hall, também foi agregado à composição.

O assoalho de madeira ipê que demarca o hall de entrada era do antigo piso da sala, que foi reaproveitado. A residência térrea, construída no final dos anos 1970, possuía um desenho tradicional, com cômodos bem separados.

A configuração não se adequava mais às necessidades de seus moradores, que almejavam espaços integrados. Por isso, era preciso dar nova função aos ambientes e garantir sensação de uma casa mais ampla, iluminada e ventilada, sem que houvesse aumento da área construída.

  
Em um só espaço

A mudança mais significativa ocorreu na área social. A arquiteta Mariana Brunelli demoliu todas as paredes a fim de unificar os ambientes. Janelas e portas ganharam pintura branca e foram ampliadas para favorecer a iluminação e ventilação naturais. Ainda com a ideia de integrar os espaços, foi escolhido um único piso, o porcelanato, para toda a casa, solução que também diminuiu os custos da obra (as peças aplicadas custaram R$ 6 mil).

Sala de visita, espaço da lareira, copa e corredor foram transformados em um único ambiente: o estar amplo


VERSATILIDADE
A cozinha se abriu para o estar e a bancada de granito ganhou dupla função: de um lado faz as vezes de pia e apoio para cozinhar, e do outro é balcão para refeições rápidas.

Sob medida

O espaço de preparo das refeições foi ampliado e integrado, com a quebra das paredes. Os móveis planejados, desenhados pela arquiteta, aproveitam o espaço (saíram por R$ 7 mil). Foi criada ainda uma área de serviço contígua à cozinha; na divisória, porta de vidro e basculantes trazem luz para o interior.



Jardim de inverno 

A porta que dava acesso ao jardim interno, de modelo e tamanho convencionais, se transformou em uma porta de correr com 1,80 m de largura. Quando aberta, suas folhas correm para trás da parede e integram o ambiente ao estar. O espaço ainda ganhou cobertura de vidro laminado transparente sobre uma estrutura metálica, e a luz que recebe durante o dia contribui para a iluminação da área social.

Aposte!
Cor nas paredes é uma saída simples para delimitar ambientes integrados. Aqui, o verde e o amarelo destacam as áreas.


Trabalhar em casa
O escritório, que fica próximo à garagem e antigamente era um quarto, ganhou janelas generosas, para integrá-lo à área externa. A bancada e os armários possuem desenho especial, adaptado ao espaço. Já o banheiro social passou a exercer função de lavabo, e a área da ducha foi isolada por uma parede de alvenaria. Os revestimentos e metais dos dois banheiros foram trocados por outros mais modernos.


Construção sustentável

A reforma, que levou seis meses para ficar pronta, prezou conforto, unificação dos espaços e aproveitamento das condições naturais, como luz solar e ventilação - uma ótima maneira, aliás, de reduzir o consumo de energia da residência. Ao todo, os serviços com mão de obra, marcenaria e revestimentos ficaram em R$ 60 mil.



As paredes do lavabo foram revestidas com porcelanato rústico (Incepa) que lembra aço corten.




Fonte:  http://portalcasaecia.uol.com.br/

Represa do rio Jaguari

O rio Jaguari é represado ao entrar em território paulista, sendo este um dos reservatórios integrantes do sistema produtor de água chamado Cantareira, construído para permitir a reversão de água da bacia do Piracicaba para a bacia do Alto Tietê, como reforço ao abastecimento público da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). São revertidos aproximadamente 33 m³/s, dos quais 31 m³/s originados dos formadores do Piracicaba (Jaguari e Atibaia). (Hidroplan, 1997).

O rio Jaguari é um rio brasileiro dos estados de São Paulo e Minas Gerais, por atravessar dois Estados, o Jaguari é considerado um rio federal, e sua bacia sua abrange quatro municípios mineiros e quinze paulistas. Dentre muitos municípios, drena as águas de Holambra, conhecida nacionalmente como a cidade das flores.

As nascentes do rio Jaguari estão localizadas no estado de Minas Gerais, nos municípios de Sapucaí-Mirim, Camanducaia e Itapeva.

Em Jaguariúna, São Paulo, o rio Jaguari recebe um afluente importante, o rio Camanducaia. Ao juntar-se com o Rio Atibaia, o Jaguari forma o rio Piracicaba, no município de Americana, São Paulo, seguindo até o município de Barra Bonita, São Paulo, onde ocorre sua foz junto ao Tietê.

No estado de São Paulo há um outro rio também chamado Jaguari, afluente da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul e que atravessa os municípios de Santa Isabel, Igaratá e Jacareí.

Nascente Serra da Mantiqueira
Débito médio 41 m³/s
Foz Rio Piracicaba, no município de Americana
Área da bacia 4 213 km²
Afluentes
principais
Rio Camanducaia









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Saiba o que fazer se a entrega do seu imóvel atrasar

Pedir indenização judicialmente é caminho para demora no fim da obra.
Secovi-SP alerta sobre cuidados antes de comprar na planta.
Daniel Buarque e Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo
Quem sofre com os atrasos na entrega de imóveis comprados na planta tem direito a pedir indenização, de acordo com Renata Reis, supervisora de assuntos financeiros e de habitação do Procon-SP. Além disso, se o atraso implicar em pagamento de aluguel no período do atraso ou comprovar despesas extras causadas pela demora nas obras, o comprador pode e deve pedir ressarcimento.

Segundo o advogado Marcelo Tapai, o consumidor tem 2 opções jurídicas em caso de atraso na entrega do imóvel comprado: desfazer o negócio, recebendo 100% do que pagou, ou esperar a conclusão da obra e pedir indenização pelo atraso.

“Algumas sentenças chegam a indenizar o comprador em 20% do valor do imóvel”, contou. Em um caso específico mostrado por ele, o comprador de um imóvel que demorou quase 1 ano além do prazo previsto para ser entregue conseguiu na Justiça o direito de desfazer o contrato, receber o que havia pago com correção e ainda ganhar R$ 50 mil em indenização por danos morais.

Concorrência e marketing
Segundo Odair Senra, vice-presidente de Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), a concorrência entre as construtoras fez com que as datas prometidas para entrega dos imóveis passassem a ser usadas como ferramenta de marketing. “Quem entregasse [o imóvel] mais rápido podia ter mais facilidade de venda. São condições de mercado”, disse. Segundo ele, não houve erro no planejamento dessas datas, entretanto. “Houve um volume de obras muito grande”, disse.

Senra diz que, no passado, era prevista uma data de término somente após a conclusão das fundações de cada obra, mas a tecnologia de construção permitiu que as datas de finalização fossem definidas desde antes do início das obras, entrando nos contratos.

De acordo com Senra, não é possível dizer se existe tendência de favorecer o consumidor nos processos judiciais por atraso na entrega de imóvel. Em entrevista ao G1, ele disse que não existe um acompanhamento do grupo em relação aos dados de justiça relativos a processos por causa de atraso na entrega dos imóveis. “Cada caso é julgado isoladamente, dependendo do que se pede e do motivo do atraso”, disse.

Segundo Tapai, no entanto, a Justiça muitas vezes favorece os compradores. “O Judiciário está atento à questão e tem dado razão aos consumidores e condenando as empresas ao pagamento de indenizações por danos materiais e morais. Essa é uma tendência e decisões nesse sentido são proferidas reiteradamente”, disse.

Cuidados antes da compra na plantaO Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) dá algumas recomendações para evitar problemas na compra do imóvel na planta:
 - ao escolher comprar um imóvel na planta, pesquise a história e a atuação da empresa construtora/incorporadora e, se possível, visite uma obra já entregue por ela;
 - peça uma cópia do registro da incorporação ao corretor e antes de assinar o contrato de compra e venda. Se possível, peça que o contrato seja revisado por um advogado de confiança;
 - acompanhe o estágio das obras por meio de visitas ao empreendimento ou pela internet, se esse serviço for oferecido pela empresa;
 - programe-se: os valores das prestações pagas durante o período da construção do empreendimento podem ser diferentes das parcelas de financiamento do saldo devedor;
 - fique atento: até a entrega das chaves, o saldo devedor é corrigido mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC ou Custo Unitário Básico – CUB);
 - após a entrega das chaves, você terá a opção de quitar a dívida, usar os recursos do FGTS para amortizar parte do valor – caso seja a aquisição do primeiro imóvel – e financiar o restante com o banco. "Há taxas atrativas e prazos longos disponíveis no mercado. O fundamental, no entanto, é que a parcela – fixa ou reajustável - caiba no seu bolso", recomenda o Secovi-SP;
 - após a liberação do financiamento, a assinatura da escritura do imóvel e a entrega das chaves, o comprador tem de pagar o Imposto sobre a transmissão de bens imóveis (ITBI ) à prefeitura e as taxas de registro cartorárias. Juntas, elas correspondem a aproximadamente 4% do valor de compra do imóvel;
 - nunca deixe de registrar sua escritura no Registro de Imóveis, mesmo que não tenha contratado financiamento;
 - quando receber o imóvel, leia as instruções de uso e o Manual do Proprietário para certificar-se das garantias da sua unidade. Os prazos legais são diferentes para os vários componentes.

Prejuízo para todos
Segundo as empresas de construção, não se pode acusar o setor de não se preocupar em cumprir os prazos estabelecidos para a entrega de imóveis.
"O atraso não é um problema só para o comprador. Quando demoramos a entregar um imóvel, o custo fixo que se tem com a obra é muito mais alto. Quando se alonga um prazo de entrega, se alongam os custos", explicou Rogério Jonas Zylberstajn, vice-presidente da RJZ Cyrela.

Para o vice-presidente de Imobiliário do Sinsudcon-SP, Odair Senra, é preciso deixar claro que não existe uma parte tendo vantagem e outra desvantagem. "Não queremos ter que incluir no orçamento uma multa por nao cumprir prazo", disse, alegando que o objetivo das construtoras é cumprir o prazo.

Segundo João Crestana, do Secovi, a consequência dos gargalos do setor é a soma de atrasos e prejuízos, tanto para as construtoras quanto para os consumidores. "Isso aumenta preços e diminui os lucros da indústria."

Governo aceita manter benefícios fiscais nos Estados

 
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que a União "simpatiza" com a proposta dos Estados de convalidar todos os benefícios fiscais concedidos por leis estaduais. O ministro disse que o governo federal concorda com a proposta, desde que ela seja aprovada no bojo da reforma tributária, que prevê a redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações interestaduais. 

Isso significaria, segundo Mantega, que todos os benefícios fiscais concedidos até agora permaneceriam, evitando-se um questionamento na Justiça. O ministro disse ainda que o governo concordou com o pedido dos Estados para que haja uma política de desenvolvimento regional utilizando tributos federais. Tributos como PIS, Cofins e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) podem ser usados como estímulos para que empresas se instalem nas regiões Norte e Nordeste.

Outro ponto que o governo concordou discutir com os Estados é a mudança na tributação do ICMS sobre o comércio eletrônico. O ministro informou que há uma grande preocupação dos Estados que não são fornecedores destes produtos. Segundo ele, o comércio eletrônico já corresponde a 15% do volume total de comércio no País e o ICMS arrecadado fica no Estado de origem - e não no de destino. Mantega disse que o governo concorda em buscar uma solução para que haja o compartilhamento do tributo entre os Estados.


agenciaestado 

Defesa do consumidor critica assinatura de telefonia fixa que cresceu 2.500%

SÃO PAULO – Em audiência pública realizada na terça-feira (14) pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, os parlamentares criticaram a cobrança de assinatura básica da telefonia fixa, as empresas do setor afirmaram que a redução da tarifa desequilibraria o setor e os órgãos de defesa do consumidor defenderam mudanças nas tarifas cobradas.

No encontro, a advogada da Proteste – Associação de Consumidores, Flávia Lefévre, afirmou que desde a privatização do setor, em 1998, o valor da assinatura aumentou 2.500%. “Isso pesou no bolso do brasileiro que não teve a renda aumentada nessa razão”, disse, de acordo com a Agência Câmara.
“A assinatura é injusta, alta e abusiva”, assinalou o deputado Weliton Prado (PT-MG). De acordo com o parlamentar, o fim da cobrança é o principal motivo de ligações para o Disque Câmara (0800 619 619). Na Casa tramita um projeto de lei (PL 5476/01) que prevê o fim da cobrança da assinatura básica. A medida, segundo a agência, motivou 540,2 mil ligações apenas no ano passado.

O superintendente de serviços da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Roberto Pinto Martins, explicou que o valor da assinatura básica tem o objetivo de cobrir gastos que independem do número de usuários, como os custos com a manutenção da rede e equipamentos.

Impactos no setor
“Nossa assinatura é mais barata que em muitos países como Espanha, Reino Unido, Chile, Alemanha, Austrália, entre outros”, afirmou o diretor executivo do Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal), Eduardo Levy.
Para ele, a redução da tarifa da assinatura básica teria forte impacto no setor, causando desequilíbrio. Como argumento, Levy disse que outros segmentos como água e energia também possuem assinatura. “São serviços com estrutura de custo semelhante à da telefonia”.
De acordo com Martins, da Anatel, as despesas das operadoras de telefonia fixa são maiores que as da telefonia móvel. Ele argumentou ainda que a assinatura básica é cobrada em 182 países. “Apenas Guatemala e Irã não cobram”.

Baixa renda
Durante a audiência, Martins afirmou que a agência estuda criar uma assinatura básica de R$ 14 para as famílias de baixa renda cadastradas nos programas sociais do governo. A medida pode ser incluída no Plano Geral de Metas de Universalização da Telefonia Fixa, que estabelece metas às concessionárias para o período de 2011 a 2015.

Para Flávia, da Proteste, ainda que a assinatura caia dos atuais R$ 40 para R$ 14, dificilmente as famílias de baixa renda vão aderir à telefonia fixa. “Essas pessoas vão comprar comida”, disse. “A população de baixa renda fica refém do telefone móvel pré-pago que só recebe chamadas”.

A advogada alerta que a tarifa no patamar em que está impede o acesso das famílias ao produto. E que hoje há 44 milhões de acessos fixos instalados, mas só 32 milhões contratados. “Os acessos que crescem hoje no Brasil são da classe média que assina os combos de telefone, televisão por assinatura e internet em banda larga”.

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