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Câmara de Igaratá aprova aumento nos salários de vereadores e prefeito

Vencimento do vice-prefeito da cidade também receberá reajuste. 

Proposta foi aprovada durante sessão nesta quarta-feira (24/06).


A Câmara de Igaratá (SP) aprovou aumento de 79% nos salários dos vereadores da cidade, válido a partir de 2017. A proposta foi aprovada durante sessão nesta quarta-feira (24) e também prevê reajuste nos salários do prefeito e do vice-prefeito.


Com a aprovação do projeto, os vereadores, que recebem cerca de R$ 2,4 mil, passarão a receber R$ 4,3 mil. O novo valor também é válido para o presidente da Câmara, que atualmente ganha 50% a mais do que os demais parlamentares. A medida foi aprovada por sete votos a favor e dois contrários – dos vereadores Gilmar Aparecida Barbosa (PR) e Benedito Carlos Filho (PSDB).

O maior aumento proposto no projeto foi para os vencimentos do vice-prefeito do município, que terá reajuste de 100% receberá R$ 6 mil na próxima legislatura. Já para o cargo de prefeito, que atualmente tem salário de R$ 8 mil, o novo valor passará para R$ 12 mil mensais.

De acordo com o presidente da Câmara, Nilton César Gonçalves Ferreira (PP), o último reajuste foi aprovado na legislatura anterior e aplicado desde 2012. Para Ferreira, o valor atual não está "equiparado" com a alta demanda de trabalho para os cargos no legislativo e executivo. Atualmente, a Câmara possui duas sessões ordinárias por mês.

"Na última sessão tinha fila de pessoas para pedir ajuda para os vereadores, a demanda é muito grande. Mas todo o reajuste foi feito dentro da lei, consultamos a parte jurídica e a contabilidade da Câmara para avaliar impacto financeiro", afirma Ferreira. Durante a sessão, parte do público presente protestou contra o reajuste.

Executivo
A Prefeitura de Igaratá foi procurada e afirmou, por meio de assessoria, que desconhece a proposta de autoria do legislativo e só vai comentar o caso após receber o projeto.



Grupo refaz trajeto do século 18 que ‘descobriu’ parte do interior de SP

Tropeada Paulista faz caminho de Itararé (SP) a Sorocaba (SP).
Cavalgada de 440 quilômetros lembra os desbravadores tropeiros.


Os 300 participantes da 10ª Tropeada Paulista refizeram no mês de maio um trajeto histórico que “descobriu” parte do interior de São Paulo. São diversas cidades que se formaram por serem pouso dos tropeiros, grupo do século 18 que tinha a missão de levar produtos do Rio Grande do Sul até Minas Gerais. A cavalgada começou em Itararé (SP), divisa com o estado do Paraná, no dia 21 e terminou em Sorocaba (SP), cidade que abrigava no passado a feira de muares e outros animais. Nos 11 dias de cavalgada eles passaram por outras dez cidades. 



Antigamente era tudo por mula. Então é como se, hoje em dia, todas as fábricas automobilísticas ficassem em Sorocaba" Antônio Defazio Neto

O presidente da Associação Cultural Caminho das Tropas, idealizadora do projeto, Antônio Defazio Neto, explica que a formação dos tropeiros se deu após 1732 quando o militar Cristóvão Pereira de Abreu foi contratado pela coroa portuguesa para desbravar o caminho de Campos de Viamão, no RS até MG. Defazio Neto ressalta a importância de Sorocaba para esses desbravadores: “Antigamente era tudo por mula. Então é como se, hoje em dia, todas as fábricas automobilísticas ficassem concentradas em Sorocaba”, afirma.



Entre uma cavalgada e outra, o grupo aproveita o tempo livre para preparar comidas típicas, como o arroz e feijão tropeiro, além de cantar músicas caipiras de raiz. Além disso, os animais recebem todo o tratamento necessário, desde o banho até os cuidados com as patas. “Tem que tratar muito bem, ver se o animal não cansou, se está suando demais. É preciso dar água com bastante frequência”, conta o ferrador e domador Tertuliano Rodrigues de Oliveira.

No percurso feito pelos tropeiros na década de 18 foram desbravados 3 mil quilômetros e 300 pontes de madeira construídas, diz Defazio Neto. “Se nós introduzirmos o tropeirismo dentro da grade escolar dos municípios que compõem o caminho paulista das tropas, estaremos resgatando a história para as gerações futuras”, finaliza.

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Companheirismo e amizade são ensinados pelos mais velhos aos mais novos (Foto: Carlos Alberto Soares/ TV TEM)Companheirismo é ensinado pelos mais velhos aos mais novos (Foto: Carlos Alberto Soares/ TV TEM)

via

Jewelbots

Startup coloca no mercado pulseira eletrônica da amizade


As Jewelbots prometem familiarizar as meninas com conceitos de programação ao mesmo tempo em que unem as amigas.

Adolescentes e pré-adolescentes são o público–alvo das pulseiras Jewelbots, criadas por uma startup de Nova York, nos Estados Unidos. As pulseiras, definidas como braceletes da amizade na era do iPhone, prometem ser mais uma forma de comunicação entre as meninas.

Com código aberto e uma linguagem de programação fácil e acessível, as usuárias da Jewelbots podem programar seus braceletes, através de um aplicativo, para que acendam quando um amigo estiver por perto ou quando enviam uma mensagem a um colega sentado no outro canto da sala de aula.

Conectadas ao celular e entre elas mesmas via Bluetooth, as pulseiras têm o objetivo de familiarizar as meninas com conceitos de programação ao mesmo tempo em que unem as amigas.

As donas da ideia são Sara Chipp, cofundadora da organização sem fins lucrativos Girl Develop It! e da empreendedora de moda e tecnologia Brooke Moreland.



Em quantos anos você compra um imóvel em 35 cidades do mundo


Levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e pelo portal de classificados Zap Imóveis mostra o tempo que se leva para comprar um imóvel em 35 cidades de diversas partes do mundo.

Para chegar ao resultado, a pesquisa leva em consideração a relação entre o preço médio dos imóveis nas cidades e a renda média da população.

"O forte aumento dos preços observado no Brasil na última década nos deu a impressão de que comprar um imóvel no país era muito mais difícil do que em outras partes do mundo", diz o Boletim FipeZap de abril, relatório por meio do qual o estudo foi divulgado.

Segundo as conclusões do boletim, contribuía para essa sensação o real valorizado, que gerava uma impressão de que os preços estavam fora da realidade ao comparar o mercado imobiliário de lugares como São Paulo e Rio de Janeiro com cidades estrangeiras, como Chicago, Miami ou Berlim.

Com a desvalorização do real e a desaceleração dos preços dos imóveis no Brasil, os dados da pesquisa mostram que a situação não é mais tão discrepante e os preços lá fora continuam atrativos, mas não como antes.

"Notadamente, há grande diferença entre as cidades mundo afora e particularmente entre as cidades brasileiras. Enquanto Porto Alegre e Salvador podem ser consideradas cidades com imóveis ‘baratos’ para a população local, Rio de Janeiro, São Paulo e Recife podem ser classificadas como cidades mais caras", afirma o Boletim FipeZap.

Ainda assim, o levantamento mostra que em cidades ícones do mundo em desenvolvimento, como Pequim, na China, e Moscou, na Rússia, e em outras capitais da América Latina como Bogotá, na Colômbia e Lima, no Peru, a população ainda leva mais tempo para comprar um imóvel do que em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Segundo o FipeZap, embora muito acelerado, o aumento dos preços no Brasil dos últimos anos não nos colocou em uma situação anormal para padrões internacionais.

"A notícia é ruim para as famílias brasileiras, que não devem esperar encontrar facilidades para a compra da casa própria nos próximos anos", diz o boletim.

Confira, na tabela abaixo, quanto tempo a população de cada cidade demora, em média, para conseguir comprar um imóvel de 70 metros quadrados.

CidadeTempo (em anos)*
Chicago (EUA)4,6
Miami (EUA)5,5
Cidade do Cabo (África do Sul)5,9
Montreal (Canadá)7,1
Porto Alegre (RS-Brasil)8,7
Berlim (Alemanha)9,6
Salvador (BA-Brasil)10,2
Cidade do México (México)10,4
Belo Horizonte (MG-Brasil)11,2
Sydney (Austrália)11,3
Nova York (EUA)11,5
Toronto (Canadá)11,6
Quito (Equador)12,8
Istambul (Turquia)12,9
Santiago do Chile (Chile)13,1
Lisboa (Portugal)13,3
Cairo (Egito)13,6
Recife (PE-Brasil)13,9
São Paulo (SP)14,7
Assunção (Paraguai)14,9
Buenos Aires (Argentina)15,7
Rio de Janeiro (RJ-Brasil)17,3
Seul (Coreia do Sul)18,2
Lima (Peru)19,2
Bogotá (Colômbia)20,2
Tel Aviv (Israel)20,4
Londres (Inglaterra)21,3
Paris (França)22,2
Beirute (Líbano)23,1
Cingapura (Cingapura)28,0
Moscou (Rússia)28,3
Roma (Itália)31,1
Caracas (Venezuela)33,1
Mumbai (Índia)41,8
Pequim (China)42,5
Fontes: Numbeo e FipeZap e IBGE (para as cidades brasileiras)

*A coluna tempo tomou como base a renda anual média do trabalhador para mostrar quantas vezes essa renda é necessária para pagar o imóvel.


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