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Telhas translúcidas:


12 modelos que deixam a luz entrar.

Saiba por que vale apostar nas telhas translúcidas feitas de acrílico, pet reciclado, vidro ou policarbonato.

Aquele cantinho escuro da casa tem solução – e sustentável! Usados em meio às outras, os modelos transparentes agem como ilhas de claridade. “São efcientes transmissores da luz natural e oferecem resistência a temperaturas altas e baixas”, observa a arquiteta Ana Perlla, sócia de José Júnior, de Belém.

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1. A telha americana de policarbonato da Atco mede 25 x 42 cm. A inclinação ideal para instalação é de 30%. Para cobrir 1 m², são necessárias 12 unidades. Custa R$ 20 cada uma.

2. Portuguesa de vidro reciclado (22 x 40 cm), a telha da Vidroluz vai bem onde o caimento tem no mínimo 30%. Cerca de 16 peças fecham 1 m². Por R$ 18,40 cada uma, na Cia. das Telhas.

3. Azul, a telha AL trapezoidalda Brasilvic é feita de PVC. Tem 110 cm de largura e o comprimento (até 12 m) varia de acordo com o projeto. Funciona mesmo em coberturas planas. Fechar 1 m² sai por cerca de R$ 31.

4. Da Tégula, modelo Plana de acrílico, com 33 x 42 cm. Pede caimento de 50%. É preciso somar 10,4 telhas para cobrir 1 m². Preço: R$ 65,44 por unidade.

5. A Prime T, de vidro, mede 33 x 42 cm e 1 m² leva 9,3 telhas, inclinadas a 30%. O valor da unidade fica em R$ 36, na Ibravir.

6. Da Belmetal, o modelo trapézio industrial é composto de policarbonato branco e leitoso. Grande, a peça mede 5,80 x 1,12 m e apenas uma delas cobre 5,80 m². O caimento mínimo é de 5%. R$ 242 cada uma.


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7. O modelo Onduclair, da Onduline (95 x 200 cm), é feito de policarbonato e pede ao menos 18% de inclinação. Basta 0,66 unidade por m². Cada uma vale R$ 115.
 
8. De policarbonato, a Ondulada Cristal mede 5,80 x 1,10 m e cobre 5,80 m². O caimento mínimo é de 5%. Da Belmetal, custa R$ 225.

9. Para fechar 1 m² com a telha romana da Prismatic, são necessárias 10,5 unidades de 29 x 48 cm. O caimento exigido é de 30%. À venda na Cia. das Telhas por R$ 69 a unidade.

10. Feito de vidro, o modelo colonial gigante (21 x 56 cm) da Prismatic deve ser instalado com ao menos 20% de inclinação. Fecha-se 1 m² com 16 unidades, à venda por R$ 53 cada uma, na Cia. das Telhas.

11. Da Eurotop, a telha romana (29 x 48 cm) leva pet reciclado injetado. Em 1 m² são usadas 10,5 peças – sempre em coberturas de ao menos 30%. Preço médio: R$ 22 cada uma.

12. A linha Double S, da Tégula, é de acrílico e mede 33 x 42 cm. Inclinação indicada: 30%. O m² requer 10,4 unidades. Custo: R$ 48,78 a peça.

O quesito temperatura merece atenção. 

“Uma grande área coberta com telhas transparentes tende a fcar mais quente do que uma forrada com telhas de concreto ou outro material. Isso se deve à passagem direta do calor do sol – não por causa da composição da peça”, explica o engenheiro Eduardo Tavares Carneiro, supervisor de desenvolvimento de produtos da Tégula. Por isso – e pelo custo mais alto, se comparado ao de alternativas opacas –, o ideal é aproveitar pontualmente os modelos translúcidos. 

Outras vantagens? 

“Aplicá-los no sótão evita a proliferação de morcegos e fungos na estrutura de madeira do telhado”, completa. Além das telhas de vidro e policarbonato, há opções de acrílico, pet reciclado e fbra de vidro. Antes da instalação, um arquiteto ou engenheiro devem avaliar a quantidade necessária de pontos a iluminar e o estado geral da cobertura. “Veja se a telha transparente encaixa nas já existentes e se a inclinação mínima do modelo está de acordo com a do telhado onde será instalada. Por fm, confra se o peso das peças será suportado”, ressalta o engenheiro Luiz Eduardo Lazzati, de São Paulo.


via  Casa.abril




 

Inspire-se: Reforma da chácara à beira da represa

Uma reforma nesta chácara criou novas acomodações, reconfigurou os espaços de lazer e conquistou a paisagem. 


 A construção se organiza em blocos que escalam o terreno íngreme a partir da margem da represa. Neste nível, apenas a piscina foi mantida, agora com borda de arenito. O deck, ampliado, abriga sauna e sala de ioga. Ao fundo, no alto, as casinhas de convidados. 


 A casa no alto do lote reduziu-se à estrutura e uma segunda foi erguida mais abaixo, equipada com espaços de lazer e convivência, tais como sauna, sala de ioga e churrasqueira. 


Por fim, surgiram ainda dois chalés para hóspedes. “Os clientes não queriam um resultado moderno demais, por isso alternei partes cobertas com laje e outras com telhadinho”, diz Kika. 


 Quanto aos acabamentos, o complexo ganhou coesão pela repetição de três elementos: cimento queimado branco, madeira e pedra natural, em diferentes versões. Para um efeito simples e acolhedor, a arquiteta elegeu o versátil arenito – ora em chapas, ora bruto – para pisos, bancadas e paredes. 



Resistente, o cumaru também deu um toque natural a decks, pergolados e esquadrias, ponto forte da obra. Sempre do piso ao teto, as portas e janelas estão por todo lado. “Trabalhei para que, de qualquer local da casa, estivesse ele no alto ou embaixo, os proprietários pudessem ver a represa toda vez que se recostassem para relaxar”, explica Kika. Afnal, trata-se do principal atrativo do lugar.



 








via   Casa Abril







'Infinito' e 'ilimitado' deviam sair do vocabulário das teles, diz Anatel

 
 Para o presidente da agência, João Rezende, os serviços das operadoras móveis ainda não melhoram o suficiente depois da suspensão da venda de novas linhas

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, disse nesta terça (11) que os serviços das operadoras de telefonia móvel ainda não melhoraram o suficiente depois da suspensão da venda de novas linhas, em julho deste ano. A liberação foi condicionada à apresentação de planos de melhoria dos serviços pelas operadoras TIM, Claro e Oi.  

“Ainda não dá para inferir que houve uma melhoria substancial, apenas estamos constatando que há uma estabilidade na prestação de serviço. Embora haja esforço das empresas, achamos que ainda está faltando muito para atingir o nível de qualidade que o Brasil precisa”, disse Rezende em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados.

O presidente da Anatel também criticou as operadoras, dizendo que as palavras “infinito e ilimitado” deveriam sair do vocabulário de propaganda das empresas. “Isso leva o usuário a achar que ele pode utilizar o serviço sem custo nenhum. Na verdade, nada é infinito, nada é ilimitado, existe limite para tudo e as empresas devem ter consciência para não confundir o consumidor”.

Ele afirmou que a Anatel vai continuar cobrando investimentos das empresas e acompanhando a execução dos planos de melhoria. “Mas temos que dar mais um tempo para fazer uma avaliação crítica em relação aos procedimentos que elas estão adotando”.

Rezende diz que os principais problemas no setor são nos serviços de dados, que apresentam índices abaixo dos previstos pela agência reguladora. Segundo ele, os pontos críticos estão relacionados a contas e cobranças, informações aos usuários e acesso à rede de dados.

O diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, afirma que os planos de melhoria das empresas tiveram aumento de 14% na previsão de investimentos até 2014. Segundo ele, as operadora ofereceram à Anatel informações detalhadas de planejamentos para melhoria de infraestrutura, dimensionamento da rede e expansão da cobertura.

* com informações da Agência Brasil


 via  Idg now



 


Por que Cemig, Cesp e Copel excluíram usinas da renovação

Recusa das elétricas em renovar contratos de geração comprometeu a meta de redução na conta de luz pretendida pelo governo, que passou de 20% para uma queda média de 16,7%


uncionários da CEMIG
Cemig: empresa desistiu de renovar os contratos de 18 usinas segundo as regras da MP 579

São Paulo – Terminou ontem a etapa de negociação entre governo e concessionárias de geração e transmissão de energia para renovação, por mais 30 anos, dos contratos por vencer entre 2015 e 2017. A partir de março do ano que vem, os consumidores brasileiros receberão uma conta de luz menor - porém com um desconto abaixo do prometido pelo Planalto em setembro.

Ao invés dos 20% de queda prometida para aliviar o setor industrial e aumentar sua competitividade, os grandes consumidores de energia terão um desconto médio de 16,7%, segundo estimativas iniciais da Aneel. A entidade ainda não tem números oficiais para a queda na conta de luz residencial, mas de acordo com cálculos do jornal Folha de S. Paulo, ela deve se aproximar de 10%.

Essa reviravolta nas contas deve-se, principalmente, à recusa de três elétricas em renovar os contratos de geração: Cesp (SP), Cemig (MG) e Copel (PR), que são controladas por seus respectivos estados - todos de governo tucano -, e juntas somam quase 40% do contratos de geração por vencer.

Ao optarem por não renovar, as companhias continuam a operação das usinas com base nos contratos atuais, mas terão que repassar os equipamentos à União em 2015 para que seja realizada um novo processo de licitação. Se aceitassem a renovação, as empresas deveriam se submeter às novas tarifas e indenizações definidas pelo governo, que incluem receitas até 70% menores. 

Veja por que elas disseram não à renovação de suas usinas:

Cesp

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp), controlada pelo governo paulista, rejeitou a renovação das concessões das usinas hidrelétricas de Ilha Solteira, Jupiá e Três Irmãos, que respondem por 67% da geração da empresa. A explicação vem do valor de remuneração e indenização para os ativos ainda não amortizados oferecidos pelo governo , considerados baixos pela empresa. 

Se aceitasse o pacote, a Cesp passaria a receber 184 milhões de reais pela prestação de serviço em 2013, embora seus custos girem em torno de 270 milhões de reais. Além disso, a Cesp tinha expectativa de receber 7,2 bilhões de reais em indenização, e o governo ofereceu apenas 1,8 bilhão de reais.

Cemig
Os ativos da Companhia Energética de Minas Gerais, Cemig, respondem por aproximadamente 5% da capacidade total de geração de eletricidade das usinas com concessões por vencer entre 2015 e 2017. A empresa desistiu ontem de renovar os contratos de 18 usinas segundo as regras da MP 579.

“Após todas as análises criteriosamente realizadas não foi possível aderir”, explicou a empresa em nota. “Operamos esses ativos de geração com todo o zelo no sentido de oferecer segurança e qualidade nos serviços. Entretanto, as novas regras colocadas pelo Governo não nos asseguram condições como sempre fizemos nos 60 anos de existência da Empresa”, assinala.

Copel
Na geração, a Copel tem contratos até 2015 para as usinas Parigot de Souza (Antonina), Chopim I (Itapejara D’Oeste) e Mourão (Campo Mourão), além de Rio dos Patos (Prudentópolis) com contrato até 2014. Juntas, as quatro usinas representam 6% da potência instalada da companhia. De acordo com a empresa, a manutenção da operação destas usinas nos atuais contratos garante maiores receitas que as oferecidas pela antecipação proposta pela MP 579, além da segurança financeira para os planos de expansão.


via Exame



Piscina limpa e segura

Deixe o tratamento convencional de lado e conheça maneiras mais práticas e modernas para tratar a piscina.

 


Higienização de piscinas: 

A limpeza periódica destrói bactérias e micro-organismos causadores de doenças, além de eliminar odores desagradáveis, restos de comida e gorduras provenientes de bronzeadores e protetores solares.


Com a chegada do verão, a piscina vira o principal espaço de socialização de grande parte dos imóveis e condomínios. É lá que as famílias e amigos reúnem-se para melhor aproveitar os dias quentes e agradáveis. Mas, para que a diversão seja saudável, é preciso que a piscina esteja limpa. E isso demanda manutenção preventiva e frequente. 


A higienização nesse caso é uma prática que evita a proliferação de algas, destrói bactérias e micro-organismos causadores de doenças, elimina odores desagradáveis, além de remover materiais orgânicos, como folhas, poeira, insetos, suor, urina, restos de comida e gorduras provenientes de bronzeadores e protetores solares. 


Para evitar essas patologias, é possível utilizar métodos convencionais de limpeza química e física, como clorificação e escovação. “Mas, a cada ano que passa, o mercado oferece novidades e facilitadores para a manutenção de piscinas. Dessa maneira, é comum que o cloro seja substituído por outros produtos e sistemas de desinfecção. Já na parte de limpeza física, os fabricantes têm oferecido sistemas automáticos de escovação e eliminação de matérias orgânicas”, conta Henrique Padovani, diretor industrial da Henrimar.


A seguir, conheça produtos e sistemas que deixarão sua piscina pronta para o verão:


Menos cloro
A utilização de ozônio, a do ionizador de cobre e luz ultravioleta podem ser alternativas ao uso do cloro na desinfecção de água de piscina. Essas substâncias e produtos têm poder de oxidação e inativação de bactérias, protozoários e vírus. A vantagem de sua utilização é que esses métodos evitam a formação de cloraminas, causadoras de irritação nos olhos e na pele, e trihalometanos, que a longo prazo comprovadamente aumentam a incidência de câncer de fígado, vesícula e cólon. 


O ozônio pode ser uma alternativa para substituir total ou parcialmente o cloro nas piscinas, por ser mais eficaz em eliminar bactérias e vírus. O ozônio mantém a água limpa e diminui o uso de produtos químicos para desinfetar, ajustar o pH e a alcalinidade. Em comparação com o cloro, o tratamento com ozônio é virtualmente livre de manutenção, bastando instalar um gerador de ozônio na piscina. Muito popular na Europa há quase 100 anos, esse equipamento só se tornou conhecido no Brasil na última década. O tratamento pode ser considerado natural, pois não gera resíduos tóxicos, diferente do cloro. 


Um ionizador de cobre e prata é um equipamento de pequeno porte que pode ser instalado na tubulação da piscina. Sua ligação é feita em um quadro de comando, onde é programado o funcionamento. Quando a água da piscina é aspirada ou drenada, passa pelo equipamento, que libera os íons. Esses íons de cobre e prata matam algas, bactérias e vírus presentes na água. O pH e a alcalinidade podem ser equilibrados com produtos específicos utilizados em combinação com o ionizador sempre que necessário. Sua instalação também diminui o emprego de cloro na desinfecção das águas. 


A luz ultravioleta obtém desinfecção eficaz com adição mínima de produtos químicos, especialmente cloro. Os esterilizadores ultravioleta ou filtros UV atuam por meio da radiação UV-C, matando células vivas pela destruição do DNA, sem deixar resíduos químicos na água. Assim, promoveu o controle não só das algas em suspensão, como também de várias doenças causadas por organismos presentes na água. “É a solução para quem tem alergia a produtos químicos, porque não irrita os olhos, não resseca os cabelos, além de desgastar menos as roupas de banho. Fácil de instalar, o equipamento é colocado ao lado do filtro na casa de máquinas, descontaminando a água antes de chegar à piscina. Para operar, há uma caixa de monitoramento inteligente que controla o funcionamento”, explica Marcio Silva, encarregado técnico da Sibrape Pentair.


Piscina natural: Com presença de peixes, anfíbios e plantas, o tanque reproduz o ecossistema de lagoas de água doce.

Filtros e robôs 
 Recentemente, a limpeza física de piscinas passou a ser mais simples. Algumas empresas colocaram no mercado robôs que cuidam da piscina com apenas um clique. Basta acionar o botão da caixa de comando que ele mergulha na água e confere todo o ambiente nos 30 primeiros movimentos. Depois, elimina a sujeira do fundo, sobe nas paredes e limpa até a borda. Varre a piscina com escova de PVC flexível, esfrega, aspira e filtra — toda a sujeira vai para uma bolsa lavável que fica em seu interior. Desliza de um canto ao outro, ligado num cabo que se estende até a fonte, que é conectada na tomada mais próxima. Na sequência, recircula a água num ciclo de três horas sem parar e aspira 16 m3 de sujeira por hora.

“O equipamento elétrico opera em 24 V sem causar perigo algum. Também não exige instalações nem conexões. O XT5, da Sibrape, por exemplo, cuida de piscinas de até 12 m de comprimento. Assim, evitamse trabalhos manuais na limpeza. Está cada vez mais fácil manter a piscina higienizada com o mínimo de esforço possível”, analisa Marcio Silva.

 Na linha de filtros, há modelos mais potentes que atendem a piscinas a partir de 74 m3. A vantagem da linha é que dispensa a instalação de filtros em bateria. Um só produto, por exemplo, pode atender a uma piscina de volume total de 216 m3. Antes eram necessários dois filtros do modelo para realizar a mesma função. Até a casa de máquinas ganha com esses filtros mais potentes: com a quantidade de equipamentos reduzida, um espaço mais compacto acomoda todo o sistema.


Acessórios para limpeza:
 Para diminuir a utilização de cloro e produtos químicos na higienização, filtros potentes, robôs com escova de PVC flexível, ionizadores e luzes ultravioleta têm sido as melhores opções atualmente para uma manutenção mais saudável da piscina.


 Piscina biológica
  No Brasil, já é possível construir piscinas biológicas. Tecnologicamente sustentável, o sistema funciona sem a ação do cloro, para que peixes e plantas possam coabitar a piscina. Fungos e bactérias são eliminados por meio de um reator de ozônio. Na etapa seguinte, o ozônio é removido por um filtro de carvão ativado.

 Uma câmara de UVX (ultravioleta extremo) finaliza o processo, que transcorre na casa de máquinas. Enquanto isso, parte da água segue para reservatórios com aguapé, planta aquática cujas raízes filtram o fósforo e o nitrogênio, responsáveis pelo crescimento das algas nas piscinas. “Só uma parte do volume da piscina passa por esse tanque, conhecido como wetland. É o suficiente para que se mantenham baixos os níveis de fósforo e nitrogênio”, explica o engenheiro agrônomo André Bailone, do Estúdio Itubanaiá.

As plantas utilizadas na piscina reproduzem o ecossistema das lagoas. Entre os peixes, podem ser colocados dourados, piraputangas, lambaris e matrinxãs. Apesar de o sistema ser mais viável quando planejado na construção do imóvel, piscinas convencionais podem passar por adaptações e se transformar em modelos biológicos.


via  Casa e Construção





Apostador perde prêmio milionário por não retirá-lo no prazo

Apesar da intensa campanha da loteria europeia para encontrar o felizardo, a pessoa não apareceu, perdendo uma fortuna de 64 milhões de libras.
Libras

 
 Libras: o ganhador misterioso se tornou o maior perdedor de um prêmio do Euromillion no Reino Unido

Londres - Um ganhador do Euromillion, a loteria europeia, premiado com 64 milhões de libras (R$ 215,3 milhões) em 8 de junho, perdeu a enorme fortuna por não retirá-la dentro dos seis meses de prazo.

O órgão gestor de loterias no Reino Unido informou nesta quinta-feira que o ex-futuro milionário teve até as 23h GMT (21h de Brasília) de ontem para entrar em contato por telefone com a organização e receber o prêmio.

Apesar da intensa campanha da instituição para encontrar o felizardo, a pessoa não apareceu, por isso todo o dinheiro e os juros que o montante gerou nesses seis meses foram encaminhados para a organização beneficente "Good Causes" da própria Loteria Nacional.

"Infelizmente, posso confirmar que o proprietário do bilhete vencedor não reivindicou seu prêmio dentro do prazo, por isso perdeu essa assombrosa quantia em dinheiro", afirmou nesta quinta-feira um porta-voz da Loteria Nacional britânica.

O ganhador, que conseguiu acertar os cinco números (5, 11, 22, 34, 40) e as duas estrelas (9 e 11), comprou o bilhete do Euromillion próximo às cidades de Stevenage e Hitchin, no condado inglês de Hertfordshire, ao norte de Londres.

A Loteria Nacional britânica tentou insistentemente encontrá-lo, enchendo os muros das duas cidades de cartazes sobre o prêmio e usou um chamativo carro de luxo Lamborghini para percorrer a região anunciando os números sorteados.

A iniciativa não teve sucesso e o ganhador misterioso se tornou o maior perdedor de um prêmio do Euromillion no Reino Unido, superando o britânico que ganhou 9,4 milhões de libras (R$ 31,844 milhões) em 2005 e nunca reivindicou o prêmio. 


via Exame


 

Simples, bonita e verde




É possível construir uma casa muita bacana, com boa parte do material de construção reaproveita.

Os arquitetos espanhóis Jaime Gaztelu e Mauricio Galeano, em parceria com a empresa chilena especialista em construção sustentável Infiniski, uniram-se para levantar o que chamaram de Casa Manifesto, um imóvel feito com 85% do material de construção reaproveitado.

Para isso, eles usaram uma estrutura modular de três contêineres marítimos de metal e revestiram as paredes com pallets de madeira. De composição simples, as paredes de pallets podem ser abertas facilmente, o que permite maior aproveitamento da luz do sol e melhor circulação de ar.

A casa tem, ainda, 70% de autonomia em geração de energia, graças ao uso de placas solares e de um sistema de isolamento térmico de celulose reciclada, a partir de jornal. Para completar a obra, foram utilizadas vigas de demolição, madeira sustentável e pintura de baixo impacto. Com 160 m2, a Casa Manifesto foi erguida no topo de uma colina, em Curacaví, região metropolitana de Santiago, no Chile.

Tem sala de jantar, um quarto e uma suíte, cozinha, varanda na parte baixa e uma sacada envidraçada que proporciona vista para o vale. O tempo médio de montagem de uma moradia similar é de apenas
90 dias.


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Fonte:
Ricardo Ampudia
Vida Simples - 11/2012




Conta bancária

Antes de abrir a sua conta, leia as  dicas abaixo e fique atento:
 
 
1. O que deve ser considerado antes de abrir a conta

Tenha uma estimativa dos serviços que você costuma usar e a frequência de utilização. Sabendo, por exemplo, de quantos cheques você precisa por mês e quantas transferências e saques efetua mensalmente, é possível comparar os diversos pacotes oferecidos no mercado. Se você está pagando um valor muito alto de tarifas extras, talvez seja melhor escolher um pacote que lhe atenda melhor. Pode ser que ele seja mais caro que o seu pacote atual, mas, se você considerar os custos extras, acaba sendo melhor mudar.

2. Pacotes de serviços X serviços individuais

Os serviços usualmente disponíveis nos pacotes de serviços são os serviços de extrato, saque, cartão de débito, cheques e transferências. O que varia entre as instituições (e entre os pacotes) é o número permitido de cada serviço. Caso você ultrapasse o número de serviços do pacote escolhido, você pagará pelo que excedeu. O valor exato é definido pela tabela de tarifas de cada instituição.

3. Sou obrigado a contratar um pacote de serviços?

Você não tem por que contratar um pacote de serviços. Se compensar, pode pagar mensalmente pelos serviços que utilizar, sem a obrigatoriedade da contratação de pacote. Pode ser uma boa opção para aqueles que não usam muitos serviços, considerando que muitos deles são gratuitos. É o caso dos quatro saques por mês (a que todo correntista tem direito), consultas (desde que feitas pela internet) e duas transferências entre contas do mesmo banco.

4. Ao que tenho direito?

Desde o final de 2008, com a padronização das tarifas bancárias, os correntistas ganharam mais transparência na cobrança de serviços. Até pouco tempo atrás a quantidade de tarifas bancárias que apareciam no extrato era enorme, e na maioria das vezes, a sigla que aparecia não era de fácil identificação. Era muito comum o correntista ser cobrado por serviços que ele desconhecia, dando margens a erros e abusos.

Hoje, apesar de não ser amplamente divulgado pelos bancos, ficou determinada a lista de serviços que não podem ser cobradas. Ou seja, independente do banco, do pacote de serviços, e mesmo se não contratar um pacote, o simples fato de abrir uma conta corrente lhe dá direito aos seguintes serviços de maneira gratuita.

Veja a que você tem direito:
  • Cartão de débito;
  • Dez folhas de cheques por mês, desde que o correntista reúna os requisitos necessários à utilização de cheques;
  • Segunda via do cartão de débito, exceto nos casos de pedidos de reposição formulados pelo correntista decorrentes de perda, roubo, danificação e outros motivos não imputáveis à instituição emitente;
  • Realização de até quatro saques, por mês, em guichê de caixa, inclusive por meio de cheque ou de cheque avulso, ou em terminal de autoatendimento;
  • Até dois extratos contendo a movimentação do mês por meio de terminal de autoatendimento;
  • Realização de consultas mediante utilização da Internet;
  • Duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês, em guichê de caixa, em terminal de autoatendimento e/ou pela Internet;
  • Consultas mediante utilização da Internet;
  • Compensação de cheques
  • As instituições devem fornecer aos clientes pessoas físicas, até 28 de fevereiro de cada ano, extrato consolidado discriminando, mês a mês, as tarifas cobradas no ano anterior em conta corrente de depósitos à vista e/ou em conta de depósitos de poupança.
5. Como encerrar uma conta-corrente

Você deverá solicitar por escrito o encerramento de sua conta, preferencialmente em formulário específico fornecido pelo banco ou em correspondência particular do correntista. Tanto o formulário como a carta devem conter, em qualquer hipótese, obrigatoriamente, a assinatura do correntista ou de seu procurador legalmente habilitado, e podem ser entregues em qualquer agência do banco.

Não esqueça que é preciso manter um saldo suficiente para pagamento de eventuais pendências, como cheques pré-datados, pois não basta apenas deixar a conta sem fundos ou quitar as dívidas para não correr o risco de a conta continuar existindo e o banco cobrar taxas. Ainda é necessário devolver os cartões e as folhas de cheques não utilizadas ou assinar uma declaração de que as inutilizou em um documento fornecido pelo banco. 

O banco deverá fornecer ao correntista um “termo de encerramento”, com todas as informações relacionadas com a conta a ser encerrada, com o demonstrativo dos compromissos que ele deve cumprir, detalhando os valores a serem quitados, e com o compromisso expresso do banco de fazer o encerramento em até 30 dias.

6. O banco pode encerrar minha conta sem eu ter solicitado?

Sim, desde que o consumidor seja notificado previamente e esclarecido sobre o motivo. As causas mais comuns são: devolução contínua de cheques por falta de fundos, inadimplência de encargos bancários e descumprimento contratual. Antes do encerramento, o banco deve possibilitar a regularização das situações como as citadas acima, para que o cliente, se preferir, mantenha a sua conta corrente ativa, exceto nos casos de fraude do correntista.
Quando for constatada a situação de paralisação da conta, pela falta de movimentação espontânea do cliente, por 90 dias, deverá ser emitida uma comunicação sobre esse fato como atual saldo e informação de que a conta poderá ser encerrada, quando completados os seis meses de inatividade, sem prejuízo do envio de extrato mensal, na hipótese de haver lançamentos no período.
Após seis meses de paralisação o banco suspenderá, a partir do sexto mês, a incidência de tarifas, bem como de encargos sobre saldo devedor. Nessa hipótese, poderá o banco:
  1. Optar por manter a conta paralisada, sem encerramento;
  2. Optar pelo pronto encerramento da conta, comunicando previamente ao correntista dando-lhe prazo de 30 dias corridos para a sua reativação ou providência de encerramento.
7. Abertura de conta bancária por falsários

Geralmente, muitos problemas surgem quando é aberta uma conta bancária por estelionatários. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, você somente poderá ser responsabilizado se ele mesmo estiver participando da formação do contrato. Assim, caso você esteja passando por alguns desses problemas, o primeiro passo é procurar o banco e fazer uma ocorrência de fraude. É importante que esta ocorrência seja de conhecimento do Banco Central, que fará a fiscalização.

8. Como proceder se houver um saque indevido?

Se você perceber qualquer movimentação diferente em sua conta bancária ou em seu cartão de crédito (devido a, por exemplo, roubo ou furto), o primeiro ato é procurar a administradora do cartão ou sua agência bancária. Solicite o bloqueio do cartão e obtenha um número de atendimento para o caso. Além disso, não deixe de fazer um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima do local do roubo ou furto ou na mais próxima da sua residência. A partir daí, o cartão não pode mais ser reconhecido pelo sistema. Com a comunicação feita, o banco fica responsável por um eventual saque que o sistema erroneamente permita. 

Caso o banco não resolva o seu problema, procure a PROTESTE para intermediar o seu caso. Caso o consumidor tenha sofrido também um dano moral, como uma inscrição indevida nos órgãos de restrição de crédito, para ser ressarcido deverá ajuizar uma ação judicial.

9. Dicas para não ter problemas nos caixas eletrônicos
  • Prefira sempre caixas localizados em shoppings, postos de gasolina ou lugares onde exista um grande número de pessoas.
  • Vá ao caixa no horário comercial. Caso precise ir à noite, nunca vá sozinho. Lembre-se de que os caixas eletrônicos, por medida de segurança, não estão mais disponíveis no horário das 22h às 6h e nos finais de semana há uma limitação no valor do saque.
  • Fique atento às pessoas ao redor do caixa antes e depois de realizar suas operações.
  • Se o caixa eletrônico estiver inoperante, não aceite que estranhos passem o seu cartão em outro tipo de terminal, mesmo que eles se apresentem como funcionários do banco. Este golpe tem sido utilizado para clonar cartões e obter senhas.
  • Quando estiver realizando suas operações, certifique-se de que ninguém está vendo você digitar sua senha.
  • Evite pedir ajuda a estranhos.
  • Caso alguém esbarre em você na fila e derrube seu cartão, certifique-se de que essa pessoa não trocou o seu cartão.
  • Prefira caixas que mantenham segurança por perto (geralmente lojas de conveniência).
  • Ao digitar a sua senha, mantenha o seu corpo próximo ao teclado. Isto dificultará que estranhos vejam a sua senha.
  • Lembre-se de retirar o seu cartão do terminal e guardá-lo, depois da operação.
  • Se o seu cartão ficar preso na máquina, não utilize telefone de estranhos para se comunicar com o banco. Além de seus dados ficarem armazenados na memória do celular, você pode não estar falando com um funcionário do banco (caso o estranho faça a ligação para você).
10. Quais os motivos que podem levar o banco a reduzir o limite do cheque especial?

O chamado “cheque especial” é simplesmente um limite de crédito oferecido pelos bancos a seus clientes, ou seja, uma forma de empréstimo pré-aprovado, que está disponível ao consumidor uma utilização imediata.
Primeiro você deve saber que a utilização desse crédito vem acompanhado de juros muito altos. Saiba também que pode pedir o cancelamento desse crédito a qualquer hora.
Por ser um crédito dado ao consumidor, cabe ao banco selecionar quais são os consumidores a quem concede tais créditos. Isso irá variar de acordo com a possibilidade dos consumidores de cumprirem os seus compromissos e é justamente isso que justifica uma possível redução no limite do cheque especial.

Os principais motivos de redução ou cancelamento desse crédito são: a emissão constante de cheques sem fundos, o não-pagamento das dívidas contraídas com o banco e o não-comparecimento para a atualização dos dados cadastrais.

Porém é preciso ficar atento, pois, embora a redução do limite seja permitida aos bancos, isso não quer dizer que ela pode ser feita de qualquer forma. A redução deve ser sempre informada ao correntista com antecedência. A comunicação prévia evita que você continue contando com esse crédito e se prejudique com cheques devolvidos ou, ainda, fique impossibilitado de efetuar pagamentos que acreditava ser capaz de fazer. Se você não for avisado, notifique o gerente do banco onde tem conta, por escrito, pleiteando a concessão do limite anterior. Esse procedimento não exclui um pedido de indenização na Justiça pelos danos materiais e morais que você venha a sofrer com a alteração.


Fonte:  Proteste




 

Noticias Imobiliárias



 CONSTRUÇÃO E REFORMA COM FGTS

 Passaram a valer, a partir de 1º de novembro, as novas regras do FGTS que permitem o uso de recursos do Fundo para a construção, reforma (incluindo instalação de sistema de aquecimento solar) e ampliação de imóveis rurais e urbanos. Limitados a R$ 20 mil, os empréstimos terão juros de 8,5% ao ano, podendo ser liquidados em até 120 meses. Os interessados ficam sujeitos às mesmas restrições que regulam as demais liberações do FGTS. 

 USADOS EM ALTA

 Depois de cair nos meses de maio, junho e julho, a venda de imóveis usados reagiu em São Paulo e subiu 16% em agosto. Houve reação também na área das locações residenciais, com uma alta de 24,64%. No acumulado do ano, o resultado ainda é negativo em vendas (4,72%) e positivo em aluguéis (22,71%). Esses dados foram colhidos pelo CRECI/SP junto a 1.418 imobiliárias de 37 cidades paulistas. JK + 1D NO DF Em Brasília, as quitinetes e os apartamentos de um dormitório passaram a representar 40% dos lançamentos. O tamanho das unidades varia de 30 a 65 m² e os preços oscilam de R$ 4 mil a R$ 10 mil o metro quadrado. De acordo com o IBGE, mais de 50% da população da Capital Federal é constituída por pessoas solteiras, viúvas, divorciadas e separadas. Há, também, a população flutuante, formada por pessoas que estão trabalhando temporariamente na cidade.

 NÃO HÁ BOLHA

 Embora não houvesse necessidade, diante dos bons números apresentados pelo mercado, agora é a própria Fundação Getúlio Vargas quem vem a público afirmar que não há evidência de bolha imobiliária no Brasil. Para a instituição, “a hipótese mais provável é que o aumento dos preços imobiliários tenha sido ocasionado por fatores normais ligados à demanda em excesso, que por sua vez, estaria relacionada ao excesso da oferta de condições de crédito”. 
 

MAIS R$ 18 BI POR ANO

 No relatório intitulado Real Estate Report, a empresa de consultoria Ernst & Young Terco avalia que o Brasil precisará fazer um investimento anual de R$ 18 bilhões, até 2030, apenas para dar conta do déficit habitacional acumulado. Conforme o documento, esse montante não considera as necessidades que surgirão com o crescimento populacional e com a reposição dos imóveis desgastados pelo tempo. 

 TIPOS DE FUNDOS

 Existem no Brasil vários tipos de fundos imobiliários. Os principais são os de desenvolvimento, que investem em imóveis em construção, como os incorporadores; os de renda, que compram lojas, especialmente em shoppings, e lajes corporativas para alugar; os que compram e vendem imóveis para lucrar, e os de recebíveis imobiliários, que investem basicamente em CRIs.

 UM COMPUTADOR POR HABITANTE

  O Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, informa que o país já atingiu a cota de um computador para cada dois habitantes e, dentro de seis anos, haverá um para cada brasileiro. Fica cada vez mais fortalecida a ideia que, em pouco tempo, a publicidade voltada para o mercado imobiliário será basicamente digital.

 O M2 MAIS BARATO

 Pois ao contrário do que se pensava, entre os países que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) ainda é aqui que o metro quadrado da construção custa mais barato. Conforme o especialista em investimentos Richard Rytenband, a média brasileira é de USD 3.836 / m², contra USD 4.272 na África do Sul, USD 6.932 na China, USD 11.306 na Índia e US$ 16.991 na Rússia. Quando o assunto é a rentabilidade das locações, Brasil e África do Sul também estão na frente, com 5,7% ao ano (contra 2,6% na China e na Índia). 









Índice de Furto

Novo índice

São Paulo – O Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) lançou, nesta quinta-feira, a primeira edição do seu Índice de Furto, que avaliou as 118 versões de 20 modelos – os mais vendidos do Brasil e modelos das chinesas JAC e Chery. Os carros foram avaliados segundo sua vulnerabilidade a furtos, que são os crimes sem ameaça física, em que o ladrão leva o carro na ausência do motorista.

O Cesvi avaliou se os modelos segundo seis itens de segurança: se tinham ou não alarme de série; se tinham ou não trava de volante de série; se tinham ou não vidro lateral laminado de série (no Brasil, esse item é vendido apenas como opcional, o que fez com que nenhum modelo recebesse 5 estrelas); se tinham ou não imobilizador e de que tipo; o tipo de chave utilizada; e a localização da bateria (quanto mais difícil acessá-la, mais difícil levar o carro).

Os dados do Cesvi costumam ser usados por seguradoras, que poderão reduzir, futuramente, o preço do seguro dos carros menos vulneráveis a furtos. Clique nas fotos para ver os carros que receberam as melhores e as piores notas nos testes do Cesvi, e clique aqui para ver a lista completa das 118 versões testadas e suas respectivas notas.
 

Os mais seguros: 
 
Chevrolet Cruze: 4,5 estrelas 
 

Versão: LTZ 1.8 16V ECOTEC FLEX 4P

Item de segurança
Alarme de série: Sim
Trava de volante de série: Sim
Imobilizador: Criptografado
Chave: Presencial
Acesso à bateria: Difícil
Vidros laterais laminados de série: Não
O modelo é dotado com o imobilizador e a chave dos tipos mais seguros.

Obs.: O Cruze versão LT 1.8 16V ECOTEC FLEX 4P recebeu apenas 3 estrelas, pois sua chave é de segredo interno, segundo tipo mais inseguro.


Ford Ka:
3,5 estrelas
Versão: SPORT 1.6 FLEX MECÂNICO 8V 3P

Item de segurança
Alarme de série: Sim
Trava de volante de série: Sim
Imobilizador: Criptografado
Chave: Segredo externo circular
Acesso à bateria: Difícil
Vidros laterais laminados de série: Não
A chave de segredo externo circular é apenas o terceiro tipo mais seguro de chave. O imobilizador criptografado é o tipo mais seguro.
 
Honda Civic: 3 estrelas
 
Versões:
LXS 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 4P
LXL 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 4P
EXS 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 4P

Item de segurança
Alarme de série: Sim
Trava de volante de série: Sim
Imobilizador: Criptografado
Chave: Segredo interno
Acesso à bateria: Difícil
Vidros laterais laminados de série: Não
A chave de segredo interno é o segundo tipo menos inseguro. O imobilizador criptografado é o tipo mais seguro.
 

Chevrolet Cobalt: 3 estrelas
Versões:
LT 1.4 ECONO.FLEX MECÂNICO 8V 4P
LTZ 1.4 ECONO.FLEX MECÂNICO 8V 4P

Item de segurança: Descrição
Alarme de série: Sim
Trava de volante de série: Sim
Imobilizador: Criptografado
Chave: Segredo interno
Acesso à bateria: Difícil
Vidros laterais laminados de série: Não
A chave de segredo interno é a segunda menos segura. O imobilizador criptografado é o tipo mais seguro.

 Honda Fit: 3 estrelas
 Versões:
DX 1.4 16V SOHC i-VTEC Flex 4P
LX 1.4 16V SOHC i-VTEC Flex 4P
EX 1.5 16V SOHC i-VTEC Flex 4P
EXL 1.5 16V SOHC i-VTEC Flex 4P

Item de segurança
Alarme de série: Sim
Trava de volante de série: Sim
Imobilizador: Criptografado
Chave: Segredo interno
Acesso à bateria: Difícil
Vidros laterais laminados de série: Não
A chave de segredo interno é a segunda menos segura. O imobilizador criptografado é o tipo mais seguro.

 


via  Info




 
 
 

6 Dicas para um churrasco de sucesso

Quer preparar um churrasco caprichado no final de semana?
Inspire-se nessas dicas do site Chocorango :
 
via
 
1. Se pretende fazer um churrasco pra agradar a todos, aposte na picanha, alcatra, contra-filé e costela. Opções mais baratas como maminha e fraldinha também fazem sucesso. Coxinha da asa e sobrecoxa de frango são sugestões comuns, mas não menos saborosas. Também não pode faltar uma boa linguiça fresca.
 
2. No tempero, menos é mais. Aposte no sal no grosso e tenha uma carne com gosto de... carne! A dica vale para o frango também.
 
3. Que tal servir tomate, pimentão, cebola, berinjela, abobrinha, batatas doce e baroa grelhados ou assados na brasa?! São acompanhamentos leves e deliciosos.
 
4. Como aperitivo, nada faz mais sucesso do que o pãozinho de alho e o queijo coalho ou Mozzarella grelhado. Pra quem não viu, a Tati do Panelaterapia ensinou um pão de alho muito bom!
 
5. Para acompanhamento vá com o tradicional arroz branco ou temperado, maionese, farofa e salada. Se quiser dar uma variada, salpicão também é muito bem aceito.
 
6. Para a sobremesa, banana e abacaxi na brasa são opções fáceis e que combinam muito bem com o evento. Experimente servir acompanhados de calda de chocolate e/ou sorvete.
 
E NÃO SE ESQUEÇA: de nada adianta investir em cortes caros de carnes bovinas, se o boi não for bom. Já falei sobre o assunto NESTE POST e insisto, carne com sabor forte, nem tempero incrementado resolve.
 
 
Mas não basta caprichar na comida se a aparência dos utensílios utilizados na preparação estiverem feinhos e velhos. Vamos renovar?
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Módulos pré-fabricados

Módulos pré-fabricados são aposta de escritório sueco para reformas.

 O escritório sueco Visiondivision desenvolveu uma forma inusitada de realizar reformas e modificações em propriedades. A solução apresentada pelos arquitetos para quem deseja expandir a metragem da casa é simples e econômica: módulos pré-fabricados de madeira que podem ser moldados de várias maneiras diferentes. 


 Cada unidade, de 15 metros quadrados, custa 2.000 euros e algunss dos módulos incluem escadas, janelas panorâmicas e terraços. Outro diferencial: o módulo pode ser transportado com facilidade para regiões afastadas e de difícil acesso. 


  A firma ainda sugere que as estruturas sejam agrupadas para formarem pequenas vilas, comerciais ou residenciais, mas com entradas independentes para preservar a privacidade dos moradores. 


"Esta proposta tenta capturar a essência de uma vila. Queremos utilizar um campo da indústria de construção ainda não aproveitado, dos galpões e dos chalés", explica em seu site. 


 Fonte:  Folha de S. Paulo




Aplicativos

Empresas do setor imobiliário investem em aplicativos para consolidar a marca.


 O número de pessoas que acessa a internet no Brasil ultrapassou os 80 milhões no primeiro trimestre deste ano, de acordo com o Ibope. Aproveitando esse resultado mais o uso frequente de plataformas móveis, como smartphones e tablets, para acessar a rede, que chega em 30,3%, muitas empresas aproveitam para investir em aplicativos para se aproximar do público e consolidar a marca. 


A Tecnisa, por exemplo, criou um dispositivo para ajudar na vistoria do imóvel. “Ele agiliza o tempo de vistoria e aumenta a transparência com o cliente”, afirma o especialista de E-Business da Tecnisa, Marcelo Trevisani. 

Na área de decoração também são oferecidas essas ferramentas, como a da empresa americana Insteon, que funciona como um controle para o acendimento de lâmpadas, e a da fabricante de tintas Suvinil, que dá dicas para pintar o ambiente. Ambas estão disponíveis na loja virtual da Apple (iPhone e iPad). “Mais importante do que oferecer um aplicativo, é estar disponível nestes meios. É válido investir. O mercado está em expansão e as empresas devem se adaptar a isso”, afirma o diretor de Marketing da SIM, Bruno Lessa.

 O ZAP Imóveis não ficou de fora deste mercado e oferece aos clientes uma ferramenta gratuita para iPhone e iPad que dispõe de geolocalizador, que lista ofertas na região escolhida, salva os favoritos e mostra contatos dos imóveis. O aplicativo, que já esteve entre os três mais baixados da categoria “Estilo de vida” da Apple, permite acesso às redes sociais para compartilhar informações sobre as buscas realizadas. Também é possível trocar e-mails com os proprietários e as imobiliárias e obter dados do imóvel desejado. Para o diretor-geral do ZAP, Eduardo Gama Schaeffer, “o aplicativo vai proporcionar mais comodidade ao usuário e maior geração de valor aos anunciantes do portal”.



 Fonte:  Zap Imóveis



Casa quebra-cabeça

Nos EUA, casa "em reforma permanente" reúne objetos de luxo e coisas resgatadas do lixo. Casa quebra-cabeça passa de 280 para mais de 1 mil m² para acomodar relíquias arquitetônicas.


 Sobre a mesa de jantar, um lustre de cristais que estava completamente coberto pela poeira quando o colecionador John Archer o adquiriu:


 A porta de folha dupla do antigo Danvers State Hospital, em Danvers, Massachusetts, foi recuperada logo após a luta pela preservação e restauro do prédio ter sido perdida. John Archer incorporou a peça à estrutura de sua casa:

 

 A pintura de Thierry Poncelet retrata um gato - vestido a rigor - que se assemelha ao felino (bem vivo!) Otto, um dos bichos que vivem na casa do colecionador John Archer:
 

 Família “quatrocentona”
 
Na verdade, a família de Archer está nessa parte de Massachusetts desde o século 17. O pai dele era dono de uma companhia de seguros e, embora Archer tenha se formado em Literatura, quando tinha 30 anos e seu pai faleceu, fez o esperado e assumiu os negócios familiares. “Eu não exatamente sonhava com os negócios no mundo dos seguros, mas eu sabia que era preciso ir trabalhar”, conta.
 
Não obstante, ele amava e colecionava antiguidades desde criança e, por um curto período de tempo, trabalhou como corretor imobiliário. Então quando esta casa, que fora construída no final do século 19, foi colocada à venda, Archer comprou com um amigo, de quem ele comprou a parte depois.
 
Quatro linhas de janelas resgatadas de uma mansão de Gloucester em reformas, agora fazem uma das paredes da sala de jantar da casa em constante mutação do colecionador John Archer, em Danvers, Massachusetts.
 
Archer queria a casa, em parte, porque precisava de espaço para o seu piano - que afirma ter pertencido a Harold Bauer, um pianista que fez turnê pela Rússia, utilizando-se do instrumento, no século 19. (O colecionador mostrar uma fotografia como prova, embora fosse necessário ser um pianista forense para confirmar a afirmação).
 
Pelo fato de a casa não ter nenhum traço arquitetônico digno de nota, ele não sentiu remorso em construir anexos aonde bem entendesse. E em dois acres, havia espaço o bastante para expandir. Alguns dos tesouros adquiridos - como a parede de vidro colorido que separa seu quarto do banheiro - vieram de comerciantes de relíquias de arquitetura, outros de grandes mansões demolidas.
 
 E tudo tem uma história – como as janelas de vidro da sala de jantar, que ele encontrou há 20 anos: “meu arquiteto me ligou de uma mansão em Gloucester e disse que eles iriam reformar a casa, e a dona dizia: ‘tira isso, não quero mais’”, conta Archer sentado em sua sala de jantar, onde o sol dava um espetáculo através das vidraças tão impressionante, que a ideia de tê-las destruídas parece mesmo um crime.
 
“Eu as guardei durante três anos na minha garagem. O projeto de Gloucester acabou e, depois que as janelas foram instaladas em minha casa, recebi uma ligação da nova proprietária da casa dizendo: ‘ouvi dizer que você está com as minhas janelas e eu gostaria de tê-las de volta’. Eu disse que não, que aquelas janelas eram minhas, eu tive que pagar algo como US$ 1.5 mil por elas. Algumas horas depois ela ligou de novo e pediu desculpas, e disse: ‘na verdade eu sou muito legal’”, relembra o colecionador.

Há também várias ótimas cadeiras no sótão ou no estábulo ou na garagem. Ele pode vê-las em uma varanda ensolarada, repintadas. Sem espaço para o acréscimo de uma nova ala? Claro que sim. Ele pode expandir para trás da biblioteca. “Eu acho que as coisas nunca estão finalizadas”, diz. “Que coisa chata".



Fonte: UOL Mulher  









Banda larga: ataque invadiu mais de 4 milhões de modems no Brasil


 De acordo com especialista, crackers usaram falha que atinge modelos mais vendidos no País e alteraram configurações para levar internautas a sites falso.

 Milhões de internautas brasileiros foram vítimas de um ataque que invadiu e alterou as configurações de modems DSL (banda larga), fazendo com que as visitas ao Google ou Facebook, por exemplo, fossem redirecionadas para sites falsos. Essas páginas, por sua vez, infectavam o micro com malware capaz de roubar dados bancários. 

O ataque infectou mais de 4,5 milhões de modems DSL, disse o analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini, em post no blog da empresa. A vulnerabilidade explorada pelos crackers permitia o uso de um código (script) simples para roubar senhas e acessar remotamente a configuração dos modems. 

A alteração fazia com que, ao digitar um site, como www.meubanco.com.br, o internauta fosse parar em um site clonado, que injetava um código malicioso no sistema. "Esse golpe, em ação desde 2011, explora uma vulnerabilidade de firmware, dois scripts maliciosos e 40 servidores DNS maliciosos. Ele afeta seis fabricantes de hardware, resultando em milhões de internautas brasileiros vítimas de um ataque em massa contínuo e silencioso", diz Assolini. 

Tempestade perfeita 
O expert disse que o ataque em massa foi o resultado de uma "tempestade perfeita", provocada pela omissão de uma variedade de elementos-chave, incluindo provedores, fabricantes de modem, e da Anatel, agência que aprova os dispositivos de rede, mas não testou a segurança de qualquer um dos modems (no entanto, não é atribuição da agência fazer essa verificação). Ainda não está claro quais fabricantes e modelos de modem são suscetíveis aos ataques. Assolini explica que a vulnerabilidade, divulgada no início de 2011, parece ser causada por um driver de chipset em modems que usam hardware Broadcom. O expert não sabe exatamente quando, mas crackers começaram a explorar a falha com sucesso contra milhões de modems brasileiros. 


 Além de apontar os dispositivos para servidores maliciosos DNS, eles também mudaram as senhas de dispositivo para tornar mais difícil para as vítimas consertarem a alteração. fb_dsl Site-clone do Facebook pede a instalação de plugin malicioso Os ataques foram registrados em modems de seis fabricantes, dos quais cinco são populares no Brasil. "A negligência dos fabricantes e dos provedores e a ignorância dos órgãos oficiais do governo criaram uma" tempestade perfeita, permitindo aos cibercriminosos atacar à vontade", escreveu o especialista. 

 Somente um dos 40 servidores DNS usados ​​no ataque - a maioria fora do País - revelou que mais de 14 mil vítimas o acessaram. Assolini exibiu uma conversa online em que um dos crackers disse ter ganhado "mais de 100 mil reais" e que iria usar o dinheiro em viagens para o Rio de Janeiro na companhia de prostitutas. Proteção Como o golpe atinge os modems, não há muito o que o usuário comum possa fazer para evitá-lo. 

Uma dica é atualizar o firmware do dispositivo - para isso, veja as instruções no manual. Se você desconfiar que está visitando um site clonado - por exemplo, o Facebook ou o Google pede para instalar um plugin - veja como resetar o modem para as configurações de fábrica.





 

Tá muito quente aí?

Veja algumas dicas de como diminuir a sensação de calor dentro de casa:

 


Em um país tropical com longos períodos de calor intenso, ficar dentro de casa pode se tornar um martírio. Mas algumas medidas simples são essenciais para evitar transtornos durante as estações quentes.
A construção civil se aprimora cada vez mais no sentido de aliar conforto e responsabilidade ambiental. A curto prazo, o setor se intensifica em criar mecanismos que amenizem a sensação de calor dentro de casas e apartamentos.


Criando um ambiente fresco

Com um pouco de criatividade, é possível unir o conforto sem perder a elegância da decoração. Os ventiladores de teto são uma boa pedida. Além de tornarem a brisa do ar mais agradável, podem adornar o ambiente. Basta requinte e bom gosto.


O mesmo pode ser feito com o ar-condicionado, o maior aliado nos tempos de calor. É possível aperfeiçoar a função do aparelho, adaptá-lo à decoração e evitar aumentos na conta da energia.

Basta seguir os seguintes passos:

•    instale o aparelho em lugar sombrio. O contato direto com o sol diminui sua eficiência;
•    para manobrar os raios solares, uma boa saída é colocar plantas grandes para fazer sombra, tanto do lado de fora como dentro. A sombra garante economia de 10% de eletricidade;
•    manter os filtros limpos também contribui para o bom desempenho do ar-condicionado e poupa até 15% de energia elétrica.

Sabe aqueles tapetes espalhados pelo chão? Eles absorvem calor e colaboram para esquentar o ambiente. Então, o melhor é diminuir a quantidade.
Cuidar do ambiente externo também é uma saída para os dias de calor. Investir em um quintal arborizado ou em plantas na sacada ajuda a umidificar o ambiente, principalmente quando as plantas são regadas.

 

As soluções da engenharia do futuro

Algumas técnicas voltaram com toda força para modificar padrões de construção que não prezam por garantir um clima agradável dentro de casa. É caso do pé-direito, distância entre o chão e o teto. O pé-direito alto facilita a movimentação do ar, o que retira o excesso de calor do apartamento ou casa.
O brise-soleil, muito utilizado em edificações antigas, é outra tendência que deve voltar com tudo. A eficiência térmica das lâminas são maiores do que a de toldos, por exemplo, já que elas bloqueiam os raios de sol antes que eles incidam no concreto. No caso dos toldos, o efeito é exatamente o contrário.


Os prédios autossustentáveis também investirão em tecnologia que revertam o calor em energia. É o caso das placas fotovoltaicas. Além de ecologicamente corretos, os equipamentos, já implantados em muitos projetos, auxiliam na redução da temperatura interna ao absorver a radiação solar.
A posição das janelas também é fundamental para estabelecer um clima ameno dentro de casa. Para isso, os projetos têm valorizado cada vez mais a disposição em lados opostos, o que proporciona a chamada ventilação cruzada.

Invista em cores claras

O One Degree Less (Um Grau a Menos), estudo realizado pela Green Building Council Brasil, revela que é possível diminuir a temperatura do interior das construções e, assim, reduzir o aquecimento em 1º C. Para isso, uma medida simples e cada vez mais adotada por engenheiros e arquitetos: a pintura clara, tanto nas paredes como no telhado.


Segundo a pesquisa, a pintura de telhados e lajes superiores com cores claras reduz a temperatura no interior das edificações em cerca de 6°C, já que o branco reflete até 90% dos raios solares, enquanto a telha cerâmica comum absorve essa mesma porcentagem de calor.
O mundo está mais quente. A cada ano, as temperaturas se elevam e discutir caminhos para uma vida mais sustentável não é mais modismo, é necessidade! Já que não é possível mudar tudo de uma vez, pelo menos algumas poucas ações podem contribuir para enfrentarmos o problema em um clima mais afável.