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PERSPECTIVAS DE MERCADO: HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS


O cuidado com o próprio corpo tem conquistado cada vez mais espaço no dia a dia de mulheres e também de homens. A lista de itens indispensáveis para uma necessaire hoje pode ser bem extensa e parte isso se deve às mudanças radicais nas rotinas, uma vez que as pessoas hoje estão passando muito mais tempo de seu dia fora de casa.

Soma-se a esse cenário o aumento do poder de consumo, o qual possibilitou que itens, antes considerados supérfluos na lista de compra, sejam agora adquiridos com maior regularidade.

Segundo uma matéria do jornal Le Monde, publicada em julho de 2013, há uma crescente progressão do crescimento do consumo de cosméticos e produtos de higiene pessoal no Brasil.

O jornal apresenta os seguintes dados: entre 2006 e 2011, a venda de produtos de depilação aumentou em 299%, os produtos cosméticos em 281% e proteções solares em 230%. E destaca ainda que embora o Brasil represente apenas 3% da população mundial é o primeiro na liderança no mercado de desodorantes com 12% do segmento.

Uma pesquisa conjunta da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), com a consultoria Booz & Company, indica que:

- O consumo de produtos do setor deve crescer em torno de 5%, ao ano, em volume até 2015.

- Haverá um salto, em valores, de R$ 27,3 bilhões em 2010 para R$ 50 bilhões em 2015.

- O investimento anual das empresas, hoje, na faixa de R$ 9,3 bilhões, deve mais que dobrar, alcançando R$ 20 bilhões.

Certamente os números positivos aumentam as oportunidades, mas também acirram a concorrência. Em parte porque o Brasil chama, com seu crescimento de consumo, o interesse das marcas multinacionais tanto do ramo da indústria quanto do varejo ligadas ao setor.

Mesmo assim, ainda há muito espaço a ser explorado pelos pequenos negócios. Afinal, as grandes marcas vivem o desafio de atingir um volume elevado de compradores para justificarem seus investimentos, fator que muitas vezes dificulta dar maior celeridade às demandas dos consumidores e também à personalização dos produtos.


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5 frases que pessoas fracassadas dizem para se iludir


Conheça e evite dizer sentenças que desestimulam os empreendedores

O fracasso é um medo permanente em nossas vidas. É um fantasma que destrói sonhos e torna a trajetória rumo ao sucesso mais difícil. Algumas pessoas enxergam a falha como uma oportunidade para aprender mais e não cometer os mesmos erros novamente.

Por isso, têm um discurso pessimista, usado por eles para que acreditem que o insucesso existiu por causa de fatores externos.

Para o empreendedor digital americano Larry Kim, essa autoilusão é refletida em algumas frases, normalmente ditas por quem fracassou. Ele afirma que essas sentenças desestimulam os empreendedores, pois mostram que o sucesso é praticamente impossível.

Em reportagem do site da revista "Inc.", Kim lista as frases. Saiba quais são elas e as evite:

1. "Agora meu dia está arruinado"
De fato, é ruim começar o dia com o pé esquerdo. Mas, segundo Kim, proferir essa frase incentiva as pessoas a pensar que nada mais dará certo e, consequentemente, faz com que elas não se esforcem mais nas horas seguintes. Por mais que seu dia tenha começado mal, há chances importantes de algo bem legal acontecer. Seja otimista.

2. "Essa pessoa só serve para me atrapalhar"
A frase é bastante egocêntrica, de acordo com Kim, e muito provavelmente não corresponde à realidade por uma razão simples: é bem difícil que alguém tenha tempo especialmente para te prejudicar. Caso realmente haja uma perseguição, faça o possível para ignorá-la. Quanto maior for a sua reação, mais fortes serão as provocações.

3. "Não há chance disso funcionar"
Outra vez, este é mais um recurso de quem desiste antes mesmo de tentar buscar uma solução. Vale dizer que, naturalmente, nenhum empreendedor deve insistir algo que não dará certo. Ou seja: essa frase até pode ser dita. Mas só após algumas tentativas.

4. "É impossível"
É usada nos mesmos contextos em que a sentença anterior costuma surgir. E também só pode ser dita por quem pelo menos tentou algo.

5. "Eu sou péssimo fazendo isso"
Todos têm pontos fortes e fracos. Mas, assim como na primeira sentença, esta também pode levar quem a diz a não dar tudo de si em um determinado trabalho. É como se a pessoa fosse tão ruim em alguma coisa que nem tentasse fazê-la.

Kim diz que empreendedores, até por não terem muitos funcionários, não podem ter essa postura. Devem estar dispostos a trabalhar em áreas que não dominam e a sempre aprender.



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POR QUE NÃO EXISTE IDADE PARA EMPREENDER


Empreender é uma arte que tem muitas variações, dependendo da idade, experiência anterior ou fase de vida em que você está. É mais uma dessas atividades do ser humano que não pode ser estruturada rigidamente ou merecer um manual que deva ser seguido de forma automática.

Como também difere de alguém que se aposenta, depois de longos anos de vínculo empregatício, e imagina poder realizar sonhos que foram guardados durante anos de dedicação ao trabalho e à uma organização.

Vale lembrar que, na minha concepção, empreendedor é aquele que consegue ver oportunidades onde a maioria das pessoas apenas vê problemas. Ou, em outras palavras:
Pessoas que têm a capacidade de transformar problemas/desafios em oportunidades e, em muitos casos, consegue estar à frente do seu tempo.

Comecemos pelo jovem que decide criar algo próprio. De forma geral, os dois primeiros desestimuladores para essa opção devem se apresentar na própria família e, depois, no sistema de ensino formal, ou seja, a escola.

A família, especialmente se for de classe média para cima, na escala social, inibe a busca de um empreendimento com o discurso das “maravilhas” de um emprego.  Especialmente se puder conseguir algo em uma grande empresa privada ou realizar um concurso para a administração pública. Ou seja, ilusões do mundo organizacional que impregnaram a vida passada dos pais.

O segundo obstáculo para o jovem está na Escola. Os programas acadêmicos ainda educam as pessoas a buscar o emprego formal e tornarem-se funcionários adaptados a empresas que, muitas vezes, já não existem no mercado.

O segundo agrupamento mencionado é o executivo ou profissional que decide abandonar o emprego para  criar algo próprio. Nesse caso, as dificuldades são de outra ordem. Acostumado, por longo tempo, com as “benesses” do mundo empresarial, o profissional imagina criar algo onde vai assumir muito mais o cargo de “presidente”, uma vez que agora o negócio “será seu“. Mas, diferente do que alguns podem pensar, é necessário estar preparado para conciliar, por um bom tempo, os papéis de presidente e office-boy, simultaneamente.

Na empresa, havia um superior de quem ele podia reclamar. Uma secretária que resolvia as questões menores… e, muitas vezes, as maiores. Alguém que ele nem identifica claramente, mas que pagava a conta de luz, água, telefone e condomínio. Só que agora tudo isto deverá sair do seu bolso.

Portanto, o novo desafio será grande. Mas, acima de tudo, ele deverá alterar sua postura de empregado para empreendedor. E muitos não conseguem isso com facilidade. Por último – o que não significa que esgotam as alternativas -, existe o profissional que se aposenta e imagina realizar o sonho da sua vida, criando um negócio próprio. Para esse caso, aplicam-se as reflexões colocadas para os que decidem abandonar o emprego.

Além disso, é muito importante  que o preparo para essa nova fase de vida tenha se iniciado com, pelo menos, 12 ou 18 meses de antecedência do desligamento  da empresa em que trabalhava.

Uma das maiores dificuldades que os aposentados encontram, especialmente aqueles que trabalharam na mesma empresa por longo tempo, é criar uma nova “identidade”, ou seja, substituir o sobrenome que vão perder no dia seguinte.

Enfim, o que procurei alertar, nesse artigo, são os cuidados que cada grupo deve levar em conta ao viverem seu sonho de empreender. Cada grupo desses deve abordar o tema de forma distinta, da mesma maneira como não existe uma receita para o sucesso de todos eles.

Empreender é uma arte que varia para cada caso e situação, mas o país precisa, a cada dia, de novos empreendedores. Esse é também um país com muitas oportunidades, escondidas atrás dos problemas que todos nós conhecemos tão bem.

Fonte: *Publicado em Endeavor




10 mitos que todo empreendedor deve superar ao abrir a empresa


Incertezas e conceitos equivocados atrapalham quem pretende começar um negócio


Quando o assunto é empreendedorismo, não faltam afirmações taxativas sobre quem decide ser dono de um negócio. Há muitos exemplos de conceitos equivocados: “quem empreende tem mais tempo livre e tira férias quando quiser”, “a melhor coisa do mundo é ser o próprio chefe” ou ainda “quem decide trabalhar por conta própria não conseguiu arrumar um emprego”. O empreendedor Neil Patel, especialista em marketing digital, levantou o tema em um artigo recente para o site da revista Entrepreneur. Para ele, os mitos podem até ter algum fundo de verdade, mas são derrubados com facilidade. Confira os mitos que ele apontou no texto:

Há um conselho sobre carreiras que afirma: “se você fizer o que ama, não vai trabalhar um dia em sua vida”. Isso é verdade, mas não totalmente. Sempre vai ser necessário fazer alguma coisa que não é tão bacana assim. Trabalhar não precisa ser doloroso, mas nada será um mar de rosas o tempo todo. Como tudo na vida, empreender tem altos e baixos. Por mais que a pessoa esteja vivendo sua paixão, ainda assim será um trabalho. Cheio de bons momentos, mas não uma eterna euforia.

É bom ser o próprio chefe
Talvez não seja tão bom assim ser seu próprio chefe. Você pode ter uma tendência para ser durão ou até para ser muito condescendente. Seja qual for o caso, você pode ficar muito frustrado com seu próprio chefe: você mesmo.

Você tem muita liberdade
É difícil definir liberdade quando se fala em ter o próprio negócio. Você estará livre de pedidos absurdos dos chefes, da burocracia de microgerências ou de políticas restritivas a férias. Poderá se organizar para levar as crianças à escola ou para ver aquela apresentação de fim de ano no colégio. Mas, por outro lado, sua liberdade acaba na sua necessidade de trabalhar para prover o próprio sustento. Esqueça o quanto você recebe por horas extras, folgas em feriados e horário das 8 às 17 horas. Toda a responsabilidade será sua. E às vezes isso não vai parecer muito com o conceito de liberdade.

Ter o próprio negócio é arriscado
Tudo na vida tem algum risco. Ao empreender, você assume um nível de risco. Seu sucesso vai depender do seu nível de confiança em si mesmo. A maioria dos empreendedores que eu conheço não veem o negócio como algo arriscado.

Você está sempre estressado
Estresse é algo que faz parte das nossas vidas. Você pode se estressar até durante as férias em algum paraíso na praia ou nas montanhas. Ser o próprio patrão vai fazer você trocar um tipo de estresse por outro. Se você não quer um trabalho convencional, vai preferir abrir uma empresa. Certamente será estressante. Mas quem disse que ser empregado também não é?

Você está sempre sozinho
O fato de ser o próprio chefe não significa ficar sozinho. É claro que muita gente vai ficar o dia todo apenas com o computador, mas há muitos empreendedores que têm a agenda cheia de visitas a clientes, reuniões, contatos com consumidores, networking. Sempre é possível trabalhar em um espaço de coworking. No final, dificilmente você ficará realmente sozinho.

Você precisa fazer tudo por si mesmo
O medo de muitos empreendedores é a ideia de não ser capaz de dar conta de tudo. Para essas pessoas, isso pode intimidar muito, especialmente quando se fala em cuidar da parte jurídica, das finanças, do contato com os clientes e de tudo mais que aparecer. Mas ninguém tem todas essas habilidades. Empreendedores aprendem, cedo ou tarde, a delegar, terceirizar ou se associar a outras pessoas quando precisam.

Você deve ser preguiçoso ou não foi capaz de conseguir um emprego
Muitos empreendedores realmente não conseguem um emprego. Mas isso acontece porque eles veem o modelo de trabalho convencional como fora da realidade ou algo bem longe do desejável. Eles escolhem o negócio próprio como uma forma de manter a sanidade e alcançar o sucesso com o trabalho que eles realmente gostam de fazer. Preguiçosos? Dificilmente. Não conseguem encontrar um emprego? Pode ser, mas é por escolha própria.

Você vai aceitar qualquer cliente por qualquer valor
Algumas pessoas acham que quem tem uma empresa está desesperado para conseguir qualquer cliente. Mas isso está bem longe de ser verdade. A maioria dos empreendedores consegue escolher os trabalhos que quer fazer. Eles sabem que nem todos os trabalhos valem a pena.

Você não tem um negócio “de verdade”
Vivemos na era dos empreendedores que trabalham sozinhos. Não é preciso ter um escritório, funcionários e às vezes nem um site. Empreendedores assim já perceberam que o negócio deles é tão legítimo quanto outros e que eles ocupam um nicho.


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Dicas: Franquias em casa



Abrir uma franquia em casa é a opção de muitos empreendedores que não têm capital suficiente para um negócio maior e que pretendem trabalhar sozinhos, amparados por uma marca já conhecida. Com investimento mais baixo e sem necessidade de um ponto comercial, o franqueado tem menos custos fixos e mais flexibilidade de horários.

É importante, no entanto, ter um espaço adequado na casa para trabalhar. Caso contrário, o dia-a-dia da família pode interferir e até prejudicar o negócio. 

Dicas:


  • Se prepare para seu trabalho em casa, como fazia quando era funcionário de uma empresa. Ou seja, acorde cedo, coloque uma roupa adequada.
  • Disciplina é imprescindível para que esta modalidade de franquia tenha sucesso. Por isso é importante tratar seu negócio como um negócio, senão você acaba não vendo resultados e desiste.
  • Tenha horários, assim como você tinha quando trabalhava fora. Tenha horário de almoço e pausa a tarde se for se dedicar o dia todo ao seu negócio. 
  • Mapeie as tarefas que fará durante o dia, sempre no dia anterior.
  • Tenha uma agenda ou painel para se lembrar de seus compromissos. Afinal não terá ninguém te cobrando nada, nem horários, nem produtividade. 
  • Divida seu dia de acordo como as tarefas que você já deixou separadas para resolver, no dia anterior. Se não conseguiu resolver alguma tarefa, coloque novamente no seu mural de tarefas ou agenda, e deixe programado para o dia seguinte nas primeiras horas para resolver. 
Claro que as dicas acima dependem muito do tipo de franquia que você escolheu, se de serviços ou produtos. 

Nos próximos posts falaremos mais a respeito.


Preços no comércio eletrônico caem após 5 meses de alta



Os preços de itens no comércio eletrônico voltaram a ter queda em fevereiro, após cinco meses sucessivos de elevação.

Em fevereiro, os preços recuaram 0,38% na comparação com janeiro, de acordo com o índice Fipe/Buscapé.

Na comparação com fevereiro de 2015, porém, ainda houve elevação de preços, de 10,7%. É a décima primeira vez que os preços sofrem aumento na comparação anual.

Essa sequência de altas é atípica no setor, que entre 2012 e o início de 2015 registrava reduções consecutivas nos preços, fruto da característica promocional e de competição intensa entre vendedores online.

O estudo considera que esta reversão de tendência reflete a aceleração da inflação geral e também o câmbio. Algumas categorias que têm peso significativo no e-commerce são influenciadas de forma defasada pela depreciação do real, diz o levantamento.

É o caso de eletrônicos, informática, fotografia e telefonia.

Dos dez grupos de produtos que compõem o Índice Fipe/Buscapé, sete apresentaram queda de preço no mês de fevereiro, incluindo brinquedos e games, eletrônicos e moda e acessórios.

Já entre as categorias coma alta de preços estão casa e decoração, fotografia e informática.



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O que motiva um empreendedor a seguir em frente?

Muitas são as razões pelas quais as pessoas decidem empreender: mudar de vida, não ter mais chefe importunando, maior liberdade de horário, dificuldade em arrumar um novo emprego, insatisfação com o salário, assumir o negócio da família e implementar uma ideia estão entre elas.

As razões equivocadas seguem o padrão chamado pelos psicólogos de “fuga de negativo”, baseado na perspectiva de que as pessoas têm, geralmente, duas maneiras de tomar uma decisão: por fuga/medo de algo negativo (não ter mais chefe, por exemplo) ou por um ideal, por amor a uma causa.

É neste ponto que a maioria dos empreendedores de sucesso se diferenciam: eles empreendem não para fugir de algo, ou até mesmo porque tiveram uma ideia genial, mas porque veem o empreendedorismo, a atividade em si, como seu propósito de vida. Eles se identificam e sentem prazer com os ingredientes da vida empreendedora, como riscos, incertezas, altos e baixos, mercados, metas e sonhos.

O verdadeiro empreendedor não sabe viver e ser feliz de outra maneira, e é isso, de forma intrínseca e natural, que gera energia e automotivação que parecem inesgotáveis, sempre disponíveis para motivá-lo a se levantar, seguir em frente e manter a certeza inabalável de que chegará lá!

Vou compartilhar um pouco da minha experiência de vida. Aos 17 anos, estudava em uma escola militar e, pela própria natureza da atividade, estava com uma carreira segura e garantida no oficialato. Foi no fim da ditadura, quando a carreira militar ainda conferia muito status. Sem saber a razão, eu estava muito incomodado com aquela carreira, e depois de muitas conversas acaloradas com amigos - que não conseguiam entender a vida fora da caserna - entendi que chegara o momento de decidir pelo meu futuro.

Fui até a biblioteca do quartel, dividi uma folha em branco ao meio, e passei algumas horas anotando as vantagens e desvantagens da carreira militar, desde aquele presente dia até a aposentadoria, abordando todos os aspectos possíveis e imagináveis.

Ao final, li de forma desapegada todos os pontos e imediatamente decidi que pediria o meu desligamento. Sabe qual foi o fator chave para essa decisão? Uma palavra apenas: previsibilidade.

Na carreira militar praticamente tudo já está definido: os anos de estudo, os salários, as promoções...os limites! E aquilo era a morte para mim, eu queria poder sonhar grande, arriscar, sentir frio na barriga! Sem nada saber sobre empreendedorismo, já havia decidido por ele aos 17 anos.

Era meu jeito de encontrar alegria e ver beleza na vida. Hoje, quando olho para trás, independentemente do sucesso que consegui, vejo que foi a decisão mais acertada da minha vida! Optei por um ideal, por amor a um estilo de vida.

Por outro lado, há empreendedores que abrem um negócio por razões equivocadas e, apesar disso, conseguem manter a motivação em alta e conquistar enorme sucesso. O que ocorre, nestes casos, é que o DNA empreendedor estava lá, adormecido, mas a pessoa não tinha consciência dele. Ao experimentar a vida empreendedora, tudo veio à tona. O motivo equivocado apenas criou a oportunidade para que a vocação verdadeira pudesse aflorar.

Para aqueles que não têm afinidade com os ingredientes da vida empreendedora, nem tudo está perdido. Se conviver diariamente com riscos, incertezas, falta de recursos, altos e baixos, mantendo a esperança e automotivação, sem perder o sono, não é da sua natureza, não se desespere, porque mesmo assim você poderá se tornar um empreendedor de sucesso.

Você precisará, entretanto, desenvolver uma resiliência acima da média, um espírito de luta incomum, para não sucumbir aos desafios do início da empreitada. Ao longo do tempo, vivenciando o dia a dia da vida empreendedora com resiliência, tudo poderá se tornar natural e o seu DNA terá sido transformado! Caso isso não ocorra, empreender se tornará um sofrimento e você deverá considerar seriamente a possibilidade de mudar de atividade. Bons negócios.

Escrito por Antônio Carlos Guarini Perpétuo é dono da rede de franquias Supera Ginástica para o Cérebro, especialista em empreendedorismo



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Faturamento de pequenas empresas de SP tem maior queda desde 2002



Recuo foi de 14,3% em 2015 na comparação com 2014, diz Sebrae-SP.
Receita ficou R$ 100 bi menor, perda equivalente a PIBs do RN e PB juntos.

As micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo registraram queda de 14,3% no faturamento real (já descontada a inflação) no acumulado de 2015 ante igual período de 2014, de acordo com a pesquisa Indicadores Sebrae-SP. Trata-se da maior queda no faturamento anual desde 2002. 

Em 2015, a receita total das MPEs paulistas foi de R$ 597,2 bilhões. Em relação ao ano anterior, houve uma perda de R$ 100 bilhões. Segundo o Sebrae, essa redução equivale à soma do Produto Interno Bruto (PIB) anual dos Estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba (dados do PIB referentes a 2013, conforme IBGE).

A desaceleração da economia e a queda no consumo das famílias contribuíram para o resultado ruim, de acordo com a entidade. "A piora no mercado de trabalho, a baixa confiança dos brasileiros e a retração nos investimentos contribuem para explicar a redução vista nas compras feitas pela população, das quais as MPEs têm forte dependência", diz o Sebrae-SP.

O desempenho também foi fraco em todas as regiões do Estado. Na comparação de 2015 com 2014, o município de São Paulo registrou uma redução de 18,7% no faturamento; no Grande ABC, a queda foi de 16,2%; na Região Metropolitana de São Paulo, a perda ficou em 15,7% e no interior, o recuo chegou a 12,9%. 

No acumulado de janeiro a dezembro de 2015, houve aumento de 1,3% no total de pessoal ocupado nas MPEs ante igual período de 2014. Por outro lado, a folha de salários paga por elas caiu 3,4% e o rendimento real dos empregados ficou 2,6% menor. 

Expectativas
A pesquisa também mostra que, em janeiro, a maioria dos donos de MPEs do estado, ou 52% do total, disse esperar estabilidade no faturamento de seus negócios para os próximos seis meses. Em janeiro de 2015, 55% tinham essa percepção.

Houve aumento dos que não sabem como ficará a receita: de 5% em janeiro de 2015 para 10% em janeiro deste ano. Quanto à economia do País, 41% falam em manutenção no nível de atividade nos próximos seis meses ante 46% de um ano antes. Outros 33% aguardam piora nesse aspecto, igual porcentagem registrada em janeiro de 2015. 

Microempreendedor Individual
Os Microempreendedores Individuais (MEIs) de São Paulo registraram queda de 21,8% no faturamento real de dezembro de 2015 sobre o mesmo mês de 2014. A receita total dos MEIs em dezembro foi de R$ 2,7 bilhões, o que representa R$ 763,9 milhões a menos do que no mesmo mês de 2014.

Quanto aos setores, os MEIs da indústria viram o faturamento no período cair 29,5%; os do comércio registraram recuo na receita de 20,3% e os de serviços tiveram redução de 19,6% na mesma comparação.

Os MEIs se mostraram mais otimistas que os proprietários de MPEs em relação ao futuro. Em janeiro deste ano, a maior parte (38%) deles disse esperar aumento para seu faturamento nos próximos seis meses. Em janeiro de 2015 eram 28%. Já 35% aguardam estabilidade no faturamento, ante 40% um ano antes. O porcentual dos que esperam piora passou de 31% em janeiro 2015 para 22% em janeiro deste ano.

Quanto à economia brasileira, a expectativa dos MEIs muda: eles estão relativamente mais pessimistas do que os donos de MPEs. Em janeiro, a maior parte dos MEIs (34%) disse esperar piora para a economia brasileira nos próximos seis meses (eram 33% um ano antes). Outros 33% acreditam em estabilidade (ante 26% em janeiro do ano passado). Diminuiu a parcela dos que esperam melhora na economia: de 40% em janeiro de 2015 passaram para 28% em janeiro 2016.




Quanto custa um consumidor desinformado?


Você vai a uma farmácia atrás de aspirina. Lá encontra a aspirina genérica e a aspirina (de fato aspirina, o nome é propriedade da Bayer) da Bayer. As duas estão lado a lado na prateleira. A dosagem, o uso, os ingredientes são os mesmos. Em termos de eficácia, portanto, não há diferença alguma entre genérico e Bayer. A aspirina genérica custa 1/3 do preço da aspirina de marca, da Bayer. Você compra a aspirina Bayer ou a genérica? E, se você compra Bayer, por que você compra a aspirina da Bayer ao invés da aspirina genérica?

Um working paper (NBER, 2014) recente (link aqui) de alguns professores da escola de negócios da Universidade de Chicago tenta responder esta questão. O trabalho analisa uma base de dados Homescan da Nielsen sobre compra de remédios e alimentos e mostra que: (i) Um número grande de consumidores prefere o produto de marca ao genérico e (ii) que a decisão de comprar marca ao invés de genérico está relacionada ao grau de informação que o consumidor tem sobre o produto que está comprando – isto é, consumidores mais informados compram genérico; consumidores menos informados compram marca. Os dados utilizados são referentes ao mercado norte-americano.

Para medir o grau de informação sobre o produto os autores utilizam características observáveis dos compradores. A principal proxy para grau de informação é a ocupação do comprador. De acordo com os autores, tudo o mais constante, um médico ou um farmacêutico tem mais informação do que um economista no tocante a decisões de compra de medicamentos; analogamente, um chef de cozinha é mais informado do que um advogado que não sabe cozinhar no tocante a decisões de compra de alimentos.

Intuitivamente, esta proxy parece ser boa para medir o grau de informação do consumidor sobre o produto que ele quer comprar. Usando dados da Nielsen os autores confirmam esta suposição: Farmacêuticos ou médicos acertam muito mais o ingrediente ativo de um tipo de medicamento do que indivíduos com renda similar, nível educacional similar, idade similar, etc. mas com formação em outra área.

Os autores então comparam a decisão de comprar medicamento de marca ou genérico entre diferentes grupos de consumidores. O consumidor tipo “A” é igual ao tipo “B” em tudo que é observável (renda, anos de estudo, idade, etc.) exceto pelo fato de que “A” é informado (ele é um médico ou um farmacêutico) e “B” não é informado (ele é um economista) – diferenças entre estabelecimentos de compra, período da compra, etc. também estão controladas.

O trabalho mostra que os médicos e farmacêuticos compram medicamentos genéricos mais frequentemente do que consumidores parecidos mas com formação em outra área. Da mesma forma, chefs de cozinha  preferem comprar açúcar com a marca do supermercado do que o açúcar de uma marca nacionalmente conhecida – quando comparados, por exemplo, a um sujeito com características muito similares mas que não sabe nada de cozinha. Para reforçar estes resultados os autores mostram que chefs não preferem medicamentos genéricos a medicamentos de marca e que médicos não preferem açúcar com a marca do supermercado a açúcar de marca.

A ideia por trás do resultado é a seguinte: Para os produtos analisados no trabalho não existe diferença alguma entre a marca e o genérico – açúcar do Carrefour adoça o café do mesmo jeito que o açúcar União. O pessoal informado sabe que esta diferença não existe e, portanto, não paga mais pela marca. Os desinformados não percebem que marca e genérico são a mesma coisa, exageram sua percepção a favor do produto de marca e isso os torna mais propensos a pagar mais pela marca.

Segundo os cálculos apresentados, o custo desta desinformação é grande. Os autores estimam que os consumidores norte-americanos poupariam US$44 bilhões anualmente se comprassem genérico ao invés de marca. Não é possível dizer se o “exagero” do desinformado a favor da marca – o que explicaria o custo acima – é devido aos US$140 bilhões anualmente gastos em publicidade nos EUA.  Neste caso, a publicidade estaria “enganando” o consumidor e gerando custos para a sociedade. Medidas de regulatórias seriam justificáveis.

Fábio Miessi
— Professor do Departamento de Economia FEA-USP



Conselhos para aumentar as vendas de porta a porta




Apresentar as novidades primeiro às clientes mais íntimas e dedicar um tempo diário à profissão são algumas das dicas.

Mais conselhos:

1. Seja consultora, em vez de revendedora
Para de Paula, há uma grande diferença entre a revendedora e a consultora. Enquanto a primeira apenas revende os produtos, a segunda conhece a marca e a mercadoria, propõe combinações e conhece as reais necessidades das clientes.

2. Tenha um relacionamento ativo com a clientela
Aproximação e contato semanal com as clientes são, para de Paula, duas questões importantíssimas para garantir a segunda venda. 

3. Mantenha suas clientes sempre informadas
Sempre alerte sua cliente sobre as ofertas, os brindes e os lançamentos do novo catálogo. 

4. Crie um perfil no Facebook
Por meio da rede social, além de você publicar informações sobre a marca, promoções e lançamentos, pode compartilhar os depoimentos de clientes que gostaram de determinado produto.

5. Apresente as novidades em primeira mão
Para os clientes mais íntimos, vale apresentar os lançamentos e as promoções do catálogo primeiro. 

6. Entenda as necessidades e as características de cada cliente
Segmente a clientela e não ofereça produtos de que as clientes não gostam. 

7. Aumente a distribuição
No início do negócio, é importante trabalhar com uma carteira vasta de clientes. Mas, com o passar do tempo e a identificação das clientes fiéis, concentre-se naquelas que compram sempre, oferecendo um trabalho personalizado.

8. Evite grandes reuniões com a clientela
Fazer eventos para reunir as clientes e mostrar os produtos pode não ser uma boa ideia. Segundo de Paula, a dispersão toma conta do local e as consumidoras não se sentem privilegiadas. 

9. Invista na profissão
Se você é uma revendedora de cosméticos, por exemplo, faça um curso de maquiagem ou algo voltado à estética. Com capacitação, você tem mais credibilidade com a cliente e consegue oferecer o produto com mais propriedade.

10. Dedique um tempo diário à atividade
Mesmo que a venda direta seja sua segunda fonte de renda, vale dedicar no mínimo duas horas por dia ao trabalho. 

11. Consuma o que você revende
Antes de revendedora, a mulher deve ser consumidora dos produtos que vende. 

12. Invista em um pequeno estoque
Ter alguns itens a pronta entrega vai diferenciar você de outras revendedoras e atrair os clientes que não têm paciência para esperar a chegada do produto. 


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4 truques para perder a timidez ao falar em público em 5 minutos



Saiba como espantar o nervosismo de última hora e faça uma apresentação inesquecível

Falar em público pode ser bastante desafiador. Para ter sucesso em apresentações, o empreendedor tem de se mostrar desenvolto frente a uma plateia e, ainda por cima, não esquecer o que precisa falar.

Uma pesquisa americana mostra o quanto esse medo pode ser grande: um estudo, publicado pela Universidade Cristã do Texas, concluiu que as pessoas têm mais medo de falar em público do que de morrer.

E não são só os introvertidos que podem ter problemas antes de uma apresentação. Até pessoas mais desenvoltas podem ficar nervosas pouco tempo antes de subir ao palco. Com o objetivo de ajudar empreendedores, a "Inc." preparou uma série de dicas úteis para espantar o nervosismo em cinco minutos e fazer uma apresentação de primeira. Confira:

1. Aperte mãos
Se possível, tente interagir, antes de subir ao palco, com sua audiência. Aperte suas mãos e fale com eles. Ao fazer isso, é bem possível que o empreendedor encontre pessoas simpáticas, que o deixarão mais tranquilo, de acordo com a reportagem.

2. Ninguém te conhece
Você não dormiu na noite anterior à apresentação? É tímido? Crê que o pitch poderia ser melhor? Não importa. Ninguém sabe de nada disso. Mostre a todos exatamente o contrário - que está descansado, fala com desenvoltura e sua apresentação não tem nenhuma falha. Ninguém sabe os seus pontos fracos. Lembrar-se disso pode ajudar a criar coragem e enfrentar a plateia.

3. Não há problema em errar
Absolutamente todo mundo já errou em apresentações. Esquecer uma ou outra coisa, gaguejar e demonstrar um pouco de nervosismos são atitudes humanas. Ninguém jamais reagirá a algum deslize seu. A plateia é composta de pessoas iguais a você e muitos têm medo de falar em público também. Errou? Respire fundo e continue. Acontece.

4. Encare cada apresentação como um aprendizado
Errou na apresentação, relaxou e continuou? Ótimo. Após sair do palco, relembre os deslizes e assegure-se de não cometê-los da próxima vez. Conforme sua carreira vá avançando, sua desenvoltura será maior.



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Histórias Inspiradoras: Empreendedora de 68 anos planeja levar franquia de bolos para os Estados Unidos



Com rápida expansão, os bolinhos de vó saem do Rio de Janeiro para o Brasil e, em breve, para o exterior.

Em 2007, durante o feriado de Páscoa, Alzira Ramos, aos 60 anos de idade, perdeu sua mãe. Triste por perder uma pessoa tão amada, Dona Alzira, como era conhecida, não conseguia ficar em casa sozinha. Fugindo do luto, aceitou o convite de sua amiga para um chá. Naquela tarde, comeu um bolo de iogurte com canela. “Qual é a receita desse bolo?”, perguntou, para depois testar em casa. Ali começava a Fábrica de Bolo, franquia que faz mais de 150 mil bolos por mês no Brasil inteiro.

“Meu marido Cláudio tinha um lugarzinho no bairro, onde vendia pipoca. Seu amigo trabalhava em um botequim do lado e os dois falaram para eu tentar vender uns pedaços de bolo por lá”, diz Alzira. No primeiro dia, todos foram vendidos em menos de duas horas. “No segundo já fui com três bolos. Foi um sucesso, todo mundo comeu”. Em poucos meses, Dona Alzira já estava fazendo de 20 a 30 bolos por dia. “Era bom porque ajudava a superar aquele sentimento triste”

No entanto, pouco tempo depois disso, ao perder o irmão, a boleira sentiu o pior dos baldes de água fria. “Foi muito ruim. Fiquei muito mal mesmo. Sempre dizia que Deus tinha me dado um pai, uma mãe e um irmão para cuidar de mim”, afirma.

E por morar no apartamento de seu irmão, Alzira logo teve que procurar opções para sobreviver. “Tinha um forno muito pequeno, eu realmente precisava de mais espaço. Aí decidi ir para a loja do meu marido, dividir tudo com ele. Fizemos uma obra e ficamos por lá.”

O local, no centro do Rio, era bastante movimentado. “A rua tinha delegacia e muito comércio. O pessoal sentia o cheirinho e a nossa loja enchia. Falei para o Cláudio desistir das pipocas de uma vez para me ajudar com os bolos”, diz Alzira. Em 2010, a pequena lojinha ganhou o primeiro letreiro "Fábrica de bolo".

“A fábrica começou a crescer e conseguimos juntar um bom dinheiro. Até abri uma poupança.” Com o dinheiro, a família Ramos decidiu investir em uma loja maior, no bairro da Tijuca – local onde Alzira trabalha até hoje.

O sucesso e as franquias

Com o aumento das demandas, a equipe de 15 funcionários não conseguia mais dar conta do atendimento. Em 2013, a Fábrica de Bolo Vó Alzira deu seu primeiro passo em direção ao mercado de franquias. Para dar forma ao projeto, foram necessários oito meses testando receitas. A ideia era conseguir uma fórmula de bolos que “mantivesse o sabor original”.

Com o pensamento focado em praticidade, Fábio Prata, consultor de franquias da empresa, tomou conta dessa mudança. “O Sr. Cláudio desenvolveu um mix especial, com 80% do padrão do bolo. Depois disso, a gente entrou no processo de criação da marca, profissionalizamos as equipes. Tudo isso sem perder a essência.”

Para Prata, a expansão das franquias aconteceu de maneira muito rápida. “Ultrapassamos as 100 lojas em menos de dois anos. Produzimos mais de 150 mil bolos por mês. É muito difícil replicar o carinho da Dona Alzira com os clientes, por isso, cobramos comprometimento dos nossos parceiros”, diz Prata, que também é franqueado da marca.

Para entrar na família

Quem quiser fazer parte da Fábrica de Bolo precisa desembolsar um investimento inicial de R$ 100 mil, em média. Além do dinheiro, os interessados devem saber que é necessário manter o estilo caseiro – além do bolo, é claro. “Quando desenhamos a primeira opção de franquia, parecia um Starbucks, todo moderno. Mas a Dona Alzira olhou o projeto e, de cara, perguntou onde estava o balcão de alumínio. Colocamos todo o projeto abaixo”, diz Prata.

Agora, os próximos desafios da empresa estão no crescimento. No projeto, duas metas: entrar no Estado de São Paulo pela primeira vez e levar o sabor de vó da Dona Alzira para os Estados Unidos. “Fizemos alguns testes na Flórida e o público parece ter aprovado. Vamos ver o que acontece”, disse Prata.

Com o sonho inimaginável da senhora de 68 anos alcançando terras estrangeiras, fica até difícil acreditar que Dona Alzira não come mais os bolos que faz. “É tanto bolo na nossa vida que a gente acaba enjoando. Do pessoal de casa, só a minha netinha ainda come. Mas é muito bom saber que faz sucesso quase no Brasil inteiro”, diz Alzira.




8 passos para abrir o próprio negócio sem largar o emprego


Você não precisa largar o emprego para empreender. Saiba como dar conta de uma jornada dupla



Tornar-se um empreendedor pode ser bastante difícil. Isso acontece porque abrir o próprio negócio pode ser arriscado, já que é impossível saber se a empreitada vai ser bem-sucedida. Ao mesmo tempo, permanecer no emprego pode parecer uma escolha mais realista. Afinal, apesar de o trabalho não trazer nenhuma fortuna, as probabilidades de uma demissão e da consequente falta de dinheiro são menores.

Segundo o especialista em empreendedorismo Ryan Robinson, em muitos casos é possível empreender sem largar o trabalho. Assim, se a empresa der errado, você ainda terá uma fonte de renda.

É importante ressaltar que alguns negócios exigem atenção exclusiva. É difícil listar quais deles precisam de um gestor em tempo integral. Robinson recomenda que, antes de tentar ter uma "jornada dupla", o empreendedor analise sua situação e veja se é possível conciliar as duas atividades. Se der para ser funcionário de dia e empreendedor à noite (ou vice-versa), siga as dicas do especialista, publicadas originalmente no site da revista "Inc.":

1. Pergunte-se se empreender é realmente o que você quer
Ao conciliar trabalho com o próprio negócio, você terá que priorizar as duas atividades, em detrimento da sua vida pessoal. Não adianta se comprometer a enfrentar esse desafio duplo se sua cabeça estiver em outro lugar.

Robinson recomenda que, para tomar uma decisão, você escreva todas as atividades e compromissos da sua agenda semanal em um papel. Feito isso, veja se há alguma atividade mais importante para você que o sonho de empreender. Se houver, talvez seja melhor continuar somente como empregado.

2. Domine os conhecimentos necessários


Quem administra uma empresa precisa ter conhecimento em várias áreas. Não é necessário ser um especialista nesses assuntos, mas é preciso ter noção suficiente para você mesmo não ser a razão do eventual fracasso do seu negócio.

Antes de abrir o próprio negócio, aprenda um pouco sobre administração e gestão de pessoas. Não é preciso fazer uma faculdade. Uma mescla de cursos de curta duração já pode ajudar bastante, de acordo com Robinson.

3. Valide suas ideias
A inspiração para a abertura de uma empresa normalmente vem de uma ideia. Muitos empreendedores acreditam ter projetos revolucionários nas mãos. Só que, muitas vezes, a ideia em questão é ruim. Antes de abrir uma empresa, valide seu negócio: converse com especialistas em empreendedorismo e com seu público-alvo e veja se as pessoas realmente comprariam o que você criou. Se sim, pode prosseguir. Do contrário, pense em outra coisa.

4. Tenha algum diferencial
Para superar a concorrência, você deve ter algum diferencial. Basicamente, você tem duas opções: vender mais barato ou ter um produto melhor. Ao oferecer o mesmo que outras companhias, é mais difícil atrair e fidelizar seus clientes, segundo Robinson.

5. "Terceirize" atividades
Você precisa de ajuda em sua empresa por duas razões: você não é um especialista e vai faltar tempo para dar conta de tudo. Por isso, tenha funcionários ou empresas que auxiliem na gestão da empresa. As áreas que serão "terceirizadas" devem ser escolhidas a partir do conhecimento do empreendedor e da quantidade de dinheiro em caixa.

6. Procure feedback
Você deve saber o que está indo bem e o que deve ser corrigido na sua empresa. E, para isso, tem que ouvir seu cliente. Deixe um telefone, um endereço de e-mail e as redes sociais à disposição deles. Robinson afirma que todos os contatos devem ser respondidos.

7. Divida as coisas
Robinson afirma que empreendedores que ainda têm um emprego não podem resolver assuntos do próprio negócio durante o expediente. Ao não se dedicar ao emprego e empreender no momento errado do dia, são maiores as chances de você ficar desempregado em um momento ruim.

8. Saia do trabalho no momento certo
Se você decidiu conciliar emprego e empreendedorismo, supõe-se que sua prioridade é ter o próprio negócio. Espera-se, então, que você peça demissão em um determinado ponto.

Robinson diz que a dedicação exclusiva ao próprio negócio deve acontecer em dois casos: quando o empreendedor tiver confiança suficiente que sua empresa vai dar certo ou quando os ganhos do negócio forem suficientes para ser a única fonte de renda.

A partir da saída do emprego, é a hora de crescer ainda mais. Com dedicação exclusiva, você terá tempo para aperfeiçoar processos e poderá gerenciar melhor sua equipe e torná-la mais produtiva, de acordo com o especialista.


Opção de franquia de baixo investimento:


Informações 11 94731-0109



3 filmes do Oscar que todo empreendedor deveria ver


Em pouco mais de um mês, o Oscar vai anunciar os grandes vencedores do cinema em 2016. Todos os anos, os associados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas se reúnem para escolher os melhores em várias categorias do cinema. Mais do que uma prêmio e uma noite de gala, o Oscar pode ainda trazer ensinamentos para os empreendedores.

Confira três filmes que estão concorrendo à estatueta neste ano e o que eles podem te ensinar.

1. "Joy"
Estrelado pela ganhadora do Oscar de melhor atriz Jennifer Lawrence, Joy conta a história de uma empreendedora americana. A comédia dramática mostra como Joy Mangano inventou o esfregão Miracle Mop e ficou milionária. A direção é de David O. Russell. O longa está concorrendo na categoria Melhor Atriz, pela atuação de Jennifer Lawrence.



2. "Steve Jobs"
A história do criador da Apple nos cinemas é interpretada pelo ator Michael Fassbender. A trama se passa durante três lançamentos da empresa apresentados por Jobs e mostra como o empreendedor era na vida pessoal e profissional. Quem dirigiu foi Danny Boyle, que já foi vendedor do Oscar. Michael Fassbender concorre na categoria de melhor ator, Kate Winslet, a Melhor atriz coadjuvante.




3. "A Grande Aposta"
Baseado em um livro do jornalista americano Michael Lewis, o filme conta como quatro investidores ficaram ricos ao antecipar a bolha imobiliária nos Estados Unidos e a crise de 2008. No Oscar, concorre às estatuetas de melhor filme, melhor diretor para Adam McKay, melhor roteiro adaptado, melhor montagem e melhor ator coadjuvante para Christian Bale.


Dia Nacional do Fusca


Fãs celebram Dia Nacional do Fusca à bordo do modelo em São José, SP



Encontro que é realizado pelo Fusca Clube ocorre desde 2015 na cidade. São esperados 50 apaixonados pelo carro em evento nesta quarta (20).

No Dia Nacional do Fusca, celebrado nesta quarta-feira (20), fãs e colecionadores do modelo se reúnem em São José dos Campos (SP) para celebrar a data com uma 'fusqueata' a partir das 19h30, com saída da orla do Banhando.

O evento, organizado pelo Fusca Clube, acontece pelo segundo ano consecutivo. Nesta edição, os apaixonados pelo carro devem vir de cidades da região como Jacareí, Santa Isabel e Paraibuna. São esperados cerca de 50 participantes.

O presidente do clube, Regis Silva, de 40 anos, possui um dos modelos mais raros dentre os cerca de 100 membros do Fusca Clube - um modelo da década de 70, laranja granada. 

Para ele, o carro é motivo de orgulho. “Meu 'fuscã'o 71 possui a placa preta, de colecionador, que é atribuída quando um veículo tem ao menos 85% de originalidade, o meu passou com 91%, isso é uma grande alegria pra mim”, contou. Além deste Fusca, ele tem um outro, que usa no dia a dia.

Para ele, a paixão pelo carro vem desde a infância, herdada do pai, que também gostava do modelo. Desde 1993, quando comprou o primeiro Fusca, Silva se matém fiel à marca.


O taxista Marcos Jajá posa ao lado do seu fusca
de 1964 (Foto: Arquivo pessoal / Marcos Jajá)

Outro integrante do grupo, o taxista Marcos Figueira Jajá, 42 anos, contou que tem como prioridade estar nos encontros para homenagear os Fuscas.

No ano retrasado, ele deixou de fazer uma mudança para participar de um encontro. “Eu estava para mudar e bem na hora da reunião de fuscas que eu ia, o caminhão de mudança chegou. Eu fui embora, deixei minha esposa colocando todos os móveis no caminhão e saí”, relembrou.

História
Fabricado no Brasil desde 1959, o fusca se tornou o modelo mais popular do país com mais de três milhões de unidades produzidas. Mais de uma geração de motoristas brasileiros aprendeu a dirigir à bordo do modelo e optou pela marca ao adquirir seu primeiro carro. O Fusca foi o carro mais vendido no Brasil por 24 anos consecutivos.

A história do Fusca no Brasil tem uma particularidade: o retorno da fabricação em 1993, sete anos após sua paralisação, em 1986. Segundo a fabricante alemã Volkswagen, a pedido do então presidente da República, Itamar Franco, o carro voltou a ser produzido, em uma versão movida exclusivamente a etanol, e parou de ser fabricado em 1996.

(*) Colaborou Leonardo Medeiros
Presidente do Clube do Fusca de S.José posa ao lado do seu modelo laranja granada (Foto: Arquivo pessoal / Regis Silva)Presidente do Clube do Fusca ao lado do seu modelo laranja (Foto: Arquivo pessoal / Regis Silva)
Fonte


Pagamentos mobile já são realidade no Brasil



Uma pesquisa da Mastercard realizada pelo Ibope Conec­ta mostrou que 44% dos con­sumidores efetuam compras no e-commerce utilizando pagamento mobile. As carteiras digitais - Google Wallet, Master­pass, PayPal - talvez sejam o método mais comum no Brasil. Por elas, os usuários conse­guem armazenar informações do cartão de crédito e débito, endereço de entrega, conta cor­rente, cartão de embarque, ticket de show, entre outros dados. Tudo isso através do smartphone.

Para 2016, a Apple e a Samsung devem começar a operar seus serviços de pagamento mo­bile no Brasil. Enquanto o Ap­ple Pay não tem previsão de data, o Samsung Pay pode es­tar disponível já no segundo trimestre do próximo ano. Essas soluções também utilizam Near Field Communication (NFC) pa­ra realizar transações. Basta aproximar dois dispositivos que tenham a tecnologia para pagar a conta em um café, por exemplo.

O mundo está cada vez mais digital. Há projeções que, até 2019, 75% dos smartphones contenham tecnologia NFC. A tendência é que o pagamento mobile se consolide. Os consumidores irão adotar essa prática porque é mais fácil de fazer transações”, explica o VP de produtos e solu­ções da MasterCard Brasil e Cone Sul, Valério Murta.

A empresa do setor de paga­mento já desenvolveu platafor­mas para o segmento. O Masterpass é uma carteira digital que foca em simplificar a experiência de compra do consumidor. “É possível pré-cadastrar dados de pagamen­to do cartão e da entrega do pro­duto. Em um site que ele vir o botão do Masterpass, bas­ta clicar para concluir a tran­sação. O usuário compra mais rápido, de forma conveniente e segura”, diz o executivo.

O MasterCard Digital Enable­ment Service (MDES) utiliza to­ke­nização para operar as car­teiras digitais. “A tecnologia irá substituir os dados do cartão real do usuário por um número alternativo”, explica Valério. A plataforma habilita o smartphone a realizar uma transação. As informações são encaminhadas ao emissor para a autorização do pagamento.

Já o Identity Check irá utilizar tecnologias para verificar a identidade do titular do cartão através do dispositivo que ele usa. “A solução utiliza biometria, batimentos cardíacos para saber se aquele smartwatch, por exemplo, é daque­la pessoa e assim liberar a compra, garantindo a seguran­ça dos dados”, comenta Valé­rio. A plataforma já está em fa­se de testes nos Estados Unidos e deve chegar ao Brasil em 2017.

A previsão para 2016, segun­do o VP de produtos da Mas­ter­Card, é que o consumidor pro­cure cada vez mais dispositivos de pagamento que facilitem a compra, não só em e-commer­ce, mas também em estabe­lecimentos físicos. “Essas pla­taformas trazem muita conve­niência e sim­plicidade, transformando a experiência de com­pra em algo único”, revela.